domingo, 23 de março de 2008

As 10 regras de ouro para casar com o “Homem pra Casar”


Aqui estão algumas sugestões simples, valiosas e práticas para caçar essa criatura tão rara e cobiçada, o tal “Homem pra Casar”. É difícil encontrar um, mas com certeza eles estão por aí, esperando por você. O texto só não diz onde encontrar, mas aqui vai uma dica: as baladas não são seu habitat natural. Leia, instrua-se, encha-se de coragem e vá à luta:

1) Primeiramente, saiba definir o que é “Homem pra Casar”. Vamos sair das subjetividades e do gosto pessoal para traçar um perfil básico e universal: é um sujeito bem sucedido, bem aparentado, bem humorado, inteligente, sensível, fiel e... bom de cama. Muitas mulheres acham que não, porque isso é atributo de galináceos. Então, aqui vai um alerta na escolha do pacote: quem levar o “Homem pra Casar” sem que nele esteja incluso o “Homem pra Trepar” vai ganhar, de brinde, o “Homem pra Cornear”.
2) Seduza com moderação. Abordar um “Homem pra Casar” é uma arte que exige cuidado. Primeiramente, você pode pensar que ele é bem sucedido porque é arrojado, então gosta de mulheres que avançam. Errado, ele pode achar que você é assim com todos. Bom, então, você chega à conclusão de que ele prefere mulheres difíceis, afinal é um homem de conquistas. Errado, ele pode achar que você está se achando. Na verdade, o “Homem pra Casar” é bem sucedido porque contrabalançou prudência e ousadia nas doses certas. Pelo lado da prudência, não vai querer nada sério com alguém que aparente ser uma fogosa descontrolada; pelo lado da ousadia, vai querer ele próprio preparar o bote na hora certa. O problema é que esse tipo de cara passou (e passa) muito tempo da vida estudando, fazendo patrimônio, levando as coisas a sério, e não teve (nem tem) tempo para exercitar muito bem a arte da sedução. Além disso, como é um gentleman, tem sempre receio de interpretar equivocadamente seus sinais e acabar sendo inconveniente. Então, pode perder o timming e você achar que ele está desinteressado. Sendo assim, facilite as coisas, mostre-se (com discrição) atraída por ele, planeje encontros propícios para o romance, deixe-o falar de si (massageia o ego e revela informações preciosas) e crie situações para aproximá-lo fisicamente de você (o som alto de uma boate pode exigir que vocês conversem bem de pertinho). Na real, tem de fazer com que ele ache que te conquistou, saca? Homem é sempre bobo, mesmo sendo “Homem pra Casar”.
3) Foque o nicho de mercado. Profissionais da área técnica de alto staff são mais “Homem pra Casar” do que os outros. Engenheiros, em especial. Isso porque assumem altos cargos, têm carreira segura por toda a vida, rotina previsível, carga horária convencional e, o principal, vão passar anos a fio em ambientes profissionais cercados de homens, por mais que os avanços femininos tenham levado mulheres a dividir espaço com pedreiros em canteiro de obra e peões em chão de fábrica. Claro que o cara tem de ir a congressos, mas isso é coisa de um finalzinho de semana, passa rápido. E se é “Homem pra Casar” mesmo, você nem precisará temer as famigeradas recepcionistas de stands, porque ele não lhes dará a menor pelota. Profissionais da área de biomédicas: hmmm, talvez, mas cuidado porque médico geralmente é um terror com as colegas de jaleco. Profissionais de humanas: muito cuidado, em especial com advogados, que estão acostumados a trabalhar com, digamos, meias-verdades. Agora, gente das artes, da comunicação ou de eventos, esqueça. Tem muita tentação ao redor, horas a fio de trabalho (aliás, não tem hora pra nada), viagens, festas, badalação, libertinagem, cabeça aberta, contato com gente nova o tempo todo, uhuuuu e etc. Aliás, quem em seu juízo perfeito, numa situação dessas, se tornaria “Homem pra Casar”?!
4) Gerencie o sex appeal. Decotes, saia curta, calça justa? Reserve só para os momentos você-e-ele. “Homem pra Casar” gosta de exibir sua amada para seu círculo social, mas detesta a idéia de ter amigos que, por mais controlados e fiéis que sejam, tenham seus olhos imantados pelas coxas da mãe de seus futuros rebentos. Também tem brotoejas ao pensar que precisará alertar sua musa a não usar aquela camiseta “Suck Me” ao visitarem sua mãe (por mais que a velhinha não saque nada de inglês).
5) Mantenha-se em forma. “Homem pra Casar” chama a atenção por ser bem vestido, enxuto e cheiroso. De gordinho, só tem os zeros na conta bancária (aliás, seu principal charme). Portanto, mantenha a lataria em dia, e mostre que isso não é um lay-out de ocasião. Pratique atividades físicas com regularidade e vista-se bem (e de acordo) mesmo que seja para ir comprar emplastro Sabiá na farmácia da esquina. Aliás, vista-se bem nem que seja para ficar em casa. “Homem pra Casar” não se arrisca a ir para o altar com alguém que, no dia seguinte, estará cortando as unhas dos pés na sala, com bobs no cabelo e o culote escapando pela calça de moleton descosturada na lateral. Brrrrr...
6) Seja sociável mas não “dada”. Em especial com seus amigos e com amigos e primos dele. Modere nos abraços, beijos, risos e afagos. Cuidado também com papos que esbarrem na intimidade. Um simples “vou fazer xixi” em público pode causar incômodo. O “Homem pra Casar” sabe que tem um enorme potencial para se tornar personagem de Nelson Rodrigues, afinal é bom moço, trabalhador, sério e cuidadoso com sua amada, ao ponto de ela poder no futuro cansar de seus carinhos. Afinal, tudo que é perfeito demais enjoa. Além do mais, como passará muito tempo buscando fazer dinheiro para sua prole, tem noção de que deixará a esposa livre e solta pelo mundo, seja em casa ou passando o feriado longe dele na praia – ocasiões mais que propícias para encontrar um tentador affair. Ricardão está para o “Homem pra Casar” assim como Lex Luthor está para o Superman. Não queira você parecer kryptonita, OK, Lois Lane?
7) Não faça joguinhos. Mulher costuma acreditar que o homem a valoriza mais se perceber que há chance de perdê-la. Isso pode valer com algumas espécies, mas não com o “Homem pra Casar”. Com ele, ou se confia, ou se confia. Se você o deixar inseguro, prepare-se para ir atrás de outro “Homem pra Casar”. Essa raça se deu bem na vida porque aprendeu a ser seletiva, e não vai arriscar justamente com quem dividirá o próprio leito. Quer joguinhos? Vá a uma sex shop.
8) Não seja pudica no sexo. Supostamente, “Homem pra Casar” é um ser monogâmico. Se é para atravessar o resto da sua vida com uma única mulher, não vai querer que ela seja limitada. Seria o mesmo que fazer uma viagem imensa com um carro que não passa de 80 km/h. Esqueça a bobagem de “o que ele vai pensar de mim?”. Trata-se de um sujeito maduro, inteligente, não vai confundir as coisas, muito menos achar que você bate ponto na praça Ouvidor Pardinho. Se acha isso, é um machista. E machista não é “Homem pra Casar”.
9) Passe no ISO 9000 dele. Mostre que você gosta de crianças e de vida familiar. Trate muito bem a mãe dele (lembre-se que a melhor forma de saber se um homem é “Homem pra Casar” está em observar como ele cuida de sua progenitora). Seja carinhosa. Sempre. Se você lhe fizer cafuné depois de um almoço de domingo, terá de fazer ad eternum, ou pelo menos com alguma regularidade. “Homem pra Casar” está muito atento a performance, porque é o que faz em sua rotina profissional. Desempenho em declínio é indicativo de falência certa. Casamento não deixa de ser um tipo de business, e ele não vai correr o risco de ter uma sócia desalinhada com o plano de negócio.
10) Certifique-se, antes de tudo, que você é “Mulher pra Casar”. Senão, esqueça todas as demais regras. Não vão funcionar.




