segunda-feira, 31 de março de 2008

Cybersex desejo proibido ou reprimido?

eu adorei a bota rs tenho uma parecida heheee super sexy.
O Cybersex está na moda?
O que é?
Resumex: um mix de cyber + sex (básico, né)...
A palavra Cyber = Cibernética (do grego, "kybernetiké", piloto, no sentido utilizado por Platão para qualificar a ação da alma) foi cunhada por Norbert Wiener (1894-1964) em 1948... para designar a [ciência da comunicação] e do controle, seja nos [seres vivos], ou seja nas máquinas, isso me lembra minhas aulas do mestrado...
E Sex dispensa apresentações.. sexy, sexo...
Sexo virtual, sexo nos games, sexo nos vídeos, sexo é a palavra mais procurado no google...
Por que proibir ou reprimir?
Estamos no século XXI com milhões de informações, fotos, imagens, vídeos e pessoas online 24h como fugir das tentações... quem procura acha...
Cada um que faça amor ou sexo do jeito que quiser...
Cada um que faça suas negociações com as esposas, maridos, namorados... ou faça muito bem escondido para não ter dor de cabeça...
Achei bem interessante...
Internautas declararam no artigo Cybersex in Portuguese Chatrooms: A Study of Sexual Behaviors Related to Online Sex, publicado no Journal of Sex & Marital Therapy, de Alexandra Carvalheira e Francisco Allen Gomes
“ter mais prazer numa relação sexual online do que numa relação real”
gente tem gosto pra tudo... eu prefiro alguém de carne e osso para curtir com toda certeza!
Essas pessoas vivem no mundo online... fantasias 24h por dia... onde tudo é permitido... sem a famosa desculpa "estou com dor de cabeça, cansada", sem filhos batendo na porta ou dormindo na cama dos pais... sem sogra ouvindo atrás da porta... tolmente livres no seu mundo de prazer...
Estão certos, errados... quem pode julgar?
Outro depoimento “o sexo online é uma das atividades mais importantes nas suas vida neste momento”
são fases da vida... se eles estão felizes assim, porque julgar... ahh é errado, é pecado....
Cada um com seus fetiches!
E viva a liberdade de sonhar, viajar, gozar... viver a vida com fortes e cyber emoções.
Uma moda Cybersex... é sensual, com decotes, roupas justas (rainha do Matrix a super Trinity), tecidos com nanotecnologia, apetrechos tecnológicos, vibradores, roupinha transparentes (de preferência vermelha veja nas fotos a esposa e o no sr. Bigode), apetrechos diferentes... use a sua criatividade...

Alguns "modelitos" que encontrei na rede... que dispensam comentários.
Qual modelito Cybersex você prefere?
Participe dê a sua opinião.

1. O casal mega/ultra cybersex.
2. Com o pijama no chão.
3. Sr. Bigode no momento cybersex.
4. Trinity cybersex fatal.

clique na imagem para ampliar e se divertir ou se ficar excitado aproveite para "brincar"!

