sábado, 19 de julho de 2008

Vício em

C_r_ fono_udiólog_.
T lvez senhor j´ tenh not do, c so contr´rio perceber´ n sequênci dest c rt .
Primeir mente, permit present r-me p r senhor : n´li p recid V l sc , n scid n pequen Gu r pu v (m s j´ n~o t~o pequen ssim), cid de p r n ense d qu l senhor cert mente s be lgum cois . Minh situ ç~o fic emb r ços p r cont r: t lvez senhor ind n~o tenh pesquis do n d p recido: est´ di nte d c rt redigid pel s m~os d nom li viv : vici d n letr “ ” (n~o d´ pr coloc r ess letr qui, sen~o c b ri recort ndo- p r coloc r n minh coleç~o). senhor s be qu l letr : quel que est´ f lt ndo qui n s p l vr s.
Ess doenç p ssou m nifest r-se j´ n minh inf^nci , qu ndo p ssei not r minh excessiv dmir ç~o pel letr “ ”. cho- enc nt dor , lind . Qu se tod s s p l vr s m is m d s dot m: m m~e, p p i, m m´, p p´, b b´, n´li - cl ro, n~o deix ri minh gr ç for dess . h´, h´, h´.
Qu ndo estud v n primeir turm escol r d minh vid (j rdim d inf^nci , ch m m educ ç~o fund ment l tu lmente) ti d v ul s mostr ndo mont gens d s letr s p r form r beced´rios engr ç dos: letr s feit s rtes n lmente, num “diversid de lúdic ” (el gost v d s f l s difíceis, coit d ), tinh letr s mold d s n rgil , recort d s d s c rtilh s, desenh d s c rv~o, r bisc d s té n rei , m s t l d letr “ ” sumi const ntemente. té ti encontr r um coleç~o gu rd d n minh l ncheir . N~o di ntou el d r c stigo: f zi pequen n´li , t dinh , f zer v´ri s letr s “ ” p r compens r s roub d s, m s qu nto m is f zi , g rot (euzinh ) m is gu rd v n l ncheir . té n c lcinh gu rd v , fin l ti h vi encontr do minh min replet de letrinh s.
N s minh s convers s, nunc f l v letr “ ”: p reci um forç m ior, cri ndo um coleç~o ment l dest letr . D í, minh s mig s recl m v m d m neir estr nh dess s minh s convers s, cl ro, fic v m bsurd s, n~o d v p r s c r n d d s fr ses, p reci bl´, bl´, bl´ tot lmente intr duzível ( li´s, continu p recendo, fin l ind f lo elimin ndo letr “ ”). M s cois m is esquisit senhor precis s ber: minh m ni estr nh respons´vel pel p rte v^nd l d minh person lid de, obsess~o incontrol´vel p r recort r letr s “ ” n s revist s, c rt zes, m nu is, c dernos, jorn is, c lend´rios, p r n~o f l r n s emb l gens, pl c s p r sin liz ç~o urb n ... té escrit br ile n~o esc p d s minh s empreit d s obsessiv s-compulsiv s (j´ di nto p r senhor definiç~o cl´ssic feit pel psicólog mig d minh m~e, mesm respons´vel pel recomend ç~o d senhor p r tr t r minh situ ç~o).
N minh c s h´ um dúzi de m l s inteir mente chei s, replet s té boc dess letr t~o f scin nte, m´gic , hipnotiz nte. Gu rdo t mbém c ix s, rm´rios, b ús, lém d s g vet s, lot d s d s letr s “ ” n s m is divers s v ri ções, form tos, t m nhos, m teri is...
J´ im ginou minh situ ç~o: s ir pel s ru s d cid de louc p r peg r c d “ ” ` su frente? B gunç vid p r qu lquer cid d~o. ntig mente, s í c t ndo l tinh s n s c lç d s, m s n~o er p r g nh r um gr n n vend ( lumínio cust c ro, di rist l´ n minh c s f lou d vizinh espert del , um c t dor “chei d g it ”, g r nte M rin lv ). s l tinh s t mbém n~o er m recolhid s p r f zer bo ç~o, er p r recort r s letr s “ ” n s m rc s K iser, Br hm , B v´ri , nt´rtic , lém d s estr ngeir s, qu se impronunci´veis.
D´ p r list r um enormid de coloss l d s situ ções esc bros s j´ ocorrid s n minh vid , c us d s pel compuls~o rel t d nest s linh s: expuls~o d escol , n mor dos irrit dos m nd ndo-me prender f l r, convers s f mili res emb r ços s, intern mentos n s clínic s psiqui´tric s, vex me n leitur d minh f l n form tur d turm , complic ções p r compr r p ss gem p r r r qu r ...
M s h´ um p rte bo ness hist´ri tod , d´ pr xing r ` vont de, t nto n escrit qu nto n f l : c r lho, porr , fod , bucet , filh d put . M ndo tom r n bund n m ior f cilid de, té diretor d escol n qu l estud v j´ m ndei pr’ quele lug r. fin l n~o h´ qu lquer pesso c p cit d tr duzir pront mente ess s cois s esquisit s p r udiç~o, p r leitur , p r ... s nid de.
cho minh situ ç~o b st nte complex , d í chei m is propri do deix r est c rt : p r s ber opini~o d senhor , lém d su re l intenç~o p r tr t r minh c us . fin l, credito, ch r´ minh m ni um birr típic d s g rot s louc s p r ch m r tenç~o. Respond vi e-m il, enc minh ndo respost p r nliprecid@hotmil.com (c d esp ço senhor preencher´ us ndo letr “ ”, logic mente).
P r encerr r, deix rei um fr se prendid c su lmente: nel , senhor perceber´, n~o h´ nenhum letr “ ”:
Tem gente que expõe os vícios dos outros porque desconhece os seus próprios.
Obrig d
n´li
h: f nei s letr s “ ” d su pl quinh , quel pendur d n port d su s l , entend -me. Tr rei s letr s “V” feit s ` m~o us ndo m ssinh p r model r. D´ p r troc r n pl quinh , n bo . B st deix´-l s de pont -c beç , f zendo tr cinhos n met de d s letr s. N~o s tr nsformei n letr “ ”, sen~o t mbém s lev ri p r minh coleç~o. N~o guento, precis rei grit r: hhhhhhhhhh!!!!!!!!