Mario Lopes

sábado, 22 de março de 2008

Homem para casar! Cadê???


Não importa a idade, religião e questão financeira, toda mulher quer casar! Umas querem casar de noiva, com aquele vestido perfeito, no lugar perfeito e com o homem perfeito (eu faço parte deste time) e outras não precisam de todo esse fru-fru e só assinar o contrato de união estável está bom.
O motivo para as “caretinhas” casarem é o amor.. já para as “moderninhas” podem ser vários como: precisa de alguém par ajudar a pagar as contas, o namorado está indo embora e ela precisa assumir a relação para ir junto, ficou grávida, o porteiro do prédio menciona que ela é a mocinha que vive com o moço do 12º andar e não que é a mulher dele – daí ela casa (hehe parece brincadeira mas tenho uma amiga que casou assim. E é bem feliz!), etc.
Como deu para perceber, não importa o motivo, todas querem casar! Mas cadê o homem para casar? É artigo de luxo e quem encontra não diz onde.
A procura do homem para casar é tão importante para as mulheres que a Universidade de Chicago fez um estudo, publicado na revista britânica “Proocedings of the Royal Society”, relatando como a mulher encontra o parceiro PARA CASAR. De acordo com o estudo, o rosto masculino indica quem é o homem para a mulher investir e agarrar!
Rostos com traços mais masculinos são os preferidos para uma relação casual (só sexo e nada de compromisso) pois se associam com maiores níveis de testosterona (hum, interessante!!!). Enquanto o homem para iniciar uma família são aqueles com traços infantis, ao estilo Leonardo Di Caprio.
Vixi... de acordo com este estudo eu não vou casar nunca! Não gosto de homens estilo Leonardo Di Caprio (está certo que a Gisele – uma das mulheres mais bonitas do mundo – agarrou ele) mas meu estilo é mais os testosteronados, como Antonio Banderas, Brad Pitt, Reinaldo Gianechini, etc!
Mesmo lendo a pesquisa eu não consigo procurar o homem para casar assim. Como falei no começo do texto eu sou a caretinha! O homem para casar pra mim é aquele: companheiro, simpático, trabalhador, que cuida da mulher mas não a sufoca, aquele que dá flores mesmo quando não tem motivos, aquele que manda mensagens só para dar oi, compreensivo, aquele que te faz sentir amor, rir mais que chorar e que faz as coisas para estar ao seu lado e te ver feliz...
Esse homem existe? Acredito que sim! E sei que todas as mulheres vão achar o seu no momento ideal é só saber procurar J. Enquanto isso é bom estar feliz e fazer as coisas que gosta. Para quando encontrar a pessoa certa ela também seja feliz ao seu lado

Josiany Vieira

sexta-feira, 21 de março de 2008

Tem que escolher um só?



Fiquei uma noite sem dormir mudando de marido. Fala sério gente, não dá pra escolher um só. Homem pra casar? Aff! Pensava: Fulano é bom partido por causa disso e daquilo; mas, Sicrano também é ‘partido’, por outros tantos motivos. Ah, tem também o Beltrano que tem tudo a ver comigo. Enfim, há muitos homens que eu admiro e cada um por uma razão diferente.
Então, diante de toda essa crise e na tentativa de facilitar as coisas, virei uma árabe feminista (ao cubo). Intitulei-me sultana de um micro país chamado Falônicos do Sul. Lá construí meu palácio, chamei alguns ‘partidos’ e ele começaram a chegar.