Bjks Aletéia

domingo, 30 de março de 2008

Os iguais se repelem

Nada como a arte mais impactante do mundo para gritar informações que às vezes nos negamos a aceitar. Os opostos podem não se atrair de forma magnética e absoluta, porém se seduzem de maneira involuntária e, aparentemente, inexplicável. Mas só aparentemente. Da tela do cinema transbordam exemplos que já estão impregnados no inconsciente coletivo (vide a enquete “Qual o casal mais inviável do cinema?” da comunidade Centro Europeu Cinema Digital: http://www.orkut.com/CommPollResults.aspx?cmm=29124951&pct=1180236722&pid=442073868).
Em King Kong, a delicada personagem de Naomi Watts apaixona o gigantão truculento, acerebrado e peludo mais querido da sétima arte; em Geração Proteus, uma máquina sólida e fria copula com a suave e humana Julie Christie, em Terminal, uma aeromoça cosmopolita fica encantada com um homem cujo universo se restringe a um aeroporto. Os exemplos continuariam indefinidamente: Titanic, A Primeira Noite De Um Homem, Perdas E Danos, Meninos Não Choram, Ghost... daria para fazer um blog só de casais com características opostas.
Na música não é diferente. Sem querer ir muito longe, de Eduardo E Mônica a Romance Ideal, a velha história do amor improvável que acaba dando certo (ou enlouquecendo os amantes) é um clichê inevitável, recorrente e perpétuo. É o Côncavo E Convexo do Roberto Carlos. Poderíamos passear também por outras artes para testemunhar novos exemplos desta bizarra mecânica do desejo, mas fiquemos com o cinema, onde tudo é (por motivos óbvios) mais flagrante.
Seja para abrir ou para fechar diálogos de potenciais casais cinematográficos, a dificuldade é sempre externada de alguma forma, pois é ela que garante o desenrolar interessante da trama e nos faz torcer. Em Orgulho E Preconceito, a heroína afirma categoricamente: “você seria o último homem do mundo com quem eu me casaria”, para logo em seguida sentir-se magnetizada pela boca de seu interlocutor. Em Saída De Mestre, a primeira frase dita pela arrombadora de cofres ao ex-parceiro de seu pai criminoso é “eu já não disse que nunca mais queria ver seu rosto?”, sendo que os dois (obviamente) acabam o filme juntinhos como se aquela frase quisesse dizer justamente o contrário. A regra é repelir para conciliar.
Para complicar ainda mais a situação, os casais iguais parecem sempre fadados a uma relação fracassada. No clássico Era Uma Vez No Oeste, a meretriz de Claudia Cardinale se vê na sina de solitária ao perceber que o bandidão de olhos azuis vivido por Henry Fonda é muito similar a ela, bem como os demais bandoleiros presentes no filme. E o casal mais famoso do cinema, Scarlett Ohara e Rhett Butler de E O Vento Levou, também não leva sorte por, segundo o próprio personagem de Clark Gable, serem iguais demais.
Mesmo que não haja incompatibilidade pelas próprias peculiaridades dos personagens, as forças opositoras acabam vindo de fora. Alguém acredita que Romeu seria tão apaixonado por Julieta, e vice-versa, se não houvesse a objeção feroz das famílias Montecchio e Capuleto? Notoriamente, a famosa incompatibilidade de gênios vem somada a forças adversas do ambiente: não bastasse Julie Andrews ser totalmente avessa ao estilo absurdamente rígido de Christopher Plummer em A Noviça Rebelde, ela ainda tem de enfrentar uma rival ardilosa, sua condição de celibatária e a ascensão do nazismo em solo austríaco. Quanto mais desfavorável o contexto, mais oportunas se tornam as circunstâncias para o enlace do casal. Mais os opostos se atraem. Até no inocente Encantada tudo tem de chegar ao limite do inviável: envenenamento, bruxaria e um dragão gigante, só para levar ao clímax uma circunstância que por si só teria tudo para dar errado. Ou alguém apostaria no enlace de um cético advogado de Nova York com uma princesa de conto de fadas?
A resposta para o mistério da oposição atrativa, que nem cupido parece entender muito bem, não está na sessão de romances das locadoras, mas sim na de documentários. Mais precisamente nos referentes a ciências (?!). Na coleção Cosmos do falecido astrônomo americano Carl Sagan pode ser lançada uma luz esclarecedora sobre o tema. Aparentemente, a explicação não tem nada a ver com glamour ou romance. Einstein afirmou que a menor distância entre dois pontos não é uma reta. E, para complicar ainda mais, sentenciou enigmaticamente que uma reta, no espaço, é uma curva. As duas colocações se complementam. O universo é como um balão inflado, cuja parte de matéria se encontra na fina superfície de borracha. Sendo assim, se você atirar uma flecha no infinito, que sempre avance em linha reta no universo, ela irá descrever uma parábola e acertar... suas costas. Em outras palavras, se você avançar no cosmos para procurar a coisa mais distante que existe nele encontrará a si mesmo. E existe algo mais opositor e complementar a você do que você mesmo? O que procuramos no outro é também nosso avesso, nossas costas.
É zen. É yin yang. Mal e bem, sorte e azar, amor e ódio andam juntos. É como seu tórax e suas costas. Ao contrário do que muitos pensam, as oposições não são facções distantes: céu lá no firmamento, inferno lá debaixo da terra. Estão lado-a-lado. São as famosas duas faces da mesma moeda. Não esqueçamos que a baixíssima temperatura o gelo queima. E que o cúmulo da alegria é chorar de tanto rir.
Os extremos nos são atraentes porque os limites são nossa condicionante genética. A superação é nosso instinto mais primitivo. Desde as bactérias que consistiram nas primeiras formas de vida, fomos evoluindo continuamente. Essa evolução tem por prerrogativa atravessar as adversidades. Só se cresce através delas, só aumenta o músculo que eleva os halteres. Somos seres incompatíveis à vida: não fossem nossos artifícios tecnológicos, seríamos os mais vulneráveis animais da natureza. Aqueles de pele fina, que sucumbem a uma infinidade de viroses, que adoecem por água não filtrada e alimentos não lavados. Contudo, somos atraídos pela natureza, porque somos parte dela. É um casamento com o meio que nos cerca. Somos avessos às agruras do ambiente mas mesmo assim dependentes dele. Os opostos em convívio perpétuo. Só nos complementa aquilo que nos faz crescer, aquilo que nos exerce alguma força de oposição. E o casal compatível não é aquele em que o homem e a mulher vestem moletons da mesma cor, praticam os mesmos esportes e um completa a frase do outro. Estes terão o tédio por karma. Passarão a eternidade procurando novas drogas de aluguel num vídeo coagido, como diria o Rappa, preferencialmente com um home theatre de som bem poderoso para não precisarem conversar, já que entenderão dos mesmos assuntos e até saberão o que o outro está pensando.
Incrível como a leitura disso tudo é tão clara na natureza e na arte. No amor selvagem dos animais, a mutilação e até a morte de um dos cônjuges durante a cópula seriam uma ameaça à perpetuação das espécies, não fosse a lei da atratividade dos opostos. Via de regra, o macho aceita e se submete à sanha e ao apetite da fêmea por uma ordem natural do universo: astros menores (machos) são atraídos pelos maiores (fêmeas). Para copular é preciso mostrar-se preparado, só assim se é escolhido. A troca parece justa: uma vida por outras várias que irão nascer. E ao parir, momento de ápice de qualquer fêmea, também é necessário estar preparada para agonia, choro, vísceras e o delírio de gerar um novo ser. A dor e o prazer caminham em perturbadora harmonia.
Luís Fernando Veríssimo afirmou que o contrário do amor não é o ódio, mas sim a indiferença. E é por isso que Scarlett Ohara só percebe que ama Rhett Butler quando ele, ao ser indagado sobre o que ela fará da vida sem tê-lo a seu lado, lhe diz “sinceramente, não dou a mínima”. Porque enquanto se odiavam era sinal de que ali havia a possibilidade do amor: a faísca próxima ao elemento de combustão. E também é por isso que Martin Luther King repetia: “o que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”. Os opostos se atraem não porque se conflitam, mas porque se complementam. Já a indiferença é o nulo, o neutro. O nada. A eletricidade pode salvar um paciente em cirurgia ou matar uma criança por um curto circuito. Ela cura ou fere. O ponto neutro significa desativá-la. Há um lado ótimo em se perceber que ira e tolerância são quase irmãs: a esperança de paz para a humanidade, de um dia vermos judeus e palestinos, chineses e tibetanos, americanos e o resto do mundo abraçados e dividindo o mesmo planeta sem discórdia. A sabedoria dos samurais lhes permitia ver o oponente não como um indivíduo que devia ser extirpado, indigno de existir, mas como um agente necessário à sua própria evolução. Ao ponto de agradecerem seus desafetos.
Na condução deste raciocínio, pode se ter a impressão de que o bom casal é feito de rivais. Não se trata disso. Casais, bem como qualquer tipo de dupla (ou mesmo grupo), precisam se estimular mutuamente, necessitam alimentar centelhas de antagonismos que os façam evoluir, juntos e individualmente. Lennon e McCartney passaram a vida criando obras antológicas, mas também se degladiando. O time quase invencível de Bernardinho é formado por atletas no ápice da tensão, exaustão e competitividade, mas se denominam uma família. Só é imprescindível que o estímulo mútuo esteja acompanhado de respeito. E que a relação não seja de disputa ou cobrança: o que você precisa é de alguém inspirador. E só a diferença é inspiradora. Não existe nenhum grande pintor que tenha vivido apenas de auto-retratos.
Uma pesquisa americana mostrou que os casais que mais perduram no relacionamento são aqueles em que os dois brigam demais e aqueles em que ambos não brigam nada. Claro que não são sinônimo de casais felizes, mas, de certo modo, se atraem com suas diferenças ou se toleram em meio a elas. Os casais em que só um dos lados briga são aqueles em que há maior índice de divórcio. Óbvio: um dos dois lados é o neutro, é a indiferença. Ele apaga a relação. É o botão off.
O paradoxo dos opostos que se atraem (paradoxo, não contradição) fica evidente até mesmo nos filmes antigos. E isso não por causa das histórias e sim da técnica. O preto e branco é oposto e complementar. O preto, ausência de todas as cores, se casa perfeitamente com o branco, presença de todas as cores – ao contrário do que nossos olhos querem falsamente nos afirmar, pois acreditamos que a página em branco está esperando para ser preenchida, ledo engano. Luz e sombra, dia e noite. Opostos. Atraentes. A estética do código binário.
O problema é que toda vez que alguém ataca a teoria de que os opostos se atraem lança comparações estapafúrdias: logo imaginam um maestro casado com uma cantora sertaneja. Claro que daí se cai no ridículo. O correto seria imaginar o maestro casado com uma artista plástica: ele auditivo, ela visual; ele intérprete, ela autoral; ele erudito, ela sábia. São os opostos com um fio condutor. Evoluindo juntos, sem ser nos mesmos trilhos, porque senão seria egoísmo e não amor. Outro contra-argumento de baixo nível (de inteligência) é apontar para a garota meiga casada com o mau caráter que a espanca: ora, neste caso não é um problema de carência de similaridades, mas sim de ausência de coerência, de amor próprio, de dignidade, de auto-estima, de respeito, de tudo. É preciso que haja oposição sadia, oposição com convergência. Não fosse a necessidade do “algo em comum”, diríamos que Madre Thereza de Calcutá e Saddam Hussein formariam o par perfeito. É preciso uma mesma diretriz, um mesmo “corpo”, uma mesma moeda. E oposição não quer dizer radicalismo, não é oito ou 80, está mais para 15 ou 30, que tal? Caso contrário, faltará companheirismo, e não se sustenta uma relação feita totalmente de “você-lá-eu-cá”. É preciso estar junto, só não se deve “ser” junto. A oposição radical cai no absurdo daquela anedota do masoquista pedindo ao sádico: “me bate”, ao que o outro responde prazerosamente: “não”.
É importante notar que mesmo com a “ausência de tudo”, não há como negar que algo em comum a tal moça meiga encontrou em seu marido-algoz. E também aí se encontra um estímulo primitivo. A imagem clássica de nossos ancestrais das cavernas, quando em casal, não é a de um macho e uma fêmea de mãos dadas. Ele a arrasta para seu abrigo puxando-a pelos cabelos. O mesmo impulso que leva uma moça de fina estirpe dos dias de hoje a se imaginar nos braços do rude pedreiro que faz a reforma de seu jardim de inverno. A imensa maioria dos homens acredita que as mulheres caem em contradição ao desejarem um parceiro que seja, ao mesmo tempo, poeta e estivador do cais do porto. Não há nenhuma incoerência nisso, é que todos queremos também a oposição dentro de nossos próprio cônjuges. Somos ambiciosos e desejamos toda a palheta de cores, não nos contentamos apenas com o cinza ou o amarelo. Nós homens também queremos essa amplitude e dicotomia. Não foi Nelson Rodriguez quem afirmou que “todo homem quer uma mulher que seja uma dama na sociedade e uma puta na cama”?
Nós queremos a oposição porque equilíbrio não é apenas a imagem da balança estática, com os dois pesos em igualdade, é também a gangorra em seu sobe-desce, o pêndulo indo para lá e para cá, o desafio me tirando do ponto de conforto, da apatia.
A coisa mais em comum que dois cônjuges devem ter é a individualidade. E você sabe que ama verdadeiramente uma pessoa quando percebe que quer que ela seja exatamente como é, e não como você gostaria que ela fosse – simplesmente porque daí deixaria de ser a pessoa que você ama. O certo não é “eu te amo APESAR das nossas diferenças”, mas sim “eu te amo POR CAUSA das nossas diferenças”. Quem procura alguém que seja seu espelho, vai passar a vida correndo atrás do próprio rabo. Lançado flechas ao infinito. Um cupido de si mesmo, apunhalando-se pelas costas.
E só para fechar a questão: se os iguais se atraíssem mesmo, todos seríamos gays.
Se alguém pensa o oposto disso tudo, que se manifeste, porque o oposto me atrai.

Mario Lopes

Será que ele existe?

