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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Tema da semana: Vaidades íntimas.

Segundo a Wikipédia:
Vaidade é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas. Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada.
Mostra com extravagância seus pontos positivos e esconde seus pontos negativos.

A vaidade é mais utilizada hoje para estética, visual e aparência da própria pessoa. A imagem de uma pessoa vaidosa estará geralmente em frente a um espelho, a exemplo de Narciso.

O que pelas lentes de alguns é asseio, ou glamour, ou fantasia, ou amor ao belo, ou elevação da auto-estima, pelas lentes de outros pode ser (parecer) vaidade. A Vaidade (também chamada de Orgulho ou Soberba) é considerada o mais grave dos pecados capitais.
Vaidades íntimas... todo mundo tem a sua, uns mais uns menos, mas não vivemos sem elas ou vivemos?
Acho que não podemos viver sem ela, a “vaidade”, não me imagino sem vaidade... amo passar um batom, cuidar dos meus cabelos, correr no parque, faço para mim, mas como não vivemos isolados, também fazemos para os outros que também possuem vaidade, raiva, inveja, curiosidade, dúvida, intriga, pressa, loucura, desejos, amor....


Lembrei da...

História do Amor

Contam que, uma vez, se reuniram os sentimentos e qualidades dos homens em um lugar da Terra.
O ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez que não suportava mais ficar à toa e a LOUCURA, como sempre louca, propôs-lhe :
-- Vamos brincar de esconce-esconde ?
A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder conter-se, perguntou-lhe :
-- Esconde-esconde ? Como é isso ? É um jogo, explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo.
O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.
A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou convencendo a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada.
Mas nem todos quiseram participar.
A VERDADE preferiu não esconder-se. Para quê, se no final todos a encontravam?
A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a idéia não tivesse sido dela) e a COVARDIA preferiu não arriscar-se.
-- Um, dois, três, quatro...
-- começou a contar a LOUCURA.
A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu tropeçando na primeira pedra do caminho.
A subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrás da sombra do TRIUNFO, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.
A GENEROSIDADE quase não consegue esconder-se, pois cada local que encontrava lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA; se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ; se era o vôo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA; se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE, e assim, acabou escondendo-se em um raio de sol.
O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início, ventilado, cômodo, mas apenas para ele.
A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris), e o DESEJO, no centro dos vulcões.
O ESQUECIMENTO, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é importante.
Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.999, o AMOR havia encontrado um local para esconder-se, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre as suas flores.
-- Um milhão-contou a LOUCURA, e começou a busca.
A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra.
Depois, escutou-se a discutindo com Deus no céu sobre zoologia.
Sentiu-se vibrar o DESEJO nos vulcões.
Em um descuido encontrou a INVEJA, e claro, pôde deduzir onde estava o TRIUNFO.
EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo.
Ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.
De tanto caminhar, a LOUCURA sentiu sede e, ao aproximar-se de um lago, descobriu a BELEZA.
A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem se decidir de que lado esconder-se.
E assim foi encontrando todos.
O TALENTO, entre a erva fresca; a ANGÚSTIA, em uma cova escura; a MENTIRA, atrás do arco-íris (não, mentira, ela estava no fundo do oceano);e até o ESQUECIMENTO, pra quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde.
Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local.
A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, embaixo de cada rocha do planeta, e em cima das montanhas.
Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral.
Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos,quando, no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito.
Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos.
A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se.
Chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia.
Desde então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na Terra, O AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.

Fonte: http://www.contandohistorias.com.br/

By Aletéia Ferreira (ALE)

sábado, 28 de junho de 2008

Era uma vez..

A história é sobre uma amiga de uma amiga minha que morria de medo de fortes emoções. Num certo dia ela estava trabalhando tediosa quando um amigo ligou e disse: estou indo com uma galera para a Ilha do Mel, vamos?
- Está frio. Quem vai?
- Nossa, uma galera da minha faculdade!! Tem duas meninas que você já viu o resto é tudo homem que faz engenharia comigo. Vais ser divertido e vamos passar o fim de semana em uma pousada bem barata, vamos?
- Ah não sei..não conheço ninguém,nunca fui para a Ilha do Mel pois sempre ouvi que é lugar de drogada e a água é muito gelada.
- ok, se mudar de idéia me avise. Vamos hoje a noite...

