segunda-feira, 14 de julho de 2008

Tema da semana: Vícios


Parei e pensei: sou viciada?
Acho que não... não uso drogas, só bebo socialmente, não jogo, não fumo... vícios tô fora!!!

Mas não é simples assim rss

Há inúmeros vícios em nossas vidas alguns são básicos, lights, outros nem tanto..


EU Sou uma VICIADA em:


- Espelhos rsss adoro um espelho e ainda mais com uma pinça na mão posso passar horas rss
- Outro vício espremer meus cravinhos, sei que não pode, mas é um vício.
- Vaidade rss Maquiagem uhh já era viciada em batom, rímel, pó, esmaltes... uhhh e agora estou na empresa certa rsss estou perdida com certeza um bom % do meu salário vai em produtinhos de beleza. Acredite na Beleza é a evolução do posicionamento do O Boticário... eu acredito na beleza e nos milagres que os produtos podem fazer :-)


- Sou viciada em docinhos, principalmente depois do almoço... ahhh gente como é bom comer um chocolatinho, uhhhh brigadeirinho uh deu água na boca!
- "Compras" adoro comprar sou mega consumista... já fui bem mais, hoje tento me controlar, mas gente como é bom compraaaar ainda mais em promoções, sou viciada em OFF, Sales, descontos 10, 20, 30, 40, 50% de descontos é irresistível.
- Corrida, caminhada, pedaladas... adoro sair de casa e me movementar... esse é um ótimo vício rss
- Com certeza tenho um montão de vícios que poderia ficar, dias postando no blog ahh blogs é outro vício rsss cinema com pipoca e coca-cola light, séries de TV, desenho animado... ... ...

Mas pra encerrar a minha listinha de vícios... sou uma viciada nos meu amigos, como é bom sair e curtir os amigos é vício que espero não perder nunca!

E viva os bons vícios!



By Aletéia Ferreira (Ale)