M rio Lopes
Meu vício...

As horas passam e meu organismo começa a reclamar. A abstinência é grande e me sinto aprizionada dentro de mim. Angústia! Vontade de chorar! De gritar! Agressividade! Quero sair correndo! Acabar com essa vontade louca que está dentro de mim,mas não posso, tenho que ser forte. Eu tento mas a agressividade aumenta. Alguns já perceberam que me acalmo assim que compro o produto proibido. Mas não posso! É proibido!!
Tento relaxar e dar uma volta mas vejo na rua inúmeras pessoas usufruindo do que não posso. Fico mais nervosa. Elas se deliciam com tanta vontade, com tanto prazer que meu cérebro começa a entrar em pânico. Eu preciso disso! Não posso viver sem!
Depois de horas relutando eu acabo não resistindo. Vou até o local, olho para os lados tentando evitar olhares conhecidos ou de censura, abro a carteira, tiro o dinheiro e acabo comprando. Nesta hora não me preocupo com a qualidade, cor, tamanho, etc..eu só quero acabar com a vontade imensa que estou sentindo de ter aquilo. Em um local seguro abro a embalagem e me delicio comendo o chocolate! Como é bom! Depois, sinto culpa mas fazer o que? Não resisto a esse vício

Josiany Vieira em retrato de uma mulher querendo emagrecer

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Pernas pra que te quero



Mal tinha chegado ao mundo e já sabia que o golpe era velho. Do alto de seus três anos e meio, a esperteza já paquerava com a curiosidade e fazia cair seu garfo no chão, acidentalmente claro. A irmã, dois anos mais velha, já conhecia bem os planos do mano, botando a mão na cintura como uma mocinha irritada. Nada que mudasse os planos (e o vício) de Edinho, que agora vislumbrava a fileira de pares de joelhos, panturrilhas, coxas, meias finas, sapatos de salto alto e, vez ou outra, uma tornozeleira para fazer charme e roubar sua atenção de moleque que quer brinquedo. Saiu engatinhando e apreciando os perfumes e linhas esguias das ex-colegas de faculdade da mãe. As fofocas e barulhos do restaurante em nada desviavam sua atenção. E as calcinhas... hmmmmm, as calcinhas! Tantas cores, tantos modelos. Por que será que Edinho adorava as calcinhas? E será que o que adorava era mesmo as calcinhas? Sentia-se mais atraído pelas de cor vermelha, porque se destacavam na cabaninha formada pelas saias. Mas seu pouco tempo de vida não o impedia de ser eclético. Gostava também das amarelas, que pareciam reluzir na escassa luz que chegava por baixo da mesa, e daquelas azul-bebê (até então ele desconhecia que a cor também era chamada de azul-calcinha). Aquelas cor-da-pele o deixavam confuso. Parecia que não havia calcinha. Ficava pensando em como seria não ter pipi. Aliás, queria saber o que havia ali, já que não havia pipi. Desviou de uma ou outra, porque ficou com medo do azul de varizes serpentiando em uma das pernas, ou das gordurinhas a mais de uma colega de mamãe que parecia se acomodar em duas cadeiras ao mesmo tempo. Chegou então ao fim do corredor de calcinhas e deparou-se com a ponta da mesa, onde supôs haver a calcinha master: um par de pernas roliças, sapatos salto agulha tão finos que eram quase ameaçadores, meias tão transparente que Edinho jurava inexistirem e uma saia roxa que cobria seu obscuro objeto do desejo. De súbito, as mulheres todas gargalham simultaneamente de alguma piada ou recordação de faculdade (possivelmente alguma que Edinho não poderia ouvir). Relaxada, a mulher da ponta da mesa vai abrindo suas pernas lentamente, descortinando seu par de coxas musculosas para a apreciação de um modelo que Edinho nunca havia visto antes, uma obra de arte, uma lingerie que lhe magnetizou o olhar, cobrindo um mistério que no futuro magnetizaria todos os seus atos, desde a procura do primeiro emprego até a dolorosa cirurgia para contensão da sudorese. Mas eis que surge sua proprietária, enfiando a face carrancuda por baixo da toalha de mesa: sua mãe. Não pelo semblante de fúria, mas sim pela reação interior de estranha repulsa pelo próprio desejo, Edinho escancara um choro alto e copioso, arregaçando uma bocarra larga e cheia de dentes de leite. A mãe furiosa o pega no colo fazendo as demais mulheres se derreterem em ternura. Suspiros por toda a mesa enquanto a mãe acomoda seu rebento sobre a coxa direita, exigindo que coma algo para fazer engolir o choro. O menino não quer olhá-la, naquela noite descobriu a vergonha. A mãe puxa suas mãos de frente dos olhos e exige que se recomponha. Ele obedece, vai parando de soluçar aos poucos e passa a beliscar as alcaparras, sem ainda levá-las à boca. Então, a mãe se dá conta: tira com rapidez o garfo da mão da criança. Seu nome pode ser Edinho, mas ela não tem a menor vocação para Jocasta.