Desde o início da civilização, a fêmea busca incessantemente encontrar o parceiro ideal. Aquele que manda flores, diz que você está linda de cinco em cinco minutos, que topa discutir a relação a qualquer hora, liga todos os dias, deixa de ir na partida de futebol com os amigos para ir olhar vitrines no Shopping com você, se dá bem com a sogra, não arrota na sua frente, não fala palavrão, abre a porta do carro para você entrar, leva seu cachorrinho para passear, não entra com sapatos sujos em casa, não palita os dentes na sua frente, troca a lâmpada da lavanderia que está queimada a dias, não faz xixi fora da privada... ufa! Cansei!
Enfim, querida leitora, este homem perfeitinho não existe, a não ser que seja condicionado para tal!
Mas nem tudo está perdido, o homem ideal pode estar bem perto de você. Basta abrir seu coração, prestar atenção ao seu redor, baixar um pouco a guarda, relevar, e, às vezes, aceitar as diferenças.
Nós mulheres modernas, estamos muito exigentes e esquecemos muitas vezes que também carregamos na bagagem um milhão de imperfeições (e algumas bem piores do que essas).
Quer coisa pior do que uma mulher na TPM? Pelo amor de Deus! Sai de perto! Ficamos choronas, mal-humoradas, doloridas, deprimidas... entre outras coisas.
Coitados! devemos dar um desconto eterno, só pelo fato de eles nos suportarem neste período tão “obscuro” de nossas vidas! Santos homens!
O grande “x” da questão é que somos diferentes, bem diferentes por sinal. E são essas diferenças que nos atraem e nos completam. Não entendo porque as mulheres de hoje vivem querendo ser iguais aos homens.
Cada um tem um papel a ser desempenhado, não sei porque querer misturar tudo. Depois ficam aí reclamando que eles não querem nada sério conosco. Qual homem que vai querer casar com outro homem? ( salvos os gays,é claro).
Nós mulheres, não precisamos ficar querendo provar o tempo todo para o mundo que somos capazes. O mundo já sabe disso! Devemos sim, é admitir que também somos frágeis, dengosas, precisamos de cuidados especiais, carinho, que gostamos de ser paparicadas e queremos sim, um homem ao nosso lado para nos cuidar. Não entendo qual o problema e o porquê da vergonha de assumir isso!
Mulheres do meu Brasil! Voltem a ser mulheres! E, garanto, vai chover de homens querendo casar com você.
Porque homem pra casar é aquele que enxerga essa grandeza da mulher, que sabe da sua capacidade, da sua competência, não duvida disso, mas mesmo assim, a trata com muito carinho e respeito, porque, no fundo no fundo, sabe que ela precisa muito dele, e como precisa!


Flávia Kadowaki

sexta-feira, 28 de março de 2008

Teoria errada

A teoria de que os opostos se atraem é correta na lei da física. Na lei da atração humana ela peca. Nós, humanos, somos todos iguais e gostamos de coisas novas, do diferente. A diferença sempre foi mais atrativa. A mulher toda certinha um dia já beijou um homem com perfil totalmente ao contrário, quem é rico já teve interesse pelo mundo dos pobres (nem que seja só para saber como é) e quem nunca teve fetiche por alguém comprometido? Quem nunca quis saber como seria ousar, aprontar, fazer algo fora do comum para a sua sociedade? Quem nunca quis fazer amor em locais diferentes? Com pessoas que não podia? Quem nunca teve tara por um professor(a)?
No relacionamento afetivo isso fica muito evidente. Depois de um tempo de relacionamento todo casal precisa criar maneiras e métodos diferentes para quebrar a rotina e mudar. Pois tudo que fica muito comum fica chato. Não é? Claro que todos gostamos de algo seguro, principalmente no relacionamento, mas podemos mudar em alguns sentidos.
Ano passado assisti uma peça que abordava diversos relacionamentos. Em um deles a história era mais ou menos assim: A mulher, uma secretária, era toda certinha e apaixonada pelo marido, que também era todo certinho. Ela só usava roupas comportadas, nada de decotes! Ele era muito tímido e quase não falava com outras pessoas. Todo dia eles tomavam café, banho, escovavam os dentes e pegavam o ônibus no mesmo horário. Depois do trabalho chegavam em casa no mesmo horário, assistiam televisão e iam dormir. E assim a rotina se repetia... e se repetiu durante anos. Num certo dia a mulher foi numa despedida de solteira. As amigas, não tão certinhas assim, deram um porrete na moça que depois de beber todas revelou que tinha fetiche por homens de atitude, que agarram a mulher, tiram a roupa e a jogam na cama. Bem ao contrário do seu amado marido.
No outro dia, quando a pobre chega em casa o marido está enfurecido pois uma “amiga” de sua mulher contou a ele sobre o modelo de homem ideal para ela. Ele brigou, não a deixou falar e saiu de casa. Depois de dias sumido e de choro constante da sua esposa um homem abre a porta de casa, a pega no colo, tira sua roupa e a joga na cama. Este homem era o seu marido! O casal inovou... que mulher nunca comprou uma lingerie para estrear com o parceiro? Quem nunca tentou posições novas na cama? Acessórios? Fantasias? Locais incomuns? O diferente sempre atrai mais!!!
Mas voltando ao assunto... muitas pessoas acham que o casal não combina por ser diferente e um gostar de algo que o outro não gosta. Neste caso pode apostar que alguma coisa os dois gostam ou fazem igual. Eu, por exemplo, morro de medo de altura. Tenho tanto medo que a minha primeira viagem de avião foi trágica. Vou contar só para vocês terem noção de como sou medrosa.
Tinha combinado com uma amiga de irmos de ônibus para Porto Alegre e de voltarmos de avião. Na volta, já com as passagens compradas, minha amiga teve que ficar por lá.. e eu estava sozinha. Fiquei branca de pavor e para ajudar o avião estava com turbulência. O piloto disse: senhores passageiros a turbulência está ocorrendo por causa de algumas nuvens. A besta aqui comprou na janela (ai ai ai) e resolveu olhar para ver as nuvens. Quando olhei para cima não tinha nuvem nenhuma no céu, daí resolvi olhar para baixo. Entrei em pânico!! Nunca mais andei de avião!
Imagine só que eu namoro um paraquedista! Meu namorado ama estar no ar e pular do avião... Claro que eu acho isso maravilhoso. A coragem dele em gostar destas coisas que tenho tanto medo. Quando nos conhecemos isso foi uma coisa que me atraiu.
E tem várias outras coisas que somos diferentes. Sou jornalista e ele engenheiro, eu gosto de português e ele de matemática, prefiro ficar em locais confortáveis e ele gosta de ir para o mato conhecer cachoeiras, eu prefiro carro e ele moto, e assim vai. Mas também temos muito em comum. Adoramos churrasco, sair com os amigos, ficar em casa deitado sem fazer nada, comer nachos, etc..
Ou seja, temos semelhanças e diferenças, como qualquer ser humano. Está aí a graça!
Na quinta-feira fui a um bar no aniversário de um amigo. As mulheres na mesa estavam conversando sobre relacionamentos e uma delas disse que quando amar de verdade vai pegar um pote de cera e passar na casa toda (ela odeia tarefas domésticas), que vai fazer chapinha no cabelo só para encontrar a pessoa, não importa nem o clima (ela também nunca faz isso), entre outras coisas. Isso mostra que quando a gente ama acaba fazendo coisas que nunca fez ou gostou de fazer por companheirismo, para ficar ao lado da pessoa e para manter o interesse dele em nós (e isso deve ser recíproco). Então, se os opostos realmente se atraírem o casal vai ficar junto por muito tempo. Se isto não ocorrer foi uma faísca momentânea. Independente do caso o que vale é aproveitar o momento, mesmo que seja só para ter alguma história para contar.


Josiany Vieira

Pizza e videogame


Catarina fala e ao mesmo tempo pega sua bolsa, a chave do carro e a agenda que sempre ficam perto da porta.

— Tchau Bruno, a mãe tá indo pra agência. Se cuidem meninos, não destruam minha casa. Fiz um bolo ontem e tem refrigerante na geladeira. Quando voltar quero tudo em ordem, ok?
Já na garagem lembra que esqueceu um CD com a arte final das peças da campanha. Ela tinha levado o trabalho para finalizar em casa, durante o final de semana. Volta. Quando entra, ouve os meninos falando alto. Uma curiosidade inconsciente toma conta dela e faz com que entre e se locomova pela casa sem fazer nenhum barulho. Pega a conversa no meio:

— Gostosa pá caralhooooo. Que bunda tesuda.

— Cala boca seu merda, ou eu quebro teus dentes. E ainda dou um trago na tua mãe, finjo que sou teu velho e meto minha pica no cú dela.

Catarina, anda pé-ante-pé, tentando não fazer nenhum ruído, para perto da porta da cozinha e escuta atenta.

— Ah Brunão, na boa véio, minha mãe deve até ter a mesma idade que a tua, mas a minha é gorda e tem cara e corpo de mãe. Mas a tua não, cara, ah, ela é boazuda, melhor que muita guria da nossa sala. Fala sério...

— Pode até ter corpão, mas é minha mãe, porra, dá pra respeitar?! Mãe da gente é sagrada, brother... Cala essa boca!

O coração de Catarina bate forte, com medo que o filho adolescente a flagrasse ali, tendo uma atitude própria da idade dele, e não da sua. Ouvir atrás da porta não é uma atitude que espera-se de uma senhora de meia idade. Uma espécie de vaidade invade seu peito, sente o rosto e o corpo ferver, seguido de um desassossego, uma inquietação. Não suporta mais ficar ali. Sai quase que correndo em direção ao computador, pega o CD e volta ainda mais rápido para o carro.

No carro, com a porta fechada, sente-se segura. Começa a rir. Não pode acreditar que o amigo do filho, um menino de 17 anos, ache ela ‘boazuda’, como ele mesmo dissera.