domingo, 13 de julho de 2008

Bela casca
Banho tomado. Nua, em pé no meio do quarto. Vinte e três positivos no ar condicionado. Número coincidente ao apontado no Bulova bracelete com pedrinhas, até então sua única vestimenta. Pronta para se montar. Traje preliminar: cremes para a pele. Óleo vegetal com amêndoas da Lâncome, essência de cânfora, para prevenir prurido hiemal e o ressecamento natural daquela noite de inverno. Hidratante pêra Vizcaya para as mãos, com unhas vestidas à tarde por esmalte Bourjois bordô. Recorreu ao potinho onde guardava a mistura de AAS com glicerina líquida e água oxigenada para proteger cotovelos e calcanhares de rachaduras. Aproveitou que estava abaixada e aplicou seu creme para pés Anna Pegova, observando as bem aparadas unhas cobertas de base protetora rosa clara Mavala Barrière. Subiu um pouco mais pelo corpo e massageou com LegSheen de Avotone as bem torneadas pernas, de coxas e panturrilhas esculpidas na Academia Gustavo Borges, depiladas no dia anterior com Silk-épil SoftPerfection, usado também para desenhar o contorno rente na genitália, agora perfumada com desodorante íntimo Racco. Levantou os braços e espalhou ligeiramente o creme aromatizado clareador de axilas Klassis. Aproximou-se do espelho e revestiu suas rugas com preenchedor Biomarine. No contorno dos olhos, Shisedio Skincare Renewing Serum em doses comedidas e aplicadas com excesso de delicadeza. Pontilhou o resto do rosto com pequenas porções cremosas de Dior Capture 30, esparramando-as com as pontas dos dedos, formando círculos ascendentes de dentro para fora da face, até a pele sorvê-las por completo. Por fim, 212 Carolina Herrera na nuca, punhos, colo e atrás dos joelhos.
Calculou a probabilidade de sexo naquela noite. Remota. Preferiu assim um confortável porém conservador corpete de tecido canela com renda e calcinha de algodão Donna Karan. Na gaveta das meias, ficou em dúvida entre a cor da pele Hope, a fumê Dantelle De Millus e a rendada preta Tri Fil. Abriu as portas do guarda-roupa e cogitou a combinação de cada uma com a saia viscolycra grafite La Redoute Essentiels, a ocre com folhos René Derhy ou aquela com efeito ponte Laura Clément. A combinação também deveria levar em conta o casaco: aquele novo alperce com botões em madrepérola Anne Weyburn, o turquesa de quatro bolsos forrado em plush Courrèges ou o em tecido cru de cavas raglan com mates Édéis. Claro, precisava se decidir em como continuar sua combinação na escolha da blusa: uma off white gola alta em coton Timberland Earthkeepers? Ou a vermelha com strass da Forum? Ou a cacharrel listada azul e amarela Thermo Skin Curtlo? Pior seria combinar os sapatos: havia o Makulelê anos 20 em verniz com aplicação de frisos em couro na cor vinho, a bota preta cano curto de biqueira redonda e detalhes em tecido Prada, ou quem sabe o sapato bico fino e peep toe Vizzano. Já estava desistindo de sua regra de três. Tinha ainda de pensar em um cachecol, pois o frio prometia ressuscitar sua laringite. E também luvas, ou ficaria com mãos enrugadas. Para simplificar, poderia optar por uma calça, mas com ela viria o problema do cinto mais adequado. Vestidos estavam fora de cogitação por causa do frio rasgante, por mais que só fosse senti-lo no trajeto do prédio até o carro e do carro até a festa. Percebeu que as combinações cresciam em progressão geométrica, inversamente ao tempo que havia programado para sair de casa. Ainda não tinha nem pensado em qual bolsa usaria, se trocaria de relógio de pulso, se prenderia os cabelos e se permaneceria de lentes de contato ou trocaria pelos óculos de grau para dar um tempo na irritação da pálpebra superior direita.
Analisou como seria a situação lá fora: o motivo da festa era informal, mas o local não; o dono da festa era casual, mas suas três irmãs sabiam de todas as tendências como se morassem em plena Milão. Tinham sobre o piano uma foto com Alexandre Herchcovitch tirada no último SPFW.
Resolveu deixar a escolha das vestimentas para depois. Foi para as gavetas de acessórios. Na primeira, havia os brincos: os rubis e ametistas seriam bem-vindos com as cores mais histriônicas da moda inverno deste ano, o problema estava no design, com muita prata e platina em desenhos excessivamente exóticos e vibrantes, ela ficaria muito primaveril. Seguiu sua regra básica, depositando três pares sobre a cômoda, aos quais logo vieram fazer companhia um trio de braceletes, mais um de anéis e outro de colares. Nessas horas ficava feliz por nunca ter aderido aos piercings. Enquanto apreciava as jóias, partiu para a maquiagem, tirando da quarta gaveta seu estojo da Mac. Mas também ali, rimel, batom, pó, blush, sombra e gloss, tudo dependeria das demais cores de roupas e acessórios. Decidiu então dar um tempo para a moda inverno e canalizar sua atenção para algo que pouco poderia interferir no restante do conjunto: passar rimel. Tirou o pequeno pincel roliço de dentro do tubo e começou a deslizar suas cerdas no conjunto curvilíneo de pêlos da pálpebra superior direita. Foi quando aquela ainda não diagnosticada reação alérgica voltou à tona. Começou a lacrimejar, o que fez o rimel lhe borrar a face. Quando caiu em si, percebeu que também o olho esquerdo escorria. E que a irritação não era com o produto, mas sim com a indecisão e os risos previsíveis caso não chegasse ao evento devidamente becada. Radicalizou. Perdeu o medo dos excessos e escolheu o que de mais agressivo a moda daquele inverno recomendava usar. Bota plataforma cristal vermelha Victoria’s Secret sobre uma calça amarela legging coton Alfred Dunner e uma blusa laranja pólo em ribana de algodão Mink. Irritou-se ao perceber que a barbatana de sustentação do corpete fazia volume por baixo do tecido da blusa. Então, colocou por cima de tudo um casaco de pele de vison legítimo Myra Fur. Para completar, ao invés de cachecol, uma echarpe negra. Enxugou o rosto, maquiou-se discretamente.
Arrumou os cabelos enquanto, em voz alta, tentava se convencer de que estava perfeita. Passou pelos longos fios óleo capilar com oliva e manteiga Real Cream PH4 Alfaparf. Secou, borrifou um anti-frizz não recomendado pela cabeleireira, sacolejou as madeixas e saiu para o mundo. Ao observar-se no espelho do elevador, procurou pela última vez se sentir bem aparamentada, poderosa. No íntimo remoía sua incompetência. Chegava a quase se sentir merecedora do abatedouro ao qual se destinava. Tomou uma decisão: contrataria um personal styler. A própria Glória Kalil, se necessário. Mas nunca mais passaria por aquela humilhação.
Saiu pela porta do prédio, viu o relógio de rua marcando zero grau e encontrou José Adelino: calça jeans Staroup rasgada na altura dos joelhos, cabelos longos e barba por fazer, camisa xadrez amarrotada sem marca e camiseta da Gugas By Company, tênis Adidas temático das Olimpíadas de Barcelona, sem meias, três semanas sem tomar banho, deitado na calçada, morto por hipotermia.