E no fim da manhã eu, quer dizer a amiga da minha amiga, decidiu fazer uma loucura. Ela pegou o telefone e discou para o amigo.
- Oi, mudei de idéia. Tem lugar pra mim?
- tem sim!
- Estou indo em casa fazer minha mala pode me pegar no trabalho? Saio às 18h?
- pego sim, até daqui a pouco!!
Eufórica a amiga da minha amiga (rs) foi para casa e montou sua mala. Colocou tudo que podia: vestidos, calça jeans, bermuda, biquíni (dois modelitos), saia, um moletom, chinelo, uma mega e linda sandália de salto 15 e uma botinha básica. A pobre, que não tinha carro na época teve que carregar aquela imensa mala (para um fim de semana) 7 quadras, já que a parada do ônibus era um pouco longe do trabalho.
O dia passou rápido e a moça estava ansiosa para a viagem ao local desconhecido. No horário marcado o amigo aparece na portaria da empresa. A mala, por ser muito pesada, estava na guarita do gentil guarda que trabalhava no local, já que a sala de nossa amiga era no segundo andar. Quando desci..quando ela desceu – a amiga da minha amiga – e cumprimentou o amigo e as outras integrantes do carro (duas mulheres. Ou seja, no carro estavam as 3 únicas mulheres do evento) ela deu uma leve olhada na bagagem das moças. A olhada já fez com que ela descobrisse que estava totalmente fora da casinha e exclamou:
- Nossa, estou com vergonha de mostrar a minha mala. Acho que ela é muito grande!
- uma delas disse: que nada, não pode ser pior que a minha.
Com vergonha ela foi buscar a mala. Quando o amigo viu ele quase deitou no chão de tanto rir e disse: vocês mulheres..duas com uma mega mala de viagem para um fim de semana que nem eu consigo carregar e a outra com uma mala de rodinha! Que bom que a de rodinha não era minha..quer dizer, da nossa personagem.
Com salgadinhos, bolachas e as malas seguimos rumo ao litoral paranaense. Já era noite e nos perdemos pelo caminho. Meu amigo parou num posto da guarda e perguntou qual era o caminho. O policial disse: pode seguir reto mas como não tem mais barca para a Ilha nesta hora aconselho a dormirem numa pousada perto da entrada. Assim que o carro arrancou a moça (que vocês já descobriram que não é uma amiga de amiga minha) desesperada disse: como não tem barca? Vamos dormir onde? O QUE VAI ACONTECER???
Rindo dois tripulantes do carro falaram em coro: relaxe, nós temos como entrar! Você vai ver. Eles não responderam mais nada mas as risadas eram assustadoras...

A CHEGADA

Assim que o carro estacionou uma ligação foi feita. Dentro de alguns minutos falaram: olha lá o nosso meio de transporte! Vi um barco grande e disse é esse? A resposta foi contrária. Não, não e muitos risos..o nosso barco é aquela luzinha lá longe.
Foi desesperador! Quando o negócio parou deu para ver muito bem. Era uma voadeira de pescador, bem pequena e sujinha. Como não tinha volta fui obrigada a sentar naquele negócio. Assim que sentei (é fui eu!) a bunda gelou e ficou suja com uma mistura de barro e peixe podre. ECA!! Pensei que isso ia ser a maior emoção da viagem mas teve outras. Estava completamente escuro e não enxergávamos o mar, parecia que tudo era uma coisa só, o céu. O barquinho fedido ia em alta velocidade e eu estava com tanto medo que finquei minhas unhas na perna do meu amigo. Foi o momento que mais senti medo na vida pois não sei nadar e peixe não precisa de salva-vidas né?
Passado o susto chegamos em terra firme e fomos a pousada dormir. No outro dia, pela manhã, chegou o resto da turma (só de homens). Risadas, música, luau e cervejas embalaram o fim de semana mais emocionante da minha vida. Afinal, foi lá que perdi um pouco do medo de aventuras- depois disso já fiz viagem de 5 horas de moto, conheci muitas cachoeiras e locais totalmente arriscados (rs), fiquei um fim de semana em uma fazenda cheia de enormes bichinhos – e, foi o lugar que conheci o amor da minha vida! Hoje, amo a Ilha do Mel e descobri que lá salto alto não tem vez!

Josiany Vieira

sexta-feira, 20 de junho de 2008




AS PULADAS DE CERCA
DA MINHA VIDA...

Traição é um assunto muito complicado pra mim. Já passei por tantas situações de pular a tal cerca e de namorados que pularam que, com o passar do tempo, fui elaborando diferentes teorias. Vou tentar aqui colocar um pouco de cada dessas fases, mas, sem chegar a conclusão nenhuma. E convido você, caro(a) leitor(a), a me ajudar a concluir essa tese com a sua opinião. O que acha?