Mario Lopes

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Hábito no equilíbrio
Vício (do latim "vitium", que significa "falha ou defeito") é uma tendência habitual para certo mal, sendo oposto à virtude.
O vício é uma mistura de fenômenos que se relacionam ao sentimento de amor, à necessidade e ao prazer. A pessoa que tem vícios busca alívio para suas dores tentando compensá-las de alguma forma. O vício, à semelhança da virtude, é um hábito. Ele é um hábito repetitivo buscando algum tipo de alívio em curto prazo. Ambos, virtude e vício, são em parte inatos e adquiridos. Inatos, enquanto encontram em nós uma predisposição, às vezes até genética ou hereditária, seja para a prática do bem, seja para a prática do mal. Adquiridos, uma vez que se desenvolvem, as virtudes, em decorrência de muito esforço; o vício, que também cria raízes profundas e até dependência física, por concessões nossas e influências externas ou do ambiente.
Mudando a forma/pensamento, podemos mudar a atitude e assim construir novos hábitos. Deixando de lado vícios ruins e/ou construindo bons.
Eu, por exemplo, sou viciada no meu trabalho. Amo o que faço e faço com prazer. Mas isso, por muito tempo, para quem leu meu post “Viagem Interna”, me fez esquecer de viver. Era trabalho 24h por dia, o tempo todo, com a cabeça focada só nisso. Hoje mudei, depois de perceber que eu não estava ganhando nada com isso. Ao contrário estava perdendo. Trabalho e muito, mas durante o horário comercial e não ligo o computa aos finais de semana. No máximo para ler o post do desaforado Mario que eu adoro. E procuro respeitar meus limites em tudo. Para tudo na vida tem que ter seu lugar e seu tempo e espaço. O equilíbrio na vida é que é o fundamental.

Verônica Pacheco

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Thank you for the music

Tenho uma série de vícios e manias, como todo mundo... rs Vício de comprar livros (e mania de cheirá-los dentro da livraria). Vício de ficar horas na internet e mania de testar aplicativos. Vício completo em categorizar coisas e pessoas e horas depois, desconstruir essas mesmas categorizações. Mas, sem dúvida, meu maior vício sempre foi a música. Desde que eu me conheço por gente, mais ou menos como na canção:

Mother says I was a dancer before I could walk
She says I began to sing long before I could talk
And I´ve often wondered, how did it all start?
Who found out that nothing can capture a heart
Like a melody can?
Well, whoever it was, Im a fan
(Thank you for the music - ABBA)

A música sempre foi uma grande companheira para mim que, apesar de muitos não acreditarem ou desconhecerem, sou bastante tímida para coisas fora dos meus conceitos - em especial socializações obrigatórias que as vezes são impostas sobre nós. Além do mais, ela sempre me proporcionou essa facilidade de me refugiar no meu mundinho próprio e intenso. A música e a sensação de poder que pode decorrer dela.