Mario Lopes

sábado, 12 de julho de 2008

O que nunca sai de moda

Não entendo muito de moda. Isso é coisa para a Aletéia, que além de entender muito do assunto é a pessoa que vai as compras comigo. Como não entendo de moda não tenho muito o que escrever sobre o assunto. Então decidi escrever sobre o que NUNCA sai de moda!
Pode ser 1900 e lá vai bolinha ou 2008 o pretinho básico NUNCA sai de moda. E ele é indicado para todas as idades e todas as formas, das magrinhas as cheinhas.
Em 1926 a Vogue Francesa publica um croquí de Chanel, era um vestido preto, reto, simples, com mangas compridas e abaixo do joelho. A revista publica o título "Será um novo Ford".
Em 1947 Dior faz uma releitura da idéia de Chanel e cria o “new look ”. Mas nos anos 60 Givenchy deu nova cara ao pretinho básico o eternizando na personagem de Andrey Hepburn no filme Bonequinha de luxo.
Hoje o preto ou o novo Ford continua senso sucesso. É claro que devemos usar cores ma
s na dúvida é só colocar o preto! Esse sim NUNCA sai de moda!
Josiany Vieira

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Inventário de Inverno





PRA TER NO GUARDA-ROUPA

1. Toca
2. Cachecol
3. Meias de lã 3/4
4. (Tem calcinha de lã?)
5. Casaco 7/8
6. Meia (fio 80)
7. Botas e mais botas e mais botas
8. Segunda pele
9. Pijama de soft
10. Luvas de couro

PRA TER SEMPRE POR PERTO

1. Namorado
2. Cobertor
3. Fogão à lenha
4. Bolsa de água quente
5. Aquecedor
6. Protetor labial
7. Garrafa térmica com chá (ou água quente pro chimarrão)
8. Uma cama
9. Um sofá
10. Um sofá-cama


O QUE TER NA DISPENSA

1. Chocolate do padre
2. Leite quente
3. Vinho e vinho e vinho e vinho
4. Arroz arbóreo
5. Chocolate em barra
6. Chocolate (em caixa)
7. Uma árvore de chocolate
8. Ingredientes para uma sopa
9. Pimenta para a sopa, para o vinho e para o chocolate (hihihi)
10. Alho


AONDE IR (em Curitiba)

1. Acrótona
2. Manjericão
3. Pra perto de uma lareira
4. Pra baixo das cobertas
5. Château de Gazon
6. Edvino
7. Pra frente da TV (com o cobertor e o namorado)
8. Pizzaria Avenida Paulista
9. Pra casa da Déia e do Lipe (com lareira “ligada”)
10. Pro cinema
Mônica