Sempre fui namoradeira (risos). Comecei cedo, com uns 14 anos. Nessa época namorei um menino da escola, super ciumento. Eu era uma santa, só tinha olhos pra ele, que tocava na noite e comia todas as menininhas. Enquanto isso, eu dormia em casa, já que meu pai raramente me deixava sair por causa da idade. No final do namoro, quando eu tinha 16 anos, descobri que ele me traiu com um monte de meninotas, e pior: uma mais feia e burra que a outra. Lembro de uma japonesa feia, bem gordinha, com a cara cheia de espinha. Eu, modéstia à parte, era linda. Essa foi a minha primeira experiência com as “cercas” da vida. Nessa época, achava que as pessoas só traiam por que não gostavam do parceiro (ilusão romântica de uma adolescente).

A segunda experiência foi lá pelos 16 e poucos anos. Uma paixão avassaladora tomou conta de mim. O nome dele era Eduardo. Como a música... Eduardo e Mônica... Mas, ele namorava fazia alguns anos. Fui a outra, pela primeira vez na minha vida. Ele dizia que gostava de mim, mas, não terminava com ela porque eu era livre demais e ele sabia que eu nunca seria só dele. Um meninote super machista que queria exclusividade quando não fazia o mesmo por mim. Pode? Conclusão, quando ele largou dela pra ficar comigo, me apaixonei por outro.

Meu terceiro relacionamento talvez tenha sido o que mais me fez aprender e amadurecer. Era louca por ele, começamos a namorar quando tinha acabado de fazer 18 anos, e ficamos juntos por sete anos. Fomos noivos e chegamos a comprar um apartamento juntos. No começo ele me traiu com uma ex-namorada e talvez tenha sido a pior traição da minha vida, algo que me machucou tanto que até hoje lembro com riqueza de detalhes. Afinal, foi na minha frente (aff!). Mas foi aí que aprendi a perdoar. Depois de uns quatro anos de namoro, percebi que mesmo amando podia sentir atração por outros caras. Isso foi um balde de água fria na minha cabeça. Algo que não soube lidar. Resumindo, traí o meu noivo. Com um cara do escritório, por pura curiosidade, pra ver como era e por vaidade também, claro. Pior foi manter a história com essa pessoa por alguns meses, não porque gostava dele, mas porque gostava das coisas que ele me escrevia por e-mail (sim, sou louca, tenho total consciência disso). Sei que não conseguia me perdoar por causa disso, o que levou meu namoro a esfriar de tal forma... que fui obrigada a acabar com o noivado. Saí dessa relação com o pensamento de que somos seres bígamos por natureza e que não podemos querer ter somente uma pessoa, que relações monogâmicas são uma imposição sócio-cultural, coisa que incutem em nossas mentes e que é pura hipocrisia nossa achar que somos capazes de manter um “casamento” aos moldes da igreja.

Em seguida me envolvi com um menino bem mais novo que eu. Com esse pensamento, de que éramos seres livres e que cada um tinha a sua vida, que não queria exclusividade. Mas, ele era um menino lindo e acabei presenciando outros relacionamentos que ele tinha, o que me deixou super confusa sobre minhas idéias libertárias. Apesar de querer aquilo, comecei a achar utopia conseguir ser tão livre assim, e tão desapegada das pessoas.

Sei que depois que terminei esse namoro (de sete anos) não queria namorar com ninguém, tinha um medo terrível de me envolver demais. Não queria essa exclusividade, essa coisa da pós-modernidade, sabe? Que é tudo superficial demais, que manter algo duradouro é difícil demais e requer muito esforço. Não estava preparada pra tais “envolvimentos”.