Music is power
let it flow through your mind
your just like a flower
in the deep sunshine
(...)
cuz music is the mantra
unwinding your head
music is the question
to things unsaid

(Music is power - richard ashcroft)



Irmã de dois músicos, sou quase como o personagem de Nick Hornby em alta fidelidade (tanto faz se o livro ou o filme). A música me protege dos males do mundo, me mostra a porta de entrada de outros universos e culturas, música gera identificação - e pra mim senão gerar ela não é boa o suficiente, mas tb gera estranhamento e compreensão; entretenimento; melancolia; música faz a gente ficar com saudade do melhor amigo ou enxergar aquele ex como um grande babaca. Música sempre salva meu pior dia e aprimora os dias já felizes. Por causa da música eu fui fazer jornalismo, por causa da música eu decidi teorizar. Música pra dançar, música pra chorar, música pra cantar junto no show, música pra dar mosh, música pra ouvir no quarto trancada, música pra escrever, musicoterapia, música pra se despedir.

Sempre a música! É por isso que, apesar desse vício já ter feito com que eu me distanciasse de algumas pessoas - que não o compreendem e não amam a música tanto quanto eu - ela já me proporcionou conhecer algumas dos seres mais legais que entraram em minha vida, incluindo meus melhores amigos e meu marido - que são algumas das poucas pessoas que aturam meu vício de passar praticamente 24h ouvindo alguma música rs. Tenho inclusive um arquivo no meu computador, com todas as instruções de quais músicas devem ser tocadas em meu funeral. Imaginem se eu vou ir embora sem música, no way!

É por isso que eu sempre agradeço:

So I say
Thank you for the music, the songs Im singing
Thanks for all the joy theyre bringing
Who can live without it, I ask in all honesty
What would life be?
Without a song or a dance what are we?
So I say thank you for the music
For giving it to me




Esse vício vai me acompanhar até o final dos dias e não preciso nem de rehab (i say no no no)

terça-feira, 15 de julho de 2008

Depoimento de uma viciada em...."IT"
Meu nome é xxxxxxxx, tenho xx anos, sou xxxxxxxxx desempregada e sou dependente de IT. Acho que eu gosto de IT desde que eu me entendo por gente. Na verdade, acho que esse gosto eu tomei do meu pai. Lembro dele me incentivando a usar IT, sem saber ou entender direito as conseqüências que poderia vir a ter.
IT não é o tipo de droga que seja necessária abolir completamente. O grande desafio é controlar a ingestão da quantidade. Pois pra mim, se o IT for do bom mesmo, quem pede um, pede bis.
O efeito é mais ou menos assim: Acalma, preenche aquele vazio provocado pela ansiedade, sacia, um colo de mãe, uma sensação de bem estar pleno.... Aí provoca sonolência, letargia, depressão, culpa ... E aí, pra esquecer: mais IT.
As conseqüências a longo prazo são óbvias.
Um dia eu resolvi me abster completamente de IT por uma semana, nem lembro se consegui levar até o fim, mas lembro bem da sensação que tive no me corpo. Era muito estranho, não parecia ser eu mesma. Alguma coisa estava faltando, estava leve, mas como se algo estivesse prestes a acontecer. Sabe como quando parece que está num corpo estranho, ou um alienígena tomou conta do seu corpo. Sei que isso parece mais “viajandão” do que quando estou turbinada com IT. Mas é que pra mim esse vício já é tão normal, é a minha casa.
Sinto que hoje minhas crises de dependência estão mais controladas. Ainda tomo mais do que deveria, mas acho que já é um sinal de maturidade não atacar 3 vezes por semana (mínimo) pacotes e mais pacotes de IT, como se fosse um bode. As melhores estratégias que desenvolvi foram: comprar em pouca quantidade, ou não ter dinheiro pra comprar, ou estar 24horas rodeada de gente.
O vício é um escape. Um lugar no país das maravilhas, onde a mente pode se distrair das marteladas de preocupações reais ou imaginárias que nos assolam. Todos os viciados (pelo menos os que admitem) sabem que estão desenvolvendo uma doença, um suicídio a longo prazo. Cada um escolhe a sua arma, umas aparentemente inofensivas, outras rápidas e certeiras. A minha é IT, qual é a sua?

by Mazé Portugal

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Tema da semana: Vícios


Parei e pensei: sou viciada?
Acho que não... não uso drogas, só bebo socialmente, não jogo, não fumo... vícios tô fora!!!

Mas não é simples assim rss

Há inúmeros vícios em nossas vidas alguns são básicos, lights, outros nem tanto..


EU Sou uma VICIADA em:


- Espelhos rsss adoro um espelho e ainda mais com uma pinça na mão posso passar horas rss
- Outro vício espremer meus cravinhos, sei que não pode, mas é um vício.
- Vaidade rss Maquiagem uhh já era viciada em batom, rímel, pó, esmaltes... uhhh e agora estou na empresa certa rsss estou perdida com certeza um bom % do meu salário vai em produtinhos de beleza. Acredite na Beleza é a evolução do posicionamento do O Boticário... eu acredito na beleza e nos milagres que os produtos podem fazer :-)


- Sou viciada em docinhos, principalmente depois do almoço... ahhh gente como é bom comer um chocolatinho, uhhhh brigadeirinho uh deu água na boca!
- "Compras" adoro comprar sou mega consumista... já fui bem mais, hoje tento me controlar, mas gente como é bom compraaaar ainda mais em promoções, sou viciada em OFF, Sales, descontos 10, 20, 30, 40, 50% de descontos é irresistível.
- Corrida, caminhada, pedaladas... adoro sair de casa e me movementar... esse é um ótimo vício rss
- Com certeza tenho um montão de vícios que poderia ficar, dias postando no blog ahh blogs é outro vício rsss cinema com pipoca e coca-cola light, séries de TV, desenho animado... ... ...