Catarina é divorciada, tem 47 anos e dois filhos: Bruno de 17 e Guilherme de 25 - que já é casado. É diretora de arte em uma agência de publicidade e leva uma vida corrida, como qualquer mãe de classe média. Precisa se dividir entre a profissão e a criação do filho mais novo. O pai dos meninos casou com uma moça que, na época, tinha a metade da idade dela. Com o tempo se ausentou da vida deles. Embora esteja quase na casa dos cinqüenta, ela aparenta menos, tem a pele branco-neve que parece nunca ter visto sol, a textura de um pêssego maduro, como que hidratada sempre por algum creme caro. Os seios são pequenos, a cintura fina e as ancas largas.

O cabelo preto liso na altura dos ombros brilha feito propaganda de xampu. Usa roupas mais modernas que as mulheres da sua idade, talvez pela profissão, talvez pelo gosto. Tem um namorado, Augusto, mas ultimamente se vêem pouco e a relação está pra lá de morna.

Durante todo o dia pensou no menino, amigo do filho. Aquilo era loucura. Ele nunca se atreveria a nada, falou aquelas coisas mais para provocar Bruno do que por qualquer outro motivo. Mesmo assim, aquela situação toda encheu seu dia de graça, de divertimento, de distração.

Era julho, período de férias escolares. Ela bolou mil coisas para que as ‘crianças’ não saíssem de sua casa. A casa de Catarina virou o QG dos moleques e ela passou a adorar aquela movimentação. A cada dia um menino novo aparecia. A cada dia estavam mais à vontade em sua casa, e o seu menino sempre estava ali, todos os dias e algumas noites também. Era essa proximidade que ela queria.

Numa tarde chegou mais cedo do trabalho, tinha uns cinco meninos vidrados no jogo do computador. Ela gritou:

— Crianças, cheguei.

— Oi mãe. — Oi tia.

— Oi, meninos. Hoje meu dia foi maravilhoso, a minha campanha foi... Bom, nem sei por que estou contando isso pra vocês, vocês não estão nem um pouco interessados... Mas, enfim, o que importa é que estou super contente, pensei em pedir pizza para comemorar. O que acham? Bom, todos vocês estão aí, vidrados nesse jogo, vem cá você, menino, que não tem nenhum controle na mão, me ajuda a escolher os sabores e ligar para a pizzaria. Deixa eles aí, com esse joguinho bobo.

O menino levantou todo tímido. Ela o levou, carregando-o pela mão, até seu quarto. Sabia que ninguém, muito menos Bruno, tiraria os olhos daquela tela. Colocou-o sentadinho na cama, quase como se fosse um boneco, alguém sem vida própria. Pegou a lista telefônica, o telefone sem fio e colocou tudo no colo dele.

Catarina se abaixou e o segurou levemente pelos braços. Ao fazer isso, os seios dela ficaram à mostra, no imenso decote. — Procura aí uma pizzaria que vocês gostem e pede três pizzas. Escolhe os sabores também.

Ao sentir aquele toque, aquelas mãos macias, o menino estremeceu. Era uma mão forte e ao mesmo tempo suave. A pressão dos dedos dela, o calor da mão, a umidade. E o decote... Com os seios à mostra, ele conseguiu sentir o cheiro da pele, ver cada pêlo semitransparente, cada poro, sentiu vontade de entrar por eles e se perder dentro daquele corpo.

— Vou tomar um banho enquanto você faz o pedido. Falou isso e deu um leve beijo em sua testa. Os lábios quentes, tenros. Saiu em direção ao chuveiro. Deixando a porta entreaberta.

Ele não sabia o que fazer. Esqueceu da pizza, da lista e do telefone. A única coisa que sentiu foi seu pau endurecer. Abriu devagar a calça e começou a se masturbar, ali mesmo, sentado na cama dela, embriagado pelo cheiro de suas roupas, de seu sabonete e pela lembrança dos seios pulando do decote. Seus movimentos eram rápidos, desajeitados, sem ritmo. Gozou quase que instantaneamente. Como todo adolescente inexperiente. Ficou ali, com a mão grudenta de porra, sem saber se aproveitava a letargia do gozo, ou se buscava algo para se limpar. Esbaforido, olhou para os lados procurando algo. Precisava achar alguma coisa, rápido, para enxugar a mão, a barriga e a colcha da cama.

Ela se deliciou com cada minuto do banho, ao saber que aquele meninote a observava. Ela podia sentir seus olhos e aquela situação toda a enlouquecia.

Saiu apressado do quarto, fechando o zíper da calça. Carregou a lista e o telefone e voltou para perto dos amigos.

Catarina saiu do banho, vestiu algo confortável e desceu. O Menino estava lá, quase que catatônico, em um estado meio bestial. Ele se perguntava se aquilo era melhor ou pior que perder a virgindade.

— Já pediu as pizzas menino? Estou morta de fome e louca para devorar alguma coisa. Pede logo, vai. Não dá pra perder tempo, daqui a pouco a pizzaria fecha.

— Me dá aqui essa lista. Faz meia hora que você ta com ela e esse telefone na mão. Que cara é essa heim? Bebeu?

Bruno tira a lista da mão do amigo e vai até as páginas amarelas procurar pelas pizzarias.

— M, N, O, P... Pa... Peixarias, perfumarias, persianas, pisos, piz... Mas cadê as pizzarias? Mãe, alguém arrancou as páginas com os telefones das pizzarias da lista telefônica...


Mônica W. (Dando exemplo que os opostos se atraem)

Os opostos se atraem... Ou se completam??


Acredito que no fundo, no fundo, tentamos buscar no outro, aquilo que não somos, mas que admiramos. Por esse motivo, a atração entre pessoas diferentes, é tão excitante.
Isto explicaria uma série de fatores relacionados ao comportamento humano: Não sou, mas gostaria de ser, não tenho mas gostaria de ter. É aí que começa a grande busca...
Fato é, que homens e mulheres são diferentes, tanto na essência, quanto na aparência
E sem contrariar as leis da física, ambos buscam incessantemente satisfazer seus anseios, procurando um ao outro.
Cada um com seu papel definido, como se fôssemos protagonistas de um filme, chamado “vida”, aonde após distribuídos os papéis, começa o desenrolar da trama buscando sempre um final feliz que satisfaça a todos.
Uma trama, só se desenrola na íntegra, se uma cena complementa a outra com perfeição.
Assim são homens e mulheres: Opostos que se atraem, baseados nas diferenças para juntos e completarem.
Há quem ache utópico! Pode até ser. Mas eu boto fé! E além do mais... não custa tentar!






Flávia Kadowaki

quarta-feira, 26 de março de 2008

Nem tão opostos assim...

Sinceramente não acredito muito nessa máxima aplicada da física para o mundo dos relacionamentos. As outras desaforadas já deram o toque e eu concordo. Por mais que existam diferenças, se continuam juntos é porque existem algum grau de concordância/empatia para manter o relacionamento. É o bom e velho "estão juntos porque se merecem", por mais que aos olhos do resto pareça não haver uma grande conexão.

E, depois de alguns meses aturar alguém e um relacionamento no qual você e o seu "significant other" são totalmente diferentes, acaba virando um suplício (qualquer um que tenha tentado e não segurado a barra vai concordar comigo hehe) . Nem que seja na visão de mundo, no tipo de planos que eles têm para o futuro, ideologia política, no gosto musical, enfim, em alguma parte tem que haver a chamada conexão, de preferência banda larga né porque discada ninguém merece.

A cultura pop que não é boba nem nada e adora esses clichezões (e quem não gosta?) sempre gerou "produtos" baseados nesse conceito dos opostos que se atraem, em filmezinhos de adolescente ou nem tão adolescente assim como no velho confilto garota (o) rico que se apaixona por menina (o) pobre e por aí vai. No domínio musical lembrei de duas canções (mas existem mil outras) , uma nacional e outra internacional sobre esse assunto.

Léo Jaime - a vida não presta

Você vai de carro prá escola
E eu só vou a pé
Você tem amigos à beça
E eu só tenho o Zé...

Prá consolar
As tardes de domingo
Que eu passo à sofrer
Sonhando em ter
Um carro conversível
Prá você me querer...

Quantas noites
Em claro eu passei
Tentando te esquecer
Quando à noite
Eu consigo dormir
Eu sonho é com você...

A me dizer:
Prá não ter ilusões
Que entre nós não pode ser
E é mesmo assim
Nem mesmo no meu sonho
Eu posso ter você prá mim...

Eu tentei naquela festa
Você fugiu de mim
E eu pensei:
A vida não presta
Ela não gosta de mim...(2x)



Já a segunda é da atual jurada do American Idol, Paula Abdul com uma música exatamente com o nome do tema da semana "Opposites Atract":



Até a próxima semana!
Lady A.

terça-feira, 25 de março de 2008

Se os opostos se atraem??

Na boa, a física é uma ciência exata. Nós somos humanos, com uma cabecinha altamente complexa, ainda mais quando se fala de atração, amor, etc... Não dá pra estabelecer uma regra e achar que isso vale pra todo mundo.
É natural que ao ver algo diferente, a pessoa fique curiosa. É como o gato ao ver pela primeira vez um cachorro. Depois que já sabe como funciona, não vai dar tanta atenção pro próximo que aparecer na sua frente. Mas sempre que encontra uma gata fêmea no cio.... miauuu...
Quando vemos um casal que aparentemente a gente acha que não tem nada a ver um com o outro, pode ter certeza que eles acharam alguma coisa em comum, nem que seja a posição sexual preferida...rs
E se fossem sempre os opostos que se atraíssem, não teríamos tantos casos de homossexualidade, né?
Sem mais para o momento...
Mazé Portugal

segunda-feira, 24 de março de 2008

Opostos se atraem?