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Descascar, digo, despir


Não gosto de inverno e também não vejo utilidade nenhuma nele. Ao contrário, temos perdas muitas perdas. Perda de dinheiro, de tempo e, o que é pior, de tesão. Perda monetária, pois as roupas de inverno são mais caras e porque gastamos mais na farmácia do que em qualquer outra época do ano. Perda de tempo, pois é difícil sair da cama para fazer qualquer coisa e muita perda desnecessária de tempo no vestir e no despir.
Sério, imagina comigo: tira o jaquetão de “neve”, (que eu adoro branco e ou prata), depois a cacharréu de lã (combinando, o ideal é tom sobre tom), depois a blusa comprida de algodão (geralmente pijama), depois a segunda pele e o sutiã. Vamos para parte de baixo. Segunda sessão: Calça de coro ou jeans. Tem que ser um tecido grosso destes que nos deixa dura, caso contrário ninguém agüenta. Depois a ceroula, depois a meia calça de lã, depois a meia fina três quartos e depois a meia para o pé e, por fim, a calcinha. Fora luvas, botas, toucas e capotes de chuvas que volta e meia também são necessários. Putz, meia hora já foi gasto só para despir. Pior que o banho é vapt vupt, pois ninguém agüenta mais do que cinco minutos peladinha em pêlo. Mesmo com aquecedor ligado e contas de luz catastróficas.
Você já notou que a gente não se olha no inverno. Não se sente, não se percebe. Também, está envolto de tanto pano que nem consegue se achar. Depois a galera não entende porque engorda nesta estação fria. Claro! Não há motivo algum para manter a forma. A não ser a saúde, mas no frio não dá nem vontade de para pensar nisso. Não há exposição. Não há decotes provocantes nem saias curtíssimas, pior: não há nem vontade de dar uma zinha, porque em baixo do endredon sem mil peripécias fica sem graça nenhuma. Só pra dizer que fez também não acho certo, se for para passar frio prefiro ficar sem.
Tive um namorado na época da faculdade que me avisava quando ele queria fazer um programa mais a dois e me dizia incisivamente: Vem com pouca roupa. Afinal quando o cara consegue ver a cor da sua pele já perdeu o tesão. Quaquaquaqua... Agora, nega, que você mais parece uma cebola de tantas camadas, só no próximo verão.

Verônica Pacheco

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Cachecol no inverno

Hoje temos a participação de uma Desaforada X. O texto não é bem sobre moda inverno, mas certamente é de aquecer o coração.


Parafraseando Lya Luft...

“por isso escrevo e escreverei: para instigar o meu leitor imaginário – substituto dos amigos imaginários da infância? – a buscar em si e compartilhar comigo tantas inquietações quanto ao que estamos fazendo com o tempo que nos é dado”.

Aprendemos a fazer tudo pela forma mais complicada e dolorosa. Viver na verdade, não é tão dramático como nos foi passado,e sabe por que nos mostraram assim? Para que ninguém tenha liberdade. Isso mesmo, dizer que a vida é dificil, que viemos aqui para sofrer é uma grande tática para nos prender em padrões, regras, instituições, crenças e medos. Cada um de nós tem condições suficientes, merece ser feliz e livre.
Livre para amar, para escolher o que é bom para si e não conforme reza a igreja, a família, a escola, a sociedade...enfim...escolher conforme toca o nosso coração.
Quando estamos com dificuldades, tendemos a mostrar isso em nosso semblante. Demonstramos nosso cansaço, nosso desespero, nossa frustração. Tudo errado . Coisas ruins atraem coisas ruins.. Se quer uma decisão acertada, coerente, madura, comece agindo dessa forma com você mesma, com seu corpo, no seu trabalho, com sua família, com seus amigos. Cuide da sua imagem externa. O interno e o externo têm uma relação de reciprocidade muito forte, portanto, invista sem medo no seu externo a fim de o interno absorver esse bem estar, essa beleza, esse cuidado.
Não tenha medo de decepcionar as pessoas, na verdade, são elas que criam expectativas, como nós também criamos e estamos sujeitos a decepções e frustações. Então , não se prenda ao que os outros esperam de você e também não espere nada deles. Sim, importante: não espere que te aplaudam por suas decisões, nem que te compreendam, apenas decida conforme sua consciência. Suas decisões estarão prontas para serem comunicadas às pessoas, na medida em que você se sente segura delas, tomadas com tempo, não em momentos conturbados, mas em momentos de tranquilidade. Você vai ver, vai sentir como será fácil se expressar sem rodeios, sem gaguejar.
Podemos ter consciência do quanto é dificil para o outro ouvir nossa verdade. Porém , sem se culpar por dizê-las. Não se contente em fazer os outros felizes se o preço for a sua felicidade. Isso é crueldade ... vai contra a sua natureza “divina”, além de ser temporário, porque mais tarde, você vai cobrar do outro a sua infelicidade.
Ame antes de mais nada você mesma.
Então, se presenteie, se cuide, se aprecie, se cheire, se toque, se dê carinho, se pinte, coma bem, coma colorido, tome bons sucos, beba muita água, ouça música , dance, leia bons livros, elimine de sua vida pessoas negativas, busque companhias agradáveis, chore de saudade, use lençóis limpos, tome sol ( é bom para energizar), use cachecol no inverno, use muito protetor solar, seja autêntica, exponha suas idéias, seja livre, voe longe ....
Seja, simplesmente seja.
Assuma o que você é e sempre foi, mas nunca se tocou que era.