"Odalisco" n. 1: o americano James Dean, sim, porque é impossível resistir àqueles olhos claros, aquela cara linda e safada e todo aquele jeitinho de garoto rebelde e angustiado com a juventude. Com ele eu me exibo vez ou outra em um carro veloz (mas não muito, né James), ou, o coloco sentadinho em algum canto, só para admirá-lo.
"Odalisco" Segundo: outro americano. Fred Astaire. Ele me leva aos bailes, às pistas de dança ou simplesmente dança comigo em uma das tantas salas do meu palácio, quando eu tenho vontade e assim desejo.

John Coltrane e Carlos Gardel. Sim, porque eu preciso de boa música para aquietar a alma e para dançar com Fred Astaire. Já imaginou? Misturar os solos de sax de John com a voz de Gardel? Só aqui em Falônicos do Sul isso é possível.

O sueco Ingmar Bergman escreve roteiros e dirige seus filmes repletos de erotismo, só pra mim. Mas isso só depois que eu aprovo o roteiro.

Para os momentos de leitura já estou com um bom escalão: Jorge Luís Borges já se instalou por aqui com suas histórias fantásticas; Ernest Hemingway também lê ao pé do meu ouvido sua literatura jornalística; Aldous Huxley me instigando a criatividade; Pablo Neruda e Mario Quintana além de lerem suas poesias, que tanto me agradam, também me fazem alguns versos; Edgar Alan Poe me surpreende sempre com algum conto e, por último, Jack Kerouac e a contra-cultura americana. Algumas vezes vamos até o Big Sur e passeamos de pés descalços pelas encostas do Pacífico.

Alfred Kinsey, ah, ele não poderia faltar. Sexólogo responsável pela maior pesquisa sobre comportamento sexual de homens e mulheres. Reza a lenda que ele inclusive praticava sexo com os(as) voluntários(as) que participavam das suas pesquisas. Sim, morram de inveja, todo esse conhecimento só pra mim.

Já tenho também alguns artistas, dos mais diversos estilos, que estão decorando salas do palácio e "fazendo arte" pra mim: Roy Lichtenstein com sua pop-arte; Gustav Klimt responsável por alguns mosaicos e murais do meu palácio; Monet com seu impressionismo; não poderiam faltar o Guido Crepax com seus quadrinhos eróticos e o fotógrafo Robert Capa, que além de talentoso é lindo.

Ernesto Guevara escolhido porque é lindo e amo os revolucionários e eles me dão tesão.
Para as noites que preciso de mais conhecimento, filosofo com Michel Foucault, Jean-Paul Sartre (a Simone que me desculpe) e Friedrich Nietzsche (eu estou conseguindo fazer ele perder o ódio que sente pelas mulheres rapidinho, quer dizer, não sei. Talvez a raiva esteja aumentando).
Pra terminar: Virgulino Ferreiro da Silva, vulgo Lampião, para as vinganças mais sangrentas, se necessárias. Vai que alguém inventa de roubar meus odaliscos... Ah, aproveito para deixar claro que não admitirei furtos em minha propriedade, nem paparazzi, e que os meus castigos deixarão até Lampião sem graça.

Enquanto isso, em algum canto do palácio...

— Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso. (...) Neruda lia esse poema muito calmamente, quando tudo começou.

— Neruda pára com essa melação e venha me ajudar. Alguém roubou a porra da minha caixa de charutos. No mínimo foi aquele argentino filho da puta metido a revolucionário. - Falou Robert Capa, indiguinadíssimo.

— Ei, mais respeito aqui dentro. Quem manda nessa pindaíba aqui, ainda sou eu. - Grito eu ainda mais alto.

— Minha flor do cerrado, se tu quizé eu arranco os bago desses baitola aqui e como com sal - disse Lampião.

— Não carece ainda Lampião. Não se avexe tanto.

— Fui eu mesmo. Grita Ernesto, e digo mais, endurecer sim, mas, perder a ternura jamais. Se alguém aqui quer brigar, brigaremos senhores.

— Aquilo que eu sempre disse, vai ter-te com uma mulher, levas um chicote. A culpada é ela. - Gritou Nietzsche apontando duramente para mim - Aonde já se viu, nos reunir aqui, homens tão diferentes. Isso é um abuso. Essa louca trouxe pra cá os homens mais célebres de todos os tempos, por pura vaidade. Alguém aqui está contente? Em dividi-la? Eu já estou quase comprando a minha passagem de volta.

— É verdade. Além da superlotação é impossível viver aqui, com essas diferenças de estilos e ideologias. Acho que devemos fazer uma assembéia, e você, Sultona, deverá escolher apenas um de nós - ataca Huxley.

— Ah, mas como? Não poderia optar só por um. Cada um de vocês tem os predicados que considero importante. Não poderia achar tudo isso em um homem só. Sejam bonzinhos. Não façam isso comigo. Se for pra escolher um só, prefiro ficar sem nenhum. - Falei isso achando que mobilizaria os meus meninos...que nada...

— Ei, esperem, onde vocês estão indo? Não, não, fiquem. Gente, calmaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, vamos conversar melhor sobre isso. As coisas não podem ser assim, ei, tou falando com vocêssssssssssss ...




Mônica Wojciechowski

quinta-feira, 20 de março de 2008

Como música


O homem para casar. (...) Nossa, que missão escrever sobre ele. Será que este príncipe existe ou será que é fruto da minha imaginação?