Tema da Semana: Opostos se atraem?

Nunca fui boa em aula de física, mas ela diz que dois corpos diferentes se atraem.
Será que essa máxima é verdadeira também em matéria de amor?
Há muitas controvérsias rs.

Sim, acho que o começo os opostos se atraem e é bem divertido, mas e o depois?
O que te atrai em uma pessoa?
Primeiro a aparência ahhh sim imagem é tudo rsss principalmente no primeiro contato visual.
Principalmente para os homens...
Depois temos o papo, a inteligência, o jeitinho... enfim inúmeras “coisinhas” atraem ou repelem você do seu alvo rsss seja no coração, seja um amigo, uma amiga, um colega de trabalho... enfim somos cercadas de pessoas; com algumas rola a tal da "empatia" com outras não, com algumas fazemos o “teatro” social... faz parte... com outras rola a atração, a conexão...

No relacionamento os opostos se atraem?
Sim, sim, sim ... ainda bem, já que o mercado anda tão escasso... rs
A questão é por quanto tempo essa atração vai durar, também não precisa ficar pensando muito nisso... deixe rolar, mas tudo tem limite... qual é o nível de tolerância desse oposto?
Um ama ir ao cinema e o outro não...
Um adora criança o outro odeia;
Um quer casar outro tem pânico;
Um adora balada outro adora ficar em casa....
e aí como resolver isso?
NEGOCIAÇÃO uma hora um e outro vai ter que ceder... coisas do relacionamento, mas quanto tempo dura isso? Tudo depende... do seu amor, da sua paixão, da amizade...

Os opostos se atraem sim e não... tudo depende do seu grau de aceitação.
by Ale (Aletéia Ferreira)

Homem pra não casar

O melhor caminho pra encontrar um homem pra casar é não se enroscar num cara que não é homem pra casar. Isso, claro, dentro do seu entendimento (ou moldagem?) da figura masculina. Para você, quais pontos são cruciais no comportamento de um homem? Não os ignore, por favor.

Nós, bichos esquisitos (em português e em espanhol) chamados mulheres, temos instinto aguçado e é vital para a alma feminina trabalhar com a intuição. Logo nos primeiros meses, às vezes em semanas ou mesmo em dias, conseguimos detectar coisinhas que nos incomodam. Siga sempre seu instinto. O grau do incômodo e a quantidade dessas 'coisinhas' é que vão definir se a relação tem chances de ir pra frente ou não.

Pois bem, fui conversar com algumas amigas solteiras para saber mais sobre quais características elas esperam encontrar no pai dos seus filhos. O que as mulheres apreciam no geral, são as mesmas coisas: gentileza, romantismo, bom humor, bom senso, responsabilidade, inteligência, força, masculinidade, beijo gostoso, boa pegada na cama…

E o que as incomoda de verdade? Descobri que algumas coisinhas somadas a outras coisinhas, podem tornar o cara interessante uma bomba. E que as mulheres têm motivos os mais variados pra rebaixar um pretendente à segunda divisão.

Alguns exemplos: você implica com aquela sugadinha estranha que o cara faz de vez em quando com o nariz? Não se iluda, a sugadinha estranha vai piorar com o tempo. Vocês saem para o primeiro encontro e ao estacionar o carro, ele chama o flanelinha de ´amigo´. Você acha isso divertido ou meio bobo? Pense bem. No segundo caso, alerta! O ato pode se tornar inteiramente bobo em outras situações. Mais um detalhe: ele ronca?

Outra questão analisada na roda: você apresenta à ele uma amiga do tipo gostosa e ele, discretamente ou não, dá uma boa conferida na garota. Isso te incomoda? Se te incomoda um pouco, tudo bem, você é mulher e a gente concorre o tempo todo. Se te incomoda muito, o homem que você procura não existe, de forma que será impossível casar-se com ele. Além do mais, convenhamos, até você já deu uma boa conferida na sua amiga gostosa, não? Nunca? Jura?

Sim, os pequenos defeitos podem se tornar grandes problemas. E cabe a nós sermos espertas o suficiente pra perceber quando o romance tem futuro ou não. Ao conseguir identificar com eficiência que tipo de homem você não quer como marido, terá mais chances de conhecer alguém que se encaixe melhor ao seu estilo de ser e de viver. Todos temos defeitos, e o homem pra casar, penso eu, é aquele cujas qualidades fazem o resto ter uma importância muito pequena.


Srta Reis.

domingo, 23 de março de 2008

As 10 regras de ouro para casar com o “Homem pra Casar”


Aqui estão algumas sugestões simples, valiosas e práticas para caçar essa criatura tão rara e cobiçada, o tal “Homem pra Casar”. É difícil encontrar um, mas com certeza eles estão por aí, esperando por você. O texto só não diz onde encontrar, mas aqui vai uma dica: as baladas não são seu habitat natural. Leia, instrua-se, encha-se de coragem e vá à luta:

1) Primeiramente, saiba definir o que é “Homem pra Casar”. Vamos sair das subjetividades e do gosto pessoal para traçar um perfil básico e universal: é um sujeito bem sucedido, bem aparentado, bem humorado, inteligente, sensível, fiel e... bom de cama. Muitas mulheres acham que não, porque isso é atributo de galináceos. Então, aqui vai um alerta na escolha do pacote: quem levar o “Homem pra Casar” sem que nele esteja incluso o “Homem pra Trepar” vai ganhar, de brinde, o “Homem pra Cornear”.
2) Seduza com moderação. Abordar um “Homem pra Casar” é uma arte que exige cuidado. Primeiramente, você pode pensar que ele é bem sucedido porque é arrojado, então gosta de mulheres que avançam. Errado, ele pode achar que você é assim com todos. Bom, então, você chega à conclusão de que ele prefere mulheres difíceis, afinal é um homem de conquistas. Errado, ele pode achar que você está se achando. Na verdade, o “Homem pra Casar” é bem sucedido porque contrabalançou prudência e ousadia nas doses certas. Pelo lado da prudência, não vai querer nada sério com alguém que aparente ser uma fogosa descontrolada; pelo lado da ousadia, vai querer ele próprio preparar o bote na hora certa. O problema é que esse tipo de cara passou (e passa) muito tempo da vida estudando, fazendo patrimônio, levando as coisas a sério, e não teve (nem tem) tempo para exercitar muito bem a arte da sedução. Além disso, como é um gentleman, tem sempre receio de interpretar equivocadamente seus sinais e acabar sendo inconveniente. Então, pode perder o timming e você achar que ele está desinteressado. Sendo assim, facilite as coisas, mostre-se (com discrição) atraída por ele, planeje encontros propícios para o romance, deixe-o falar de si (massageia o ego e revela informações preciosas) e crie situações para aproximá-lo fisicamente de você (o som alto de uma boate pode exigir que vocês conversem bem de pertinho). Na real, tem de fazer com que ele ache que te conquistou, saca? Homem é sempre bobo, mesmo sendo “Homem pra Casar”.
3) Foque o nicho de mercado. Profissionais da área técnica de alto staff são mais “Homem pra Casar” do que os outros. Engenheiros, em especial. Isso porque assumem altos cargos, têm carreira segura por toda a vida, rotina previsível, carga horária convencional e, o principal, vão passar anos a fio em ambientes profissionais cercados de homens, por mais que os avanços femininos tenham levado mulheres a dividir espaço com pedreiros em canteiro de obra e peões em chão de fábrica. Claro que o cara tem de ir a congressos, mas isso é coisa de um finalzinho de semana, passa rápido. E se é “Homem pra Casar” mesmo, você nem precisará temer as famigeradas recepcionistas de stands, porque ele não lhes dará a menor pelota. Profissionais da área de biomédicas: hmmm, talvez, mas cuidado porque médico geralmente é um terror com as colegas de jaleco. Profissionais de humanas: muito cuidado, em especial com advogados, que estão acostumados a trabalhar com, digamos, meias-verdades. Agora, gente das artes, da comunicação ou de eventos, esqueça. Tem muita tentação ao redor, horas a fio de trabalho (aliás, não tem hora pra nada), viagens, festas, badalação, libertinagem, cabeça aberta, contato com gente nova o tempo todo, uhuuuu e etc. Aliás, quem em seu juízo perfeito, numa situação dessas, se tornaria “Homem pra Casar”?!
4) Gerencie o sex appeal. Decotes, saia curta, calça justa? Reserve só para os momentos você-e-ele. “Homem pra Casar” gosta de exibir sua amada para seu círculo social, mas detesta a idéia de ter amigos que, por mais controlados e fiéis que sejam, tenham seus olhos imantados pelas coxas da mãe de seus futuros rebentos. Também tem brotoejas ao pensar que precisará alertar sua musa a não usar aquela camiseta “Suck Me” ao visitarem sua mãe (por mais que a velhinha não saque nada de inglês).
5) Mantenha-se em forma. “Homem pra Casar” chama a atenção por ser bem vestido, enxuto e cheiroso. De gordinho, só tem os zeros na conta bancária (aliás, seu principal charme). Portanto, mantenha a lataria em dia, e mostre que isso não é um lay-out de ocasião. Pratique atividades físicas com regularidade e vista-se bem (e de acordo) mesmo que seja para ir comprar emplastro Sabiá na farmácia da esquina. Aliás, vista-se bem nem que seja para ficar em casa. “Homem pra Casar” não se arrisca a ir para o altar com alguém que, no dia seguinte, estará cortando as unhas dos pés na sala, com bobs no cabelo e o culote escapando pela calça de moleton descosturada na lateral. Brrrrr...
6) Seja sociável mas não “dada”. Em especial com seus amigos e com amigos e primos dele. Modere nos abraços, beijos, risos e afagos. Cuidado também com papos que esbarrem na intimidade. Um simples “vou fazer xixi” em público pode causar incômodo. O “Homem pra Casar” sabe que tem um enorme potencial para se tornar personagem de Nelson Rodrigues, afinal é bom moço, trabalhador, sério e cuidadoso com sua amada, ao ponto de ela poder no futuro cansar de seus carinhos. Afinal, tudo que é perfeito demais enjoa. Além do mais, como passará muito tempo buscando fazer dinheiro para sua prole, tem noção de que deixará a esposa livre e solta pelo mundo, seja em casa ou passando o feriado longe dele na praia – ocasiões mais que propícias para encontrar um tentador affair. Ricardão está para o “Homem pra Casar” assim como Lex Luthor está para o Superman. Não queira você parecer kryptonita, OK, Lois Lane?
7) Não faça joguinhos. Mulher costuma acreditar que o homem a valoriza mais se perceber que há chance de perdê-la. Isso pode valer com algumas espécies, mas não com o “Homem pra Casar”. Com ele, ou se confia, ou se confia. Se você o deixar inseguro, prepare-se para ir atrás de outro “Homem pra Casar”. Essa raça se deu bem na vida porque aprendeu a ser seletiva, e não vai arriscar justamente com quem dividirá o próprio leito. Quer joguinhos? Vá a uma sex shop.
8) Não seja pudica no sexo. Supostamente, “Homem pra Casar” é um ser monogâmico. Se é para atravessar o resto da sua vida com uma única mulher, não vai querer que ela seja limitada. Seria o mesmo que fazer uma viagem imensa com um carro que não passa de 80 km/h. Esqueça a bobagem de “o que ele vai pensar de mim?”. Trata-se de um sujeito maduro, inteligente, não vai confundir as coisas, muito menos achar que você bate ponto na praça Ouvidor Pardinho. Se acha isso, é um machista. E machista não é “Homem pra Casar”.
9) Passe no ISO 9000 dele. Mostre que você gosta de crianças e de vida familiar. Trate muito bem a mãe dele (lembre-se que a melhor forma de saber se um homem é “Homem pra Casar” está em observar como ele cuida de sua progenitora). Seja carinhosa. Sempre. Se você lhe fizer cafuné depois de um almoço de domingo, terá de fazer ad eternum, ou pelo menos com alguma regularidade. “Homem pra Casar” está muito atento a performance, porque é o que faz em sua rotina profissional. Desempenho em declínio é indicativo de falência certa. Casamento não deixa de ser um tipo de business, e ele não vai correr o risco de ter uma sócia desalinhada com o plano de negócio.
10) Certifique-se, antes de tudo, que você é “Mulher pra Casar”. Senão, esqueça todas as demais regras. Não vão funcionar.