Mas pra encerrar a minha listinha de vícios... sou uma viciada nos meu amigos, como é bom sair e curtir os amigos é vício que espero não perder nunca!

E viva os bons vícios!



By Aletéia Ferreira (Ale)

domingo, 13 de julho de 2008

Bela casca
Banho tomado. Nua, em pé no meio do quarto. Vinte e três positivos no ar condicionado. Número coincidente ao apontado no Bulova bracelete com pedrinhas, até então sua única vestimenta. Pronta para se montar. Traje preliminar: cremes para a pele. Óleo vegetal com amêndoas da Lâncome, essência de cânfora, para prevenir prurido hiemal e o ressecamento natural daquela noite de inverno. Hidratante pêra Vizcaya para as mãos, com unhas vestidas à tarde por esmalte Bourjois bordô. Recorreu ao potinho onde guardava a mistura de AAS com glicerina líquida e água oxigenada para proteger cotovelos e calcanhares de rachaduras. Aproveitou que estava abaixada e aplicou seu creme para pés Anna Pegova, observando as bem aparadas unhas cobertas de base protetora rosa clara Mavala Barrière. Subiu um pouco mais pelo corpo e massageou com LegSheen de Avotone as bem torneadas pernas, de coxas e panturrilhas esculpidas na Academia Gustavo Borges, depiladas no dia anterior com Silk-épil SoftPerfection, usado também para desenhar o contorno rente na genitália, agora perfumada com desodorante íntimo Racco. Levantou os braços e espalhou ligeiramente o creme aromatizado clareador de axilas Klassis. Aproximou-se do espelho e revestiu suas rugas com preenchedor Biomarine. No contorno dos olhos, Shisedio Skincare Renewing Serum em doses comedidas e aplicadas com excesso de delicadeza. Pontilhou o resto do rosto com pequenas porções cremosas de Dior Capture 30, esparramando-as com as pontas dos dedos, formando círculos ascendentes de dentro para fora da face, até a pele sorvê-las por completo. Por fim, 212 Carolina Herrera na nuca, punhos, colo e atrás dos joelhos.
Calculou a probabilidade de sexo naquela noite. Remota. Preferiu assim um confortável porém conservador corpete de tecido canela com renda e calcinha de algodão Donna Karan. Na gaveta das meias, ficou em dúvida entre a cor da pele Hope, a fumê Dantelle De Millus e a rendada preta Tri Fil. Abriu as portas do guarda-roupa e cogitou a combinação de cada uma com a saia viscolycra grafite La Redoute Essentiels, a ocre com folhos René Derhy ou aquela com efeito ponte Laura Clément. A combinação também deveria levar em conta o casaco: aquele novo alperce com botões em madrepérola Anne Weyburn, o turquesa de quatro bolsos forrado em plush Courrèges ou o em tecido cru de cavas raglan com mates Édéis. Claro, precisava se decidir em como continuar sua combinação na escolha da blusa: uma off white gola alta em coton Timberland Earthkeepers? Ou a vermelha com strass da Forum? Ou a cacharrel listada azul e amarela Thermo Skin Curtlo? Pior seria combinar os sapatos: havia o Makulelê anos 20 em verniz com aplicação de frisos em couro na cor vinho, a bota preta cano curto de biqueira redonda e detalhes em tecido Prada, ou quem sabe o sapato bico fino e peep toe Vizzano. Já estava desistindo de sua regra de três. Tinha ainda de pensar em um cachecol, pois o frio prometia ressuscitar sua laringite. E também luvas, ou ficaria com mãos enrugadas. Para simplificar, poderia optar por uma calça, mas com ela viria o problema do cinto mais adequado. Vestidos estavam fora de cogitação por causa do frio rasgante, por mais que só fosse senti-lo no trajeto do prédio até o carro e do carro até a festa. Percebeu que as combinações cresciam em progressão geométrica, inversamente ao tempo que havia programado para sair de casa. Ainda não tinha nem pensado em qual bolsa usaria, se trocaria de relógio de pulso, se prenderia os cabelos e se permaneceria de lentes de contato ou trocaria pelos óculos de grau para dar um tempo na irritação da pálpebra superior direita.
Analisou como seria a situação lá fora: o motivo da festa era informal, mas o local não; o dono da festa era casual, mas suas três irmãs sabiam de todas as tendências como se morassem em plena Milão. Tinham sobre o piano uma foto com Alexandre Herchcovitch tirada no último SPFW.
Resolveu deixar a escolha das vestimentas para depois. Foi para as gavetas de acessórios. Na primeira, havia os brincos: os rubis e ametistas seriam bem-vindos com as cores mais histriônicas da moda inverno deste ano, o problema estava no design, com muita prata e platina em desenhos excessivamente exóticos e vibrantes, ela ficaria muito primaveril. Seguiu sua regra básica, depositando três pares sobre a cômoda, aos quais logo vieram fazer companhia um trio de braceletes, mais um de anéis e outro de colares. Nessas horas ficava feliz por nunca ter aderido aos piercings. Enquanto apreciava as jóias, partiu para a maquiagem, tirando da quarta gaveta seu estojo da Mac. Mas também ali, rimel, batom, pó, blush, sombra e gloss, tudo dependeria das demais cores de roupas e acessórios. Decidiu então dar um tempo para a moda inverno e canalizar sua atenção para algo que pouco poderia interferir no restante do conjunto: passar rimel. Tirou o pequeno pincel roliço de dentro do tubo e começou a deslizar suas cerdas no conjunto curvilíneo de pêlos da pálpebra superior direita. Foi quando aquela ainda não diagnosticada reação alérgica voltou à tona. Começou a lacrimejar, o que fez o rimel lhe borrar a face. Quando caiu em si, percebeu que também o olho esquerdo escorria. E que a irritação não era com o produto, mas sim com a indecisão e os risos previsíveis caso não chegasse ao evento devidamente becada. Radicalizou. Perdeu o medo dos excessos e escolheu o que de mais agressivo a moda daquele inverno recomendava usar. Bota plataforma cristal vermelha Victoria’s Secret sobre uma calça amarela legging coton Alfred Dunner e uma blusa laranja pólo em ribana de algodão Mink. Irritou-se ao perceber que a barbatana de sustentação do corpete fazia volume por baixo do tecido da blusa. Então, colocou por cima de tudo um casaco de pele de vison legítimo Myra Fur. Para completar, ao invés de cachecol, uma echarpe negra. Enxugou o rosto, maquiou-se discretamente.
Arrumou os cabelos enquanto, em voz alta, tentava se convencer de que estava perfeita. Passou pelos longos fios óleo capilar com oliva e manteiga Real Cream PH4 Alfaparf. Secou, borrifou um anti-frizz não recomendado pela cabeleireira, sacolejou as madeixas e saiu para o mundo. Ao observar-se no espelho do elevador, procurou pela última vez se sentir bem aparamentada, poderosa. No íntimo remoía sua incompetência. Chegava a quase se sentir merecedora do abatedouro ao qual se destinava. Tomou uma decisão: contrataria um personal styler. A própria Glória Kalil, se necessário. Mas nunca mais passaria por aquela humilhação.
Saiu pela porta do prédio, viu o relógio de rua marcando zero grau e encontrou José Adelino: calça jeans Staroup rasgada na altura dos joelhos, cabelos longos e barba por fazer, camisa xadrez amarrotada sem marca e camiseta da Gugas By Company, tênis Adidas temático das Olimpíadas de Barcelona, sem meias, três semanas sem tomar banho, deitado na calçada, morto por hipotermia.