Enfim, tenho três livros que ajudaram a formar meus pensamentos no decorrer das minhas experiências amorosas, o primeiro: “Ame e dê Vexame”, um clássico do Roberto Freire que fala sobre como amar em uma sociedade capitalista, que engrandece o consumo, fazendo com que o autoritarismo da sociedade nos aprisione de tal forma que não nos permitamos viver o amor na forma mais livre e em sua totalidade. O segundo livro (por ordem de leitura) foi “O demônio e a senhorita Prym” (sim, gente, eu já li Paulo Coelho, risos). Mesmo não gostando dos outros livros do autor e da forma pedante com que ele trata alguns assuntos, gostei muito do enredo desse livro. A história, em resumo, fala sobre a cobiça, o medo e a ganância através da história de um estrangeiro que chega a uma pequena cidade que vive sem violência há muito tempo. Segundo uma moradora, o tal estrangeiro é o demônio. Enfim, demônio ou não, ele faz uma proposta à senhorita Prym (outra moradora): oferece barras de ouro à pequena comunidade se algum morador cometer um assassinato. O estrangeiro quer, com isso, conhecer a resposta para sua eterna pergunta: o homem é, na sua essência, bom ou mau? Sei que a mensagem final do livro é que tudo é uma questão de escolha e de controle. Por último, e talvez o mais perfeito de todos, em minha opinião, é “O Amor Líquido”, do sociólogo polonês Zygmunt Bauman. O livro fala sobre a fragilidade dos laços humanos. “É preciso deixar claro que Bauman não se propõe a indicar ao leitor fórmulas de como obter sucesso nas conquistas amorosas, nem como mantê-las atraentes ao longo do tempo, muito menos como preservá-las dos possíveis, e às vezes inevitáveis, desgastes no decorrer da vida a dois. Não há como assegurar conforto num encontro de amor, nem garantias de invulnerabilidade diante das apostas perdidas, nunca houve. Quem vende propostas de baixo risco são comerciantes de mercadorias falsificadas. A área de estudo principal de Bauman é a sociologia, o campo do pensamento que vai ser o ponto de partida e o foco fundamental do retrato sobre a urgência de viver um relacionamento plenamente satisfatório dos cidadãos pós-modernos. Digamos que as dificuldades vividas por um casal refletem o estilo que uma comunidade mais ampla estabelece como padrão aceitável de relacionamento entre seus vizinhos, entre os que habitam um espaço comum. Bauman é realista. Sabe que “nenhuma união de corpos pode, por mais que se tente, escapar à moldura social e cortar todas as conexões com outras facetas da existência social”. Portanto, partindo do seu campo específico de estudo, ele faz uma radiografia das agruras sofridas pelos homens e mulheres que têm que estabelecer suas parcerias.”

Esses três livros me fizeram refletir sobre muitas coisas, e, de certa, forma me “influenciaram” em distintas fases da vida. Hoje, estou namorando (há nove meses - pela primeira vez, desde o fim do namoro de sete anos) acreditando que fiz uma escolha (como o livro da Senhorita Prym), por que amo alguém e, sendo assim, tenho que ter controle para manter aquilo que escolhi. Acho que, com o tempo, talvez apareçam algumas “tentações”, mas tanto eu quando ele teremos que ter controle e não deixar que a vaidade e a luxúria nos levem a cometer uma traição, já que geralmente elas são tão efêmeras e sem significado. Meu pensamento de hoje tem muito a ver com a teoria de Baumam, sou realista a ponto de saber que não consigo escapar à moldura social, e que não há como assegurar conforto num encontro de amor, nem garantias de invulnerabilidade diante das apostas perdidas. Acho que o que é possível é manter uma relação de amor, respeito e lealdade. Sei que manter tudo isso tem um preço, que hora é bom e hora é ruim. Mas, que tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Não é mesmo?

Esse é o meu pensamento hoje sobre traição. Não sei se isso é imutável, acredito que não. Que outras experiências, mescladas a leituras, me farão mudar de idéia, só sei que todo esse papo de amor e relacionamento é bastante complexo. E que isso é uma delícia: me permitir mudar de idéia e de ponto de vista.

Agora é a sua vez, de dar sua opinião, através dos comentários. Que tal um debate, sobre esse tema tão polêmico? Adoraria ouví-los.



Mônica Wojciechowski

sábado, 17 de maio de 2008

O que dá tesão?

Tem pessoas que sentem tesão fazendo compras, outras com esportes radicais, cantando, dançando etc.. mas a única forma universal de ter tesão é o amor! Todo mundo já sentiu ou sente arrepios, calafrios e uma vontade imensa de beijar a pessoa amada e de ficar ao lado dela a vida toda.
Quando surgiu esse tema inúmeros filmes passaram pela minha cabeça.. um deles foi "O amor é cego". A comédia romântica demonstra muito bem o que é o amor e o tesão por quem se ama. Quando ele existe mesmo, não importa a aparência, a classe social, dinheiro, religião, partido político e nem time de futebol...simplesmente a gente ama aquela pessoa e sente o maior tesão de ficar ao lado dela. Seja numa balada ou em casa comendo pipoca!
Tem um poema que acho que explica exatamente isso. O nome dele é A maciez do seu tesão, o autor é o Alex

A maciez do seu tesão...
Deseja-me com tanto carinho,
Que o tesão é transmutado, tão sensível,
Como se o mais importante fosse o toque,
A suavidade da pele, o perfume que seduz...
Ah, as sensações se sucedem,
Exaurem o instinto animal,
Dando origem ao desejo ardente
Sedento, sutil...
De colocar a boca na sua,
Percorrer com a língua,
Desvendar cada reentrância
Com um prazer insano,
Repleto do desejo louco
Da fúria em erupção
Que precisa dar vazão à paixão
Aos impulsos e às sensações...
Até que, em êxtase, nos seus braços,
Todo o tesão seja satisfeito...

Josiany Vieira