Mario Lopes

sábado, 22 de março de 2008

Homem para casar! Cadê???


Não importa a idade, religião e questão financeira, toda mulher quer casar! Umas querem casar de noiva, com aquele vestido perfeito, no lugar perfeito e com o homem perfeito (eu faço parte deste time) e outras não precisam de todo esse fru-fru e só assinar o contrato de união estável está bom.
O motivo para as “caretinhas” casarem é o amor.. já para as “moderninhas” podem ser vários como: precisa de alguém par ajudar a pagar as contas, o namorado está indo embora e ela precisa assumir a relação para ir junto, ficou grávida, o porteiro do prédio menciona que ela é a mocinha que vive com o moço do 12º andar e não que é a mulher dele – daí ela casa (hehe parece brincadeira mas tenho uma amiga que casou assim. E é bem feliz!), etc.
Como deu para perceber, não importa o motivo, todas querem casar! Mas cadê o homem para casar? É artigo de luxo e quem encontra não diz onde.
A procura do homem para casar é tão importante para as mulheres que a Universidade de Chicago fez um estudo, publicado na revista britânica “Proocedings of the Royal Society”, relatando como a mulher encontra o parceiro PARA CASAR. De acordo com o estudo, o rosto masculino indica quem é o homem para a mulher investir e agarrar!
Rostos com traços mais masculinos são os preferidos para uma relação casual (só sexo e nada de compromisso) pois se associam com maiores níveis de testosterona (hum, interessante!!!). Enquanto o homem para iniciar uma família são aqueles com traços infantis, ao estilo Leonardo Di Caprio.
Vixi... de acordo com este estudo eu não vou casar nunca! Não gosto de homens estilo Leonardo Di Caprio (está certo que a Gisele – uma das mulheres mais bonitas do mundo – agarrou ele) mas meu estilo é mais os testosteronados, como Antonio Banderas, Brad Pitt, Reinaldo Gianechini, etc!
Mesmo lendo a pesquisa eu não consigo procurar o homem para casar assim. Como falei no começo do texto eu sou a caretinha! O homem para casar pra mim é aquele: companheiro, simpático, trabalhador, que cuida da mulher mas não a sufoca, aquele que dá flores mesmo quando não tem motivos, aquele que manda mensagens só para dar oi, compreensivo, aquele que te faz sentir amor, rir mais que chorar e que faz as coisas para estar ao seu lado e te ver feliz...
Esse homem existe? Acredito que sim! E sei que todas as mulheres vão achar o seu no momento ideal é só saber procurar J. Enquanto isso é bom estar feliz e fazer as coisas que gosta. Para quando encontrar a pessoa certa ela também seja feliz ao seu lado

Josiany Vieira

sexta-feira, 21 de março de 2008

Tem que escolher um só?



Fiquei uma noite sem dormir mudando de marido. Fala sério gente, não dá pra escolher um só. Homem pra casar? Aff! Pensava: Fulano é bom partido por causa disso e daquilo; mas, Sicrano também é ‘partido’, por outros tantos motivos. Ah, tem também o Beltrano que tem tudo a ver comigo. Enfim, há muitos homens que eu admiro e cada um por uma razão diferente.
Então, diante de toda essa crise e na tentativa de facilitar as coisas, virei uma árabe feminista (ao cubo). Intitulei-me sultana de um micro país chamado Falônicos do Sul. Lá construí meu palácio, chamei alguns ‘partidos’ e ele começaram a chegar.

"Odalisco" n. 1: o americano James Dean, sim, porque é impossível resistir àqueles olhos claros, aquela cara linda e safada e todo aquele jeitinho de garoto rebelde e angustiado com a juventude. Com ele eu me exibo vez ou outra em um carro veloz (mas não muito, né James), ou, o coloco sentadinho em algum canto, só para admirá-lo.
"Odalisco" Segundo: outro americano. Fred Astaire. Ele me leva aos bailes, às pistas de dança ou simplesmente dança comigo em uma das tantas salas do meu palácio, quando eu tenho vontade e assim desejo.

John Coltrane e Carlos Gardel. Sim, porque eu preciso de boa música para aquietar a alma e para dançar com Fred Astaire. Já imaginou? Misturar os solos de sax de John com a voz de Gardel? Só aqui em Falônicos do Sul isso é possível.

O sueco Ingmar Bergman escreve roteiros e dirige seus filmes repletos de erotismo, só pra mim. Mas isso só depois que eu aprovo o roteiro.

Para os momentos de leitura já estou com um bom escalão: Jorge Luís Borges já se instalou por aqui com suas histórias fantásticas; Ernest Hemingway também lê ao pé do meu ouvido sua literatura jornalística; Aldous Huxley me instigando a criatividade; Pablo Neruda e Mario Quintana além de lerem suas poesias, que tanto me agradam, também me fazem alguns versos; Edgar Alan Poe me surpreende sempre com algum conto e, por último, Jack Kerouac e a contra-cultura americana. Algumas vezes vamos até o Big Sur e passeamos de pés descalços pelas encostas do Pacífico.

Alfred Kinsey, ah, ele não poderia faltar. Sexólogo responsável pela maior pesquisa sobre comportamento sexual de homens e mulheres. Reza a lenda que ele inclusive praticava sexo com os(as) voluntários(as) que participavam das suas pesquisas. Sim, morram de inveja, todo esse conhecimento só pra mim.