Mario Lopes

sábado, 12 de julho de 2008

O que nunca sai de moda

Não entendo muito de moda. Isso é coisa para a Aletéia, que além de entender muito do assunto é a pessoa que vai as compras comigo. Como não entendo de moda não tenho muito o que escrever sobre o assunto. Então decidi escrever sobre o que NUNCA sai de moda!
Pode ser 1900 e lá vai bolinha ou 2008 o pretinho básico NUNCA sai de moda. E ele é indicado para todas as idades e todas as formas, das magrinhas as cheinhas.
Em 1926 a Vogue Francesa publica um croquí de Chanel, era um vestido preto, reto, simples, com mangas compridas e abaixo do joelho. A revista publica o título "Será um novo Ford".
Em 1947 Dior faz uma releitura da idéia de Chanel e cria o “new look ”. Mas nos anos 60 Givenchy deu nova cara ao pretinho básico o eternizando na personagem de Andrey Hepburn no filme Bonequinha de luxo.
Hoje o preto ou o novo Ford continua senso sucesso. É claro que devemos usar cores ma
s na dúvida é só colocar o preto! Esse sim NUNCA sai de moda!
Josiany Vieira

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Inventário de Inverno





PRA TER NO GUARDA-ROUPA

1. Toca
2. Cachecol
3. Meias de lã 3/4
4. (Tem calcinha de lã?)
5. Casaco 7/8
6. Meia (fio 80)
7. Botas e mais botas e mais botas
8. Segunda pele
9. Pijama de soft
10. Luvas de couro