Vamos lá, não custa nada, tentar:

O homem para casar, a meu ver, tem que ter uma excelente educação. Ter valores que transbordam o espaço viável para este quesito. Tem que sempre abrir a porta do carro e da casa. Eu disse sempre, não só na primeira semana, ou no primeiro encontro, como é a praxe do senso comum da macharada por aí. Abrir, aliás, todas as portas e deixar você passar por primeiro, sempre. Afinal, quem é educado é educado o tempo todo e não apenas em um espaço de tempo curto de uma conquista.

Ele deve sempre se preocupar com o outro. Mas nunca se descuida de si.

Deve ser ecologicamente correto, separar o lixo, manter tudo em casa organizado e limpo. Ser daqueles que não só não colocam a toalha molhada em cima da cama, como ainda tem o conjunto completo de banho, e ainda cuidam para usar tudo combinandinho.

Deve gostar de comer, mas comer pouco e comer bem, pois se preocupar com a principal ferramenta que tem, seu “corpítcho”, é essencial. Ele deve ficar atento a cada rótulo. Orgânicos e integrais é o que não deve faltar na sua geladeira.

Por falar em corpíticho. O Homem para Casar tem que ser esportista. Claro. Afinal não quero ser viúva tão cedo e de preferência nunca. Como irei viver mais de 90 anos para poder ler o que meus colegas historiadores escreverão sobre os bafões que rolam na política e na economia dos dias em que vivo hoje, ele precisará ter muita saúde para me acompanhar nesta longa trajetória. Para isso, nada melhor do que a prática esportiva. De preferência aqueles esportes orientais que além de nos dar saúde interna e externa ainda nos dão valores para vida.

Este homem também deve ser um belo intelectual, cultura e erudição não podem faltar. Afinal, qual mulher não tem tesão por cérebro? Uma pessoa para ficar ao nosso lado tem que ser guindaste e não âncora. Temos que, a cada dia, aprender alguma coisa com ele. Nem que seja uma cultura inútil sobre a etiqueta da tecnologia.

Também não pode só ficar na palavra, tem que partir para a ação. Homem para Casar tem ser Macho Provedor. Nem acredito que estou escrevendo isso, mas sempre fui eu contra o mundo em relação a este assunto, e ainda estes dias tive que engolir a seco que eu sou romântica e ingênua pensando assim. Argh! Tudo menos ingênua. Por isso estou revendo seriamente meus conceitos em querer ter um Macho Provedor a meu lado. Pensando bem não deve ser tão ruim assim ser sustentada por um homem que não o meu pai.

Agora um ponto crucial que o Homem pra Casar deve ter é um desejo louco por mim. Um olhar esbugalhado pelo meu ser. Ele deve gostar de admirar sua fêmea nos enlaces do amor animal. Deve conhecer o corpo de uma mulher detalhadamente. Célula por célula. E, se possível, ter um nome que ao ser pronunciado soe como música aos meus ouvidos.



Verônica Pacheco

quarta-feira, 19 de março de 2008

Homem para casar? tô fora!

o nerd/geek do filme namorada de aluguel é bem "casável"

Confesso que o tema dessa semana não faz muito a minha cabeça e que não sou a pessoa "correta" para falar do assunto. Nunca fiz o tipo "moçoila casadora" rs na acepção original do termo. Sempre me preocupei muito mais em viver a minha própria vida (curtir, sair, obter conhecimento, viajar, etc) do que encontrar o tal do "príncipe encantado" que é mais um daqueles engodos que o imaginário coletivo nos prega. Para começar que acho esse termo "homem para casar" tão pejorativo quanto o "mulher para casar", pois parte do pressuposto que dividimos as pessoas em categorias que são por demais complexas para serem reduzidas em rótulos como produtos.

Primeiro que apesar de sempre ter adorado estar "in love", nunca fiz planos sobre casamento. Cerimônia religiosa? Aff nem pensar. Sou anti-religiosa por natureza e nunca me imaginei dentro de um vestido branco com cara de chantilly professando uma fé que não tenho. Casar no civil? Só se for por algum motivo "obrigatório", do tipo levar o marido junto quando for pedir uma bolsa de pesquisa para outro país. Eu sinceramente nunca liguei a mínima para aliança, papéis e todo esse lero lero que nós enquanto sociedade achamos super normais. O que não quer dizer que não acredite no amor. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Porque amor não prescinde de todo esse entorno burocrático, amor simplesmente acontece e ai é que a convivência acaba tornando-se necessária.

Mas de volta ao tal do "homem para casar", não há fórmulas passíveis de serem aplicadas e quem diz que há, só o faz para vender livro de auto-ajuda para mulheres desesperadas. Eu suspeito dos "homens para casar" ou melhor dos homens que aparentam estar desesperados para casar e que possuem um discurso pronto todo bonitinho. E olhem nessa minha vida cheia de idas e vindas , já conheci dois que faziam essa linha: pinta de bom moço, papinho para agradar a sogra, posando de super responsáveis, entre outros atributos "socialmente louváveis". No fundo eram uns malas sem alça, controladores, machistas, chatos, egoístas. Sinceramente? Foram duas das pessoas mais tediosas e sem graça que já conheci.

Felizmente o mundo é feito dessas diferenças e uma lista de predicados idealizados jamais substituirá o "real". Encontrei meu "homem para casar" (argh para esse termo rs) entre as batidas quebradas do drum n´bass, ambos sem grana, sem nada a perder, sem pretensões. Só queríamos nos divertir enquanto a festa não acabasse e vejam só faz quase cinco anos... ou seja, depois de tanto relutar (nessa época, nem namorar eu queria pois estava envolvida com minha tese de doutorado) me vejo em uma relação doméstica e estável que inclui não abdicar das vidas individuais - relacionamento sufocante ninguém merece! os amigos são os únicos que ficam ao findar de uma relação - tampouco das coisas que gostamos de fazer juntos. Além disso, tem que aturar os meus surtos ao ficar ouvindo a mesma música mil vezes, meus momentos workaholics, tem que ser pragmático e não ser chegado em senso comum. Ah e tem que gostar de tecnologia e de cultura pop. Assim, justifico meu título do post, afirmando que o imaginário do "homem para casar" nunca me atraiu. Homem é para experimentar e amar. E, como diz aquele clichezão do Vinicius de Moraes: "que seja eterno enquanto dure".