Já tenho também alguns artistas, dos mais diversos estilos, que estão decorando salas do palácio e "fazendo arte" pra mim: Roy Lichtenstein com sua pop-arte; Gustav Klimt responsável por alguns mosaicos e murais do meu palácio; Monet com seu impressionismo; não poderiam faltar o Guido Crepax com seus quadrinhos eróticos e o fotógrafo Robert Capa, que além de talentoso é lindo.

Ernesto Guevara escolhido porque é lindo e amo os revolucionários e eles me dão tesão.
Para as noites que preciso de mais conhecimento, filosofo com Michel Foucault, Jean-Paul Sartre (a Simone que me desculpe) e Friedrich Nietzsche (eu estou conseguindo fazer ele perder o ódio que sente pelas mulheres rapidinho, quer dizer, não sei. Talvez a raiva esteja aumentando).
Pra terminar: Virgulino Ferreiro da Silva, vulgo Lampião, para as vinganças mais sangrentas, se necessárias. Vai que alguém inventa de roubar meus odaliscos... Ah, aproveito para deixar claro que não admitirei furtos em minha propriedade, nem paparazzi, e que os meus castigos deixarão até Lampião sem graça.

Enquanto isso, em algum canto do palácio...

— Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso. (...) Neruda lia esse poema muito calmamente, quando tudo começou.

— Neruda pára com essa melação e venha me ajudar. Alguém roubou a porra da minha caixa de charutos. No mínimo foi aquele argentino filho da puta metido a revolucionário. - Falou Robert Capa, indiguinadíssimo.

— Ei, mais respeito aqui dentro. Quem manda nessa pindaíba aqui, ainda sou eu. - Grito eu ainda mais alto.

— Minha flor do cerrado, se tu quizé eu arranco os bago desses baitola aqui e como com sal - disse Lampião.

— Não carece ainda Lampião. Não se avexe tanto.

— Fui eu mesmo. Grita Ernesto, e digo mais, endurecer sim, mas, perder a ternura jamais. Se alguém aqui quer brigar, brigaremos senhores.

— Aquilo que eu sempre disse, vai ter-te com uma mulher, levas um chicote. A culpada é ela. - Gritou Nietzsche apontando duramente para mim - Aonde já se viu, nos reunir aqui, homens tão diferentes. Isso é um abuso. Essa louca trouxe pra cá os homens mais célebres de todos os tempos, por pura vaidade. Alguém aqui está contente? Em dividi-la? Eu já estou quase comprando a minha passagem de volta.

— É verdade. Além da superlotação é impossível viver aqui, com essas diferenças de estilos e ideologias. Acho que devemos fazer uma assembéia, e você, Sultona, deverá escolher apenas um de nós - ataca Huxley.

— Ah, mas como? Não poderia optar só por um. Cada um de vocês tem os predicados que considero importante. Não poderia achar tudo isso em um homem só. Sejam bonzinhos. Não façam isso comigo. Se for pra escolher um só, prefiro ficar sem nenhum. - Falei isso achando que mobilizaria os meus meninos...que nada...

— Ei, esperem, onde vocês estão indo? Não, não, fiquem. Gente, calmaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, vamos conversar melhor sobre isso. As coisas não podem ser assim, ei, tou falando com vocêssssssssssss ...




Mônica Wojciechowski

quinta-feira, 20 de março de 2008

Como música


O homem para casar. (...) Nossa, que missão escrever sobre ele. Será que este príncipe existe ou será que é fruto da minha imaginação?

Vamos lá, não custa nada, tentar:

O homem para casar, a meu ver, tem que ter uma excelente educação. Ter valores que transbordam o espaço viável para este quesito. Tem que sempre abrir a porta do carro e da casa. Eu disse sempre, não só na primeira semana, ou no primeiro encontro, como é a praxe do senso comum da macharada por aí. Abrir, aliás, todas as portas e deixar você passar por primeiro, sempre. Afinal, quem é educado é educado o tempo todo e não apenas em um espaço de tempo curto de uma conquista.

Ele deve sempre se preocupar com o outro. Mas nunca se descuida de si.

Deve ser ecologicamente correto, separar o lixo, manter tudo em casa organizado e limpo. Ser daqueles que não só não colocam a toalha molhada em cima da cama, como ainda tem o conjunto completo de banho, e ainda cuidam para usar tudo combinandinho.

Deve gostar de comer, mas comer pouco e comer bem, pois se preocupar com a principal ferramenta que tem, seu “corpítcho”, é essencial. Ele deve ficar atento a cada rótulo. Orgânicos e integrais é o que não deve faltar na sua geladeira.

Por falar em corpíticho. O Homem para Casar tem que ser esportista. Claro. Afinal não quero ser viúva tão cedo e de preferência nunca. Como irei viver mais de 90 anos para poder ler o que meus colegas historiadores escreverão sobre os bafões que rolam na política e na economia dos dias em que vivo hoje, ele precisará ter muita saúde para me acompanhar nesta longa trajetória. Para isso, nada melhor do que a prática esportiva. De preferência aqueles esportes orientais que além de nos dar saúde interna e externa ainda nos dão valores para vida.

Este homem também deve ser um belo intelectual, cultura e erudição não podem faltar. Afinal, qual mulher não tem tesão por cérebro? Uma pessoa para ficar ao nosso lado tem que ser guindaste e não âncora. Temos que, a cada dia, aprender alguma coisa com ele. Nem que seja uma cultura inútil sobre a etiqueta da tecnologia.

Também não pode só ficar na palavra, tem que partir para a ação. Homem para Casar tem ser Macho Provedor. Nem acredito que estou escrevendo isso, mas sempre fui eu contra o mundo em relação a este assunto, e ainda estes dias tive que engolir a seco que eu sou romântica e ingênua pensando assim. Argh! Tudo menos ingênua. Por isso estou revendo seriamente meus conceitos em querer ter um Macho Provedor a meu lado. Pensando bem não deve ser tão ruim assim ser sustentada por um homem que não o meu pai.

Agora um ponto crucial que o Homem pra Casar deve ter é um desejo louco por mim. Um olhar esbugalhado pelo meu ser. Ele deve gostar de admirar sua fêmea nos enlaces do amor animal. Deve conhecer o corpo de uma mulher detalhadamente. Célula por célula. E, se possível, ter um nome que ao ser pronunciado soe como música aos meus ouvidos.



Verônica Pacheco

quarta-feira, 19 de março de 2008

Homem para casar? tô fora!

o nerd/geek do filme namorada de aluguel é bem "casável"

Confesso que o tema dessa semana não faz muito a minha cabeça e que não sou a pessoa "correta" para falar do assunto. Nunca fiz o tipo "moçoila casadora" rs na acepção original do termo. Sempre me preocupei muito mais em viver a minha própria vida (curtir, sair, obter conhecimento, viajar, etc) do que encontrar o tal do "príncipe encantado" que é mais um daqueles engodos que o imaginário coletivo nos prega. Para começar que acho esse termo "homem para casar" tão pejorativo quanto o "mulher para casar", pois parte do pressuposto que dividimos as pessoas em categorias que são por demais complexas para serem reduzidas em rótulos como produtos.

Primeiro que apesar de sempre ter adorado estar "in love", nunca fiz planos sobre casamento. Cerimônia religiosa? Aff nem pensar. Sou anti-religiosa por natureza e nunca me imaginei dentro de um vestido branco com cara de chantilly professando uma fé que não tenho. Casar no civil? Só se for por algum motivo "obrigatório", do tipo levar o marido junto quando for pedir uma bolsa de pesquisa para outro país. Eu sinceramente nunca liguei a mínima para aliança, papéis e todo esse lero lero que nós enquanto sociedade achamos super normais. O que não quer dizer que não acredite no amor. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Porque amor não prescinde de todo esse entorno burocrático, amor simplesmente acontece e ai é que a convivência acaba tornando-se necessária.

Mas de volta ao tal do "homem para casar", não há fórmulas passíveis de serem aplicadas e quem diz que há, só o faz para vender livro de auto-ajuda para mulheres desesperadas. Eu suspeito dos "homens para casar" ou melhor dos homens que aparentam estar desesperados para casar e que possuem um discurso pronto todo bonitinho. E olhem nessa minha vida cheia de idas e vindas , já conheci dois que faziam essa linha: pinta de bom moço, papinho para agradar a sogra, posando de super responsáveis, entre outros atributos "socialmente louváveis". No fundo eram uns malas sem alça, controladores, machistas, chatos, egoístas. Sinceramente? Foram duas das pessoas mais tediosas e sem graça que já conheci.

Felizmente o mundo é feito dessas diferenças e uma lista de predicados idealizados jamais substituirá o "real". Encontrei meu "homem para casar" (argh para esse termo rs) entre as batidas quebradas do drum n´bass, ambos sem grana, sem nada a perder, sem pretensões. Só queríamos nos divertir enquanto a festa não acabasse e vejam só faz quase cinco anos... ou seja, depois de tanto relutar (nessa época, nem namorar eu queria pois estava envolvida com minha tese de doutorado) me vejo em uma relação doméstica e estável que inclui não abdicar das vidas individuais - relacionamento sufocante ninguém merece! os amigos são os únicos que ficam ao findar de uma relação - tampouco das coisas que gostamos de fazer juntos. Além disso, tem que aturar os meus surtos ao ficar ouvindo a mesma música mil vezes, meus momentos workaholics, tem que ser pragmático e não ser chegado em senso comum. Ah e tem que gostar de tecnologia e de cultura pop. Assim, justifico meu título do post, afirmando que o imaginário do "homem para casar" nunca me atraiu. Homem é para experimentar e amar. E, como diz aquele clichezão do Vinicius de Moraes: "que seja eterno enquanto dure".