PRA TER SEMPRE POR PERTO

1. Namorado
2. Cobertor
3. Fogão à lenha
4. Bolsa de água quente
5. Aquecedor
6. Protetor labial
7. Garrafa térmica com chá (ou água quente pro chimarrão)
8. Uma cama
9. Um sofá
10. Um sofá-cama


O QUE TER NA DISPENSA

1. Chocolate do padre
2. Leite quente
3. Vinho e vinho e vinho e vinho
4. Arroz arbóreo
5. Chocolate em barra
6. Chocolate (em caixa)
7. Uma árvore de chocolate
8. Ingredientes para uma sopa
9. Pimenta para a sopa, para o vinho e para o chocolate (hihihi)
10. Alho


AONDE IR (em Curitiba)

1. Acrótona
2. Manjericão
3. Pra perto de uma lareira
4. Pra baixo das cobertas
5. Château de Gazon
6. Edvino
7. Pra frente da TV (com o cobertor e o namorado)
8. Pizzaria Avenida Paulista
9. Pra casa da Déia e do Lipe (com lareira “ligada”)
10. Pro cinema
Mônica

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Descascar, digo, despir


Não gosto de inverno e também não vejo utilidade nenhuma nele. Ao contrário, temos perdas muitas perdas. Perda de dinheiro, de tempo e, o que é pior, de tesão. Perda monetária, pois as roupas de inverno são mais caras e porque gastamos mais na farmácia do que em qualquer outra época do ano. Perda de tempo, pois é difícil sair da cama para fazer qualquer coisa e muita perda desnecessária de tempo no vestir e no despir.
Sério, imagina comigo: tira o jaquetão de “neve”, (que eu adoro branco e ou prata), depois a cacharréu de lã (combinando, o ideal é tom sobre tom), depois a blusa comprida de algodão (geralmente pijama), depois a segunda pele e o sutiã. Vamos para parte de baixo. Segunda sessão: Calça de coro ou jeans. Tem que ser um tecido grosso destes que nos deixa dura, caso contrário ninguém agüenta. Depois a ceroula, depois a meia calça de lã, depois a meia fina três quartos e depois a meia para o pé e, por fim, a calcinha. Fora luvas, botas, toucas e capotes de chuvas que volta e meia também são necessários. Putz, meia hora já foi gasto só para despir. Pior que o banho é vapt vupt, pois ninguém agüenta mais do que cinco minutos peladinha em pêlo. Mesmo com aquecedor ligado e contas de luz catastróficas.
Você já notou que a gente não se olha no inverno. Não se sente, não se percebe. Também, está envolto de tanto pano que nem consegue se achar. Depois a galera não entende porque engorda nesta estação fria. Claro! Não há motivo algum para manter a forma. A não ser a saúde, mas no frio não dá nem vontade de para pensar nisso. Não há exposição. Não há decotes provocantes nem saias curtíssimas, pior: não há nem vontade de dar uma zinha, porque em baixo do endredon sem mil peripécias fica sem graça nenhuma. Só pra dizer que fez também não acho certo, se for para passar frio prefiro ficar sem.
Tive um namorado na época da faculdade que me avisava quando ele queria fazer um programa mais a dois e me dizia incisivamente: Vem com pouca roupa. Afinal quando o cara consegue ver a cor da sua pele já perdeu o tesão. Quaquaquaqua... Agora, nega, que você mais parece uma cebola de tantas camadas, só no próximo verão.

Verônica Pacheco

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Cachecol no inverno

Hoje temos a participação de uma Desaforada X. O texto não é bem sobre moda inverno, mas certamente é de aquecer o coração.


Parafraseando Lya Luft...

“por isso escrevo e escreverei: para instigar o meu leitor imaginário – substituto dos amigos imaginários da infância? – a buscar em si e compartilhar comigo tantas inquietações quanto ao que estamos fazendo com o tempo que nos é dado”.