Lady A.

terça-feira, 18 de março de 2008

George Clooney pra casar

Era uma vez uma garota de 17 anos, chamada Chiquinha, que morava no interior. Ela era muito inteligente, já estudava pra ser professora e tinha muitos planos e sonhos para o futuro. Por incrível que pareça, ela acreditava em Papai Noel, então resolveu escrever uma cartinha:
- Papai Noel, está chegando a hora de eu encontrar o homem certo pra casar. Então aí vão apenas algumas características imprescindíveis: charmoso, bonito e gostoso como George Clooney, inteligente, cheiroso, bem resolvido profissional e financeiramente (rico), trabalhador na medida certa, carinhoso, generoso, bem-humorado, paciente, compreensivo, honesto, super fiel, sem relacionamentos anteriores, que me dê vários orgasmos, e filhos perfeitos que só tragam alegria.

Passados poucos anos ela conheceu seu primo de segundo grau, Joãozinho. Quando ele a fitava, seu coração disparava. Passavam dias e noites se divertindo em longas conversas, e os beijos roubados a deixavam arrepiada. Ele logo se confessou apaixonado. Mas Chiquinha não se deixou levar: - Eita, esse João não tem onde cair morto, não tem nem 2o.grau, é baixinho, peludo demais, feinho e aquele péssimo hábito, divertido só pra ele, de soltar pum. Deus me livre, me envolver seriamente com ele. O homem certo ainda vai chegar.
Chiquinha foi pra cidade grande sempre carregando seu pôster do George Clooney. Os anos passaram e ao retornar ao interior, ela já era D.Francisca. Senhora doutora professora do Estado, mas...ainda virgem. Seu João tinha se tornado um empreendedor de sucesso, dono da maior rede de supermercados da cidade, casado com a Ana Maria Brega da região e com dois filhos lindos. Ao encontrar D.Francisca, ele foi educado, mas logo devotou sua atenção à família.
D. Francisca, hoje aos 70 anos, mora com a irmã viúva e os sobrinhos. Seu pôster do George Clooney virou jogo de tiro ao alvo das crianças. E ela passa os dias à janela... Esperando o presente do Papai Noel chegar? Não, fazendo fofoca dos vizinhos mesmo.



By Mazé Portugal

segunda-feira, 17 de março de 2008

Onde está o príncipe encantado?

Tema da semana é HOMEM PRA CASAR: OU ? OU !
Branca de neve, Rapunzel, Bela adormecida...final feliz!
Onde está o princípe?
Como uma boa estrategista de marketing tudo deve começar com a análise do ambiente...
E pra isso temos algumas ferramentas entre elas o Swot ou versão brasileira o "FOFA" onde fazemos o brainstorm ou como dizem os mineiros um “toró de idéias”.
Coloque no papel seus Pontos Fortes, Fracos, suas Ameaças e suas Oportunidades e faça essa análise com o tal “homem pra casar” – cruze as informações e boa sorte! O mercado está aí.

Ahhh se fosse simples assim... minhas amigas não estariam estressadas depois dos 3.0 rss
O homem pra casar tem que ter afinidades, gostar de no mínimo 80% das coisas que você goste de fazer, comer, viajar, crianças, personalidade...
Aquela estória que opostos se atraem não é assim 100% prática, no começo pode atrair, mas por quanto tempo? Ninguém quer um casamento descartável... ou quer?

O homem pra casar tem que gostar de ir ao cinema, de ver filminho água com açúcar, desenho animado, comer pipoca, coca-light, curtir um bom vinho, viajar, fazer trilha, pedalar, ficar em casa vendo séries na tv, filminhos no dvd, fazer algum exercício, comer massa, carne e principalmente me paparicar, cuidar de mim e me amar. Eu já achei o meu homem pra casar, me separei , voltei... final feliz, só em conto de fadas.

O homem perfeito ou pra casar não existe... o que temos são homens que como nós possuem defeitos, alguns, vários ou milhões, são eternas crianças... e viva a vida! Faz parte do pacote...

Dica para achar o homem pra casar: não procure demais, ele vai te achar, precisa ter um pouco de paciência, sem pânico, pois eles sentem o cheiro e fogem, mas também não dá pra ficar em casa esperando ele bater na sua porta, bem só se ele for o entregador de pizza, o carteiro... rs

Saia, caminhe, pedale, vá ao cinema, shopping, bares, baladas, no trabalho, nas ruas, no sinal de trânsito olhe para o carro do lado, paquere não faz mal a ninguém... estou casada há 7 anos e conheci meu gato assim, de madrugada no sinal paquerando minha amiga, mas quem ganhou a paquera fui eu hahah.

O homem pra casar também está procurando uma mulher pra casar, morar junto, dividir os momentos de felicidades, a pipoca, o chocolate quente, o vinho, as contas, viajar, sonhar, ter filhos...

E enquanto não encontra o seu principe, amorzao, amorzinho, sherek, coelhinho, dog... e por aí vai os apelidos carinhosos rss

Viva a vida, seja feliz com sua família e principalmente com seus amigos, pois estes sempre estarão do seu lado em todas as fases da sua VIDA!