Lady A.

terça-feira, 18 de março de 2008

George Clooney pra casar

Era uma vez uma garota de 17 anos, chamada Chiquinha, que morava no interior. Ela era muito inteligente, já estudava pra ser professora e tinha muitos planos e sonhos para o futuro. Por incrível que pareça, ela acreditava em Papai Noel, então resolveu escrever uma cartinha:
- Papai Noel, está chegando a hora de eu encontrar o homem certo pra casar. Então aí vão apenas algumas características imprescindíveis: charmoso, bonito e gostoso como George Clooney, inteligente, cheiroso, bem resolvido profissional e financeiramente (rico), trabalhador na medida certa, carinhoso, generoso, bem-humorado, paciente, compreensivo, honesto, super fiel, sem relacionamentos anteriores, que me dê vários orgasmos, e filhos perfeitos que só tragam alegria.

Passados poucos anos ela conheceu seu primo de segundo grau, Joãozinho. Quando ele a fitava, seu coração disparava. Passavam dias e noites se divertindo em longas conversas, e os beijos roubados a deixavam arrepiada. Ele logo se confessou apaixonado. Mas Chiquinha não se deixou levar: - Eita, esse João não tem onde cair morto, não tem nem 2o.grau, é baixinho, peludo demais, feinho e aquele péssimo hábito, divertido só pra ele, de soltar pum. Deus me livre, me envolver seriamente com ele. O homem certo ainda vai chegar.
Chiquinha foi pra cidade grande sempre carregando seu pôster do George Clooney. Os anos passaram e ao retornar ao interior, ela já era D.Francisca. Senhora doutora professora do Estado, mas...ainda virgem. Seu João tinha se tornado um empreendedor de sucesso, dono da maior rede de supermercados da cidade, casado com a Ana Maria Brega da região e com dois filhos lindos. Ao encontrar D.Francisca, ele foi educado, mas logo devotou sua atenção à família.
D. Francisca, hoje aos 70 anos, mora com a irmã viúva e os sobrinhos. Seu pôster do George Clooney virou jogo de tiro ao alvo das crianças. E ela passa os dias à janela... Esperando o presente do Papai Noel chegar? Não, fazendo fofoca dos vizinhos mesmo.



By Mazé Portugal

segunda-feira, 17 de março de 2008

Onde está o príncipe encantado?

Tema da semana é HOMEM PRA CASAR: OU ? OU !
Branca de neve, Rapunzel, Bela adormecida...final feliz!
Onde está o princípe?
Como uma boa estrategista de marketing tudo deve começar com a análise do ambiente...
E pra isso temos algumas ferramentas entre elas o Swot ou versão brasileira o "FOFA" onde fazemos o brainstorm ou como dizem os mineiros um “toró de idéias”.
Coloque no papel seus Pontos Fortes, Fracos, suas Ameaças e suas Oportunidades e faça essa análise com o tal “homem pra casar” – cruze as informações e boa sorte! O mercado está aí.

Ahhh se fosse simples assim... minhas amigas não estariam estressadas depois dos 3.0 rss
O homem pra casar tem que ter afinidades, gostar de no mínimo 80% das coisas que você goste de fazer, comer, viajar, crianças, personalidade...
Aquela estória que opostos se atraem não é assim 100% prática, no começo pode atrair, mas por quanto tempo? Ninguém quer um casamento descartável... ou quer?

O homem pra casar tem que gostar de ir ao cinema, de ver filminho água com açúcar, desenho animado, comer pipoca, coca-light, curtir um bom vinho, viajar, fazer trilha, pedalar, ficar em casa vendo séries na tv, filminhos no dvd, fazer algum exercício, comer massa, carne e principalmente me paparicar, cuidar de mim e me amar. Eu já achei o meu homem pra casar, me separei , voltei... final feliz, só em conto de fadas.

O homem perfeito ou pra casar não existe... o que temos são homens que como nós possuem defeitos, alguns, vários ou milhões, são eternas crianças... e viva a vida! Faz parte do pacote...

Dica para achar o homem pra casar: não procure demais, ele vai te achar, precisa ter um pouco de paciência, sem pânico, pois eles sentem o cheiro e fogem, mas também não dá pra ficar em casa esperando ele bater na sua porta, bem só se ele for o entregador de pizza, o carteiro... rs

Saia, caminhe, pedale, vá ao cinema, shopping, bares, baladas, no trabalho, nas ruas, no sinal de trânsito olhe para o carro do lado, paquere não faz mal a ninguém... estou casada há 7 anos e conheci meu gato assim, de madrugada no sinal paquerando minha amiga, mas quem ganhou a paquera fui eu hahah.

O homem pra casar também está procurando uma mulher pra casar, morar junto, dividir os momentos de felicidades, a pipoca, o chocolate quente, o vinho, as contas, viajar, sonhar, ter filhos...

E enquanto não encontra o seu principe, amorzao, amorzinho, sherek, coelhinho, dog... e por aí vai os apelidos carinhosos rss

Viva a vida, seja feliz com sua família e principalmente com seus amigos, pois estes sempre estarão do seu lado em todas as fases da sua VIDA!

Bjks

by Aletéia Ferreira (ALE)

sábado, 15 de março de 2008

Чеченская Республика 1997


- Sabe por que eu estou aqui, Doutor?
- Mônica, pela última vez: não vou mudar seu anti-conceptivo, porque não é ele que está te engordando. Sou seu ginecologista, não seu endocrinologista.
- Errou. Mais uma chance.
- ... Papa Nicolau?
- Não. Presidente Clinton.
- Você veio aqui para uma consulta ou para discutir política e religião?!
- Tá bom, vou explicar. A resposta está nesta sacola.
- Brrrrrr... ela está gelada. O que tem dentro?
- Abra.
- Um vestido?
- Sim. E é o vestido mais valioso do mundo. Examine-o.
- Está com cheiro de água sanitária. Você o lavou?
- Não, é esperma.
- Eca!
- Ai, não precisava jogar no chão, né?!
- Você devia ter ido a um urologista.
- Doutor, vou explicar de uma vez: esse é o esperma do Presidente.
- E você roubou o vestido da Hillary?!
- Tá difícil. Não, o vestido é meu. Você sabe que sou estagiária da Casa Branca.
- E o homem mais poderoso do mundo não conhece lencinho de papel, toalha, papel higiênico, cortina...
- Ai, ai. Doutor, não importa. O fato é que eu quero ser inseminada com esse esperma.
- Como assim?! Por que?!
- Eu ouvi falar que dá pra tirar o DNA de um espermatozóide e botar no meu óvulo, não dá?
- Você quer um... clone?!
- Não viu Jurassic Park, Doutor?
- Hmmm... acho que eu estava num congresso de medicina quando passou no cinema.
- Pegasse em DVD.
- Vou seguir o conselho, obrigado.
- Mas voltando ao assunto: os espermatozóides estão aí, congeladinhos.
- E como teve essa idéia... brilhante?
- Há uns dois anos tentei outro método com um ex-namorado, mas me engasguei antes de jogar no potinho.
- Mônica, não sei se o que você está querendo é uma aberração científica ou moral.
- Ah, sem essa, Doutor. Todo mundo sabe que todo presidente tem amante. Dizem que o Kennedy tinha até um túnel secreto para encontrar a Marilyn.
- Ligando Washington a Los Angeles, né?
- A Hollywood, Doutor, derrrr!!
- Mônica, a única coisa fértil por aqui é sua imaginação, esses espermatozóides estão todos mortos.
- Então... esse vestido não serve para porra nenhuma?...
- Leve-o para casa e queime-o.
- Nunca. Vou usá-lo no aniversário da Primeira Dama?
- O que você tem contra ela?
- Ah, confesso que invejo o jeito que se veste, é muito bom gosto. E ela se acha a dona do mundo.
- Um dia pode vir a ser.
- A Hillary?! Não seja hilário, Doutor.
- E por que não?
- Ah, sim, claro. E vamos imaginar o concorrente dela: que tal o Michael Jackson? Não, poderia ser o Omar Kadafi. Não, melhor ainda: que tal um negro com nome árabe?
- Chega, Mônica. Olha, vou te receitar esse calmante e cama. Cama para dormir, entendeu?
- E eu vou te presentear com este charuto.
- Hmmm... que aroma bom. Cuba?
- Não, Chechênia.
- Parece familiar.
- Fume com moderação, tabaco não combina com medicina.
- Pode deixar, eu fumo mas não trago.
- Dá aqui a sacola.
- Mande lembranças à Primeira Dama?
- Ela te conhece?
- Fui ginecologista dela. Mundo pequeno né?
- Bastante. E ele dá voltas.
- Ô.
- Bom, Doutor, vou indo.
- Volte sempre, Mônica.