Paula Diniz é jornalista e Desaforada X

terça-feira, 8 de julho de 2008

O IMPRESCINDÍVEL NO INVERNO

Sejamos rápidos e objetivos: tem coisas que não conseguimos viver sem. Ainda mais no Inverno. Pra mim o básico é:
Edredon
Meias de lã
Botas
(até no verão)
Casacos, quanto mais diferentes melhor.
Creme hidratante, batom ou manteiga de cacau
Capuccino
Carboidratos
Musica
(atualmente a mais tocada tem sido a banda belga Vive la fete)
Vídeo-locadora, Tv, dvd ou vídeo-cassete (este faço questão de manter, assim como também radiola, walk-man e dezenas de fitas K7)
Um livro de cabeceira, mesmo que ás vezes demore o inverno inteiro pra ler até o final...rs (atualmente o ótimo Shadows on our Skin de Jennifer Johnston)
Telefone e computador (já que se tem mais preguiça de sair...)
E dormir bem agarradinho de vez em quando...como o Flopy (vencedor do meu BBB).






Eis a namorada dele deste inverno, a Julie. Não, ela não é uma schnauzer, simplesmente é uma maltês meio... punk, gosta de um visual diferente. Sabem como são os adolescentes, né? O Flopy até já me pediu pra cortar o cabelo moicano no verão...pode?
E após um bom namoro de inverno, a primavera promete filhotes...eba...vou ser avó de novo!!!rs
Mazé Portugal

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Tema da Semana: Moda Inverno



E vamos lá que inveeeernooooo, no sul e sudeste é claro, né...
Ahhh vou matar a minha vontade de sumir deste frio... vou viajar muito a trabalho para o Nordeste... eu sei que vc deve estar pensando que chato, né... viajar é muito bom de férias, mas como estou começando no trabalho tudo vai ser ótimo e ainda por cima vou ganhar muitas milhas rssss Férias garantida para curtir o frio rss

A moda inverno 2008 está bem eclética, muito versátil e com muitas cores.
Por que ninguém merece um inverno monocromático... tudo bem o preto é chic, mas preto, marrom, azul marinho enjoooaaaa... é muito sem graça...
Vamos dar cores para o nosso inverno, por que tem que ser tudo cinza deprimente rss

Já chega o cinza do céu, da chuva e dele o friooooo.

O que gostei na moda deste ano foi as cores, meias coloridas, casacos e o show dos cachecóis e acessórios...

As botas são um destaque a parte de todas as cores, gostos e modelos...
Eu comprei a minha básica para o dia a dia... montaria de bico fino, mas sem salto um modelo mega raro. Encontrei depois de rodar muiiiito, achei uma bota com preço justo, sim... isso é importante falar... por que bom gosto está sempre aliado a preço alto. E eu valorizo muito bem o meu dim dim...

Dicas para o final do inverno:
Arrase com uma bela bota, com vestidos coloridos todos os cumprimentos são válidos, meias coloridas é um charme, use a sua criatividade com os cachecóis e lenços e aproveite para curtir o frio com boa companhia, que tal um fondue de queijo, chocolate e um bom vinho não faz mal a ninguém no friozinho ou uma opção mais caseira... filminho, pipoca + chocolate quente rs.

Eu fico com o vinho e o fondue de chocolate rss


By Aletéia Ferreira ( Ale)

sábado, 5 de julho de 2008