Bjks

by Aletéia Ferreira (ALE)

sábado, 15 de março de 2008

Чеченская Республика 1997


- Sabe por que eu estou aqui, Doutor?
- Mônica, pela última vez: não vou mudar seu anti-conceptivo, porque não é ele que está te engordando. Sou seu ginecologista, não seu endocrinologista.
- Errou. Mais uma chance.
- ... Papa Nicolau?
- Não. Presidente Clinton.
- Você veio aqui para uma consulta ou para discutir política e religião?!
- Tá bom, vou explicar. A resposta está nesta sacola.
- Brrrrrr... ela está gelada. O que tem dentro?
- Abra.
- Um vestido?
- Sim. E é o vestido mais valioso do mundo. Examine-o.
- Está com cheiro de água sanitária. Você o lavou?
- Não, é esperma.
- Eca!
- Ai, não precisava jogar no chão, né?!
- Você devia ter ido a um urologista.
- Doutor, vou explicar de uma vez: esse é o esperma do Presidente.
- E você roubou o vestido da Hillary?!
- Tá difícil. Não, o vestido é meu. Você sabe que sou estagiária da Casa Branca.
- E o homem mais poderoso do mundo não conhece lencinho de papel, toalha, papel higiênico, cortina...
- Ai, ai. Doutor, não importa. O fato é que eu quero ser inseminada com esse esperma.
- Como assim?! Por que?!
- Eu ouvi falar que dá pra tirar o DNA de um espermatozóide e botar no meu óvulo, não dá?
- Você quer um... clone?!
- Não viu Jurassic Park, Doutor?
- Hmmm... acho que eu estava num congresso de medicina quando passou no cinema.
- Pegasse em DVD.
- Vou seguir o conselho, obrigado.
- Mas voltando ao assunto: os espermatozóides estão aí, congeladinhos.
- E como teve essa idéia... brilhante?
- Há uns dois anos tentei outro método com um ex-namorado, mas me engasguei antes de jogar no potinho.
- Mônica, não sei se o que você está querendo é uma aberração científica ou moral.
- Ah, sem essa, Doutor. Todo mundo sabe que todo presidente tem amante. Dizem que o Kennedy tinha até um túnel secreto para encontrar a Marilyn.
- Ligando Washington a Los Angeles, né?
- A Hollywood, Doutor, derrrr!!
- Mônica, a única coisa fértil por aqui é sua imaginação, esses espermatozóides estão todos mortos.
- Então... esse vestido não serve para porra nenhuma?...
- Leve-o para casa e queime-o.
- Nunca. Vou usá-lo no aniversário da Primeira Dama?
- O que você tem contra ela?
- Ah, confesso que invejo o jeito que se veste, é muito bom gosto. E ela se acha a dona do mundo.
- Um dia pode vir a ser.
- A Hillary?! Não seja hilário, Doutor.
- E por que não?
- Ah, sim, claro. E vamos imaginar o concorrente dela: que tal o Michael Jackson? Não, poderia ser o Omar Kadafi. Não, melhor ainda: que tal um negro com nome árabe?
- Chega, Mônica. Olha, vou te receitar esse calmante e cama. Cama para dormir, entendeu?
- E eu vou te presentear com este charuto.
- Hmmm... que aroma bom. Cuba?
- Não, Chechênia.
- Parece familiar.
- Fume com moderação, tabaco não combina com medicina.
- Pode deixar, eu fumo mas não trago.
- Dá aqui a sacola.
- Mande lembranças à Primeira Dama?
- Ela te conhece?
- Fui ginecologista dela. Mundo pequeno né?
- Bastante. E ele dá voltas.
- Ô.
- Bom, Doutor, vou indo.
- Volte sempre, Mônica.
- Obrigada.
- Ah, uma última coisa: os charutos da Primeira Dama também são da Chechênia.
Mario Lopes

quinta-feira, 13 de março de 2008

Hillary por outro ângulo


Que tal pensarmos diferente? Um novo olhar sobre a Hillary. Vamos, a partir de hoje, observá-la como uma mulher e não como a esposa de alguém. Mesmo que este alguém seja o ex-presidente dos Estados Unidos. Ela é um ser humano, antes de ser esposa, mãe, filha, amiga, vizinha etc. Nasceu sozinha e morrerá sozinha. Se algum dia ela foi “ligada” a alguém, esta pessoa foi sua mãe, através do cordão umbilical, mas por muito pouco tempo e já há alguns anos não mais o é.
Prefiro pensar que ela usa a imagem e o poder do marido em benefício próprio. Como em um game. Durante um jogo de bola qualquer, a bola é a principal atração. Todos se esmeram em dominá-la. Todos olham em sua direção, mas após um dos times vencer, ela só é lembrada pela "Turma do Staff" na hora de ser recolhida e colocada de lado, em uma simples cesta. Ou seja, quando Hillary chegar ao topo do país mais poderoso do mundo (e tem grandes chances) poderá escrever a sua história. Em um pequeno pé de página estará escrito que ela foi esposa de Bill Clinton. (ponto) Ora, ora, quem ainda não se tocou que a história é escrita pelos vencedores? Eu até imagino daqui a alguns anos, eu velhinha me deliciando com o que meus colegas historiadores vão escrever sobre este bafão. Hehehe... Vejam esta versão: - O mundo dominado pelas mulheres teve início na presidência de Hillary Diane Rodham, em 2008. Mulher astuta e inteligente, mesmo que digam que ela chegou ao poder no vácuo de seu marido isso não a impediu de mostrar a que veio e blábláblá.
Se esta é sua estratégia original, também deveremos aplaudi-la de pé, já que ela sabe muito bem usar as armas que tem a seu favor.