Aprendemos a fazer tudo pela forma mais complicada e dolorosa. Viver na verdade, não é tão dramático como nos foi passado,e sabe por que nos mostraram assim? Para que ninguém tenha liberdade. Isso mesmo, dizer que a vida é dificil, que viemos aqui para sofrer é uma grande tática para nos prender em padrões, regras, instituições, crenças e medos. Cada um de nós tem condições suficientes, merece ser feliz e livre.
Livre para amar, para escolher o que é bom para si e não conforme reza a igreja, a família, a escola, a sociedade...enfim...escolher conforme toca o nosso coração.
Quando estamos com dificuldades, tendemos a mostrar isso em nosso semblante. Demonstramos nosso cansaço, nosso desespero, nossa frustração. Tudo errado . Coisas ruins atraem coisas ruins.. Se quer uma decisão acertada, coerente, madura, comece agindo dessa forma com você mesma, com seu corpo, no seu trabalho, com sua família, com seus amigos. Cuide da sua imagem externa. O interno e o externo têm uma relação de reciprocidade muito forte, portanto, invista sem medo no seu externo a fim de o interno absorver esse bem estar, essa beleza, esse cuidado.
Não tenha medo de decepcionar as pessoas, na verdade, são elas que criam expectativas, como nós também criamos e estamos sujeitos a decepções e frustações. Então , não se prenda ao que os outros esperam de você e também não espere nada deles. Sim, importante: não espere que te aplaudam por suas decisões, nem que te compreendam, apenas decida conforme sua consciência. Suas decisões estarão prontas para serem comunicadas às pessoas, na medida em que você se sente segura delas, tomadas com tempo, não em momentos conturbados, mas em momentos de tranquilidade. Você vai ver, vai sentir como será fácil se expressar sem rodeios, sem gaguejar.
Podemos ter consciência do quanto é dificil para o outro ouvir nossa verdade. Porém , sem se culpar por dizê-las. Não se contente em fazer os outros felizes se o preço for a sua felicidade. Isso é crueldade ... vai contra a sua natureza “divina”, além de ser temporário, porque mais tarde, você vai cobrar do outro a sua infelicidade.
Ame antes de mais nada você mesma.
Então, se presenteie, se cuide, se aprecie, se cheire, se toque, se dê carinho, se pinte, coma bem, coma colorido, tome bons sucos, beba muita água, ouça música , dance, leia bons livros, elimine de sua vida pessoas negativas, busque companhias agradáveis, chore de saudade, use lençóis limpos, tome sol ( é bom para energizar), use cachecol no inverno, use muito protetor solar, seja autêntica, exponha suas idéias, seja livre, voe longe ....
Seja, simplesmente seja.
Assuma o que você é e sempre foi, mas nunca se tocou que era.



Paula Diniz é jornalista e Desaforada X

terça-feira, 8 de julho de 2008

O IMPRESCINDÍVEL NO INVERNO

Sejamos rápidos e objetivos: tem coisas que não conseguimos viver sem. Ainda mais no Inverno. Pra mim o básico é:
Edredon
Meias de lã
Botas
(até no verão)
Casacos, quanto mais diferentes melhor.
Creme hidratante, batom ou manteiga de cacau
Capuccino
Carboidratos
Musica
(atualmente a mais tocada tem sido a banda belga Vive la fete)
Vídeo-locadora, Tv, dvd ou vídeo-cassete (este faço questão de manter, assim como também radiola, walk-man e dezenas de fitas K7)
Um livro de cabeceira, mesmo que ás vezes demore o inverno inteiro pra ler até o final...rs (atualmente o ótimo Shadows on our Skin de Jennifer Johnston)
Telefone e computador (já que se tem mais preguiça de sair...)
E dormir bem agarradinho de vez em quando...como o Flopy (vencedor do meu BBB).






Eis a namorada dele deste inverno, a Julie. Não, ela não é uma schnauzer, simplesmente é uma maltês meio... punk, gosta de um visual diferente. Sabem como são os adolescentes, né? O Flopy até já me pediu pra cortar o cabelo moicano no verão...pode?
E após um bom namoro de inverno, a primavera promete filhotes...eba...vou ser avó de novo!!!rs
Mazé Portugal

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Tema da Semana: Moda Inverno



E vamos lá que inveeeernooooo, no sul e sudeste é claro, né...
Ahhh vou matar a minha vontade de sumir deste frio... vou viajar muito a trabalho para o Nordeste... eu sei que vc deve estar pensando que chato, né... viajar é muito bom de férias, mas como estou começando no trabalho tudo vai ser ótimo e ainda por cima vou ganhar muitas milhas rssss Férias garantida para curtir o frio rss

A moda inverno 2008 está bem eclética, muito versátil e com muitas cores.
Por que ninguém merece um inverno monocromático... tudo bem o preto é chic, mas preto, marrom, azul marinho enjoooaaaa... é muito sem graça...
Vamos dar cores para o nosso inverno, por que tem que ser tudo cinza deprimente rss

Já chega o cinza do céu, da chuva e dele o friooooo.

O que gostei na moda deste ano foi as cores, meias coloridas, casacos e o show dos cachecóis e acessórios...

As botas são um destaque a parte de todas as cores, gostos e modelos...
Eu comprei a minha básica para o dia a dia... montaria de bico fino, mas sem salto um modelo mega raro. Encontrei depois de rodar muiiiito, achei uma bota com preço justo, sim... isso é importante falar... por que bom gosto está sempre aliado a preço alto. E eu valorizo muito bem o meu dim dim...

Dicas para o final do inverno:
Arrase com uma bela bota, com vestidos coloridos todos os cumprimentos são válidos, meias coloridas é um charme, use a sua criatividade com os cachecóis e lenços e aproveite para curtir o frio com boa companhia, que tal um fondue de queijo, chocolate e um bom vinho não faz mal a ninguém no friozinho ou uma opção mais caseira... filminho, pipoca + chocolate quente rs.

Eu fico com o vinho e o fondue de chocolate rss


By Aletéia Ferreira ( Ale)