Verônica Pacheco

Os ensinamentos de Hillary


Posar de feminista, hoje em dia, é fácil. Assumir o papel de moças “más”, daquelas que trabalham duro, são independentes, não precisam de ninguém para pagar as contas da casa, transam com quem bem entendem e não querem casar é fichinha pra qualquer mulher moderna. O difícil hoje é ser boazinha, gente.

Ainda hoje, Hillary carrega o rótulo de “mulherzinha”. Afinal, ela perdoou o marido depois de ele ter comido a estagiária. Em dias que se é normal transar na praia e sair com uma alga pendurada na sunga para disfarçar o ‘membro’ duro, não se pode assumir um corno em rede nacional, isso é sinal de derrota. Perdoar é sinal de franqueza.

Será que a imagem de boa moça que Hillary assumiu não foi pura estratégia? Pra mim, a ex-primeira dama é muito “da esperta”, isso sim. Agüentar a imprensa contando detalhes do boquete da estagiária, depois perdoar o marido publicamente e continuar a apóiá-lo não é pra qualquer uma. Como diria Maquiavel, "os fins justificam os meios".

Em 2001 foi eleita senadora, com o marido servindo de cabo eleitoral. Hoje, candidata democrata a presidencia dos Estados Unidos é acusada de machorrona por causa dos terninhos que usa e, quando chora, dizem que são lágrimas de crocodilo, mas, continua com a imagem fortalecida. É o que mostram as pesquisas.

Pelo que contam, Hillary foi criada em uma família rígida, onde “fraqueza de caráter” era inaceitável. Por causa da criação, desenvolveu uma personalidade forte. Por isso, toma tanta cacetada e não desmorona.

‘Mulherzinha’ somos nós, meras mortais que arrumam a mala e vão embora quando o marido deixa a tampa da privada levantada ou olha para as pernas da faxineira. Saber perdoar um corno e não dar a mínima para a foto em close aparecendo as 802 rugas da cara é só para quem quer chegar a presidência e passa por cima do próprio orgulho para conseguir o que quer.

Palmas para Hillary. Ela é uma mulher que tem culhão.



Mônica Valentina W.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Hillary: ícone pop?


Será que teremos uma mulher no cargo político mais importante do planeta Terra? Ainda não sabemos, mas não é a política que me interessa e sim o ícone Hillary. A ex-primeira dama e "mulher traída" de Bill Clinton está nas capas de revista, em todo o lugar. Mas qual é o fator de atração dessa mulher sisuda e inteligente ? Em 2000, tive uma professora do mestrado que era fanática por ela, gravava até seus discursos. Talvez porque ela se identificasse com a sólida formação de Hill ... ou pelo menos era o que ela dizia. Nunca compreendi muito bem.

Por ser uma mulher de um caráter "masculinizado" (ou pelo menos a partir da imagem midiática que temos dela), mulher fálica diriam os psicanalistas... Hillary nunca agradou muito a uma massa de mulheres, a não ser no fatídico episódio bem maquinado das desculpas esfarrapadas de Bill ("aquele que fumou maconha mas não tragou" hehehe). Nessa campanha ela vem surpreendendo e arriscou até algumas lágrimas (de crocodilo diriam alguns) talvez para amenizar o lado "tough lady". Hillary não tem o apelo fashion e amiga de celebridades de uma Lady Di para se transformar em celebridade cultuada, mas é inegável que tem personalidade e que usa artifícios e estratagemas bastante cerebrais em suas maquinações políticas. Dizem as más línguas que ela já governou os EUA por 8 anos, no entanto acho difícil ela ganhar do politicamente correto e carismático Obama. Especulações à parte, ela é uma figura que gera reações ame ou odeie e isso gera material midiatizável. Contudo, ainda prefiro Hillary à famigerada Tipper Gore (mulher caretésima de Al Gore que inventou os selinhos de Parental Advisor, aqueles que dizem que as letras de música contém letras não-apropriadas)...

Era isso,

Lady A.

terça-feira, 11 de março de 2008

Hillary 2008?

Claro, pra nós mulheres, pretensamente feministas, é o máximo pensar que uma mulher inteligente, culta, interessante e especialmente preparada poderá estar no poder da grande potência mundial. Alguém que, como nós, deverá ter sensibilidade e coragem o suficiente para cuidar de um país desgastado pós era “Bush from Hell”...rsrs
Mas, felizmente e infelizmente, o nome da Hillary está associado necessariamente a Bill Clinton, e ao controvertido caso com a estagiária “fofys” Lewinski. Aliás, fala sério, alguém acredita de verdade que a Hillary não sabia que o tarado do marido tinha casos extra-conjugais? Provavelmente, ela até incentivava esse comportamento, pois assim ele a deixava em paz. Depois de 30 anos, ela estava mais interessada na carreira e em causas mais nobres. Eu posso imaginar a reação dela quando a imprensa noticiou o caso:

Hillary invadindo escritório de Bill.
- Seu idiota, será possível que você não podia escolher uma piranha mais discreta?
- Oh my darling, oh my darling Hillary....Desculpe, é que ela era tão...tão safadinha, humm...você precisava experimentar…
- Cala a boca, imbecil. Deixe-me pensar um pouco... Bom, o melhor é você assumir essa fraqueza, comum à raça masculina. Use sua cara de cachorrinho arrependido em todas as entrevistas e peça pra maquiadora colocar umas boas olheiras. Quanto a mim... Chame todos os nossos assessores. Mande fazer uma pesquisa pra saber a porcentagem de mulheres americanas casadas e donas de casa submissas e de mulheres independentes com alta auto-estima.


Bom, não preciso dizer qual foi o resultado da pesquisa, né?
Por tudo isso e muito mais, estou convencida que ela é A MULHER.


Embora às vezes pareça o Bozo fantasiado ou um alienígena vivendo secretamente nos EUA que os “Men In Black” ainda não descobriram. Dá uma olhadinha nessas fotos .


Mas por outro lado, embora não tão experiente, é impossível não se encantar com o charme de um homem educado, que transpira humanidade, que racialmente pode representar um exemplo de liberdade e, ainda por cima, tem uma mulher que parece se preocupar mais com a saúde dele do que com o poder. Come on, Mr. Obama. Show us your best virtues and all your humanity! Oh, yes, yes, yeeeesssss!!!
By Mazé Portugal

segunda-feira, 10 de março de 2008

O Comportamento de Hillary Clinton


O que aconteceria, cara leitora, se de repente você descobrisse a traição de seu marido? Ou você, caro leitor, se descobrisse a traição de sua mulher?
O fato é que homens e mulheres, não estão preparados para isso. Neste momento, cabe a pergunta: alguém entre nós mortais racionais está?
Quando nos deparamos vivendo a tal situação, muitas vezes somos tomados por vários tipos de sentimentos: a raiva, o ódio, o desejo de vingança, a vontade é de bater, de gritar... e até de matar.
Após a fase da histeria, bate a frustração, e surge o sentimento de incapacidade que, juntamente com a rejeição, nos ocasiona um forte desequilíbrio emocional. É aí que surge a capacidade ou não de superação do ser humano. Ser massacrado por esses sentimentos ou expurgá-los de nossa bagagem emocional e dar a volta por cima?
Poucos de nós conseguem parar e pensar friamente sobre o assunto. Analisar onde estava a falha, onde se perdeu a lealdade, o respeito, onde estava instalado o verme da traição que permitiu com que um terceiro adentrasse numa relação aonde só cabiam duas pessoas...
Enfim, poucos de nós conseguem manter o equilíbrio e conduzir a situação de maneira íntegra e respeitosa, poucos de nós conseguem esperar a hora certa de agir, poucos de nós conseguem manter a elegância, o valor e a classe, poucos de nós conseguem dar um tapa com um par tão perfeito de luvas (as de pelica) como o que a ex- primeira dama dos EUA, Hillary, deu em seu “ respeitoso” esposo, Bill Clinton.
Modelo de mulher elegante, reservada e clássica, daquelas que não deixam seu castelo ser destruído por qualquer chuvinha de verão, Hillary tornou-se um ídolo entre as mulheres (e por que não dizer dos homens também), por sua habilidade de “gerir conflitos”, e dar a volta por cima com cartadas de mestre. Traída sim, mas derrotada nunca!
Hoje, candidata à Presidência dos EUA, (e, diga-se de passagem, forte candidata), Hillary demonstra que soube tirar proveito da situação de extrema exposição familiar a que foi submetida, e transformá-la em algo favorável a sua pessoa... sim, porque pode contar com o respeito das pessoas. O que já não acontece da mesma forma, com o seu digníssimo esposo, que da referência de Presidente dos EUA passou a ser visto como um tiozão tarado e ridículo, ou, só para aliviar um pouco para ele: um simples assessor político da esposa traída.
É ou não é, uma cartada de mestre?
Mediante isso, só posso caro(a) leitor(a), finalizar dizendo que nos tempos onde está em voga pesquisas com células tronco, identidades digitais, descoberta das curas de doenças antes ditas mortais, entre outros avanços da capacidade de evolução e criação humana, entra em voga também a versão atualizada das “Amélias”: as “Hillarys”.
Corajosas, destemidas, equilibradas, sensatas, que sabem a hora certa de agir, de falar e de dar o famoso xeque-mate. Essas, sim, é que são as mulheres de verdade.


Texto:Flávia Kadowaki

domingo, 9 de março de 2008

Hillary e a Moda

Clique na imagem para visualizar melhor as fotos.
Vamos começar com um pouquinho de moda... a senadora precisa de uma personal stylist sem dúvida... tudo bem seu foco é a política, votos, parcerias..., mas imagem é tudo como diz um tal refrigerante.
Loira, alta, poderosa, mas falta estilo.

E a Sra. Hillary sabe muito bem disso, sua estratégia de marketing: é rir de si mesma.

A revista US Weekly de fevereiro mostra uma ótima retrospectiva dos piores looks da senadora. Ela comenta, é simpática e acha a maior graça dos seus “modelitos”.
Entre os looks, leves pecados, como um visual super hippie e um tailleur de bolinha casaco tapete (fotos acima). Ok, Hillary é um ser humano, como todos nós, tem direito a cometer seus “pecadinhos”.

Nunca vai ser um Jackie Kennedy ou então uma Cristina Kirchner, as argentinas já imitam a cor do seu cabelo, e especialistas em moda acham que o seu estilo vai entrar de vez na moda.

Hillary + moda é assunto quente nos EUA. Na edição de fevereiro da Vogue America, Anna Wintour escreve sobre a recusa da senadora de fotografar para a revista. Hillary parece preferir as peças mais sisudas e ultra-clássicas, próximas ao vestuário masculino, "estratégia" para não parecer feminina demais e, com isso, perder a aura de poder e autoridade que constrói para si. Wintour soube da história e dedicou à Hillary sua "carta da editora", questionando a postura ultra-conservadora da esposa de Bill Clinton. Wintour aproveitou a ocasião para dar dicas de moda à democrata, selecionou alguns looks para usar em determinadas situações. Foi seu tapinha com luva de pelica.

Coisas do poder e da moda!
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Bjks
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Aletéia (ALE) Ferreira
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Fonte: Yahoo e RG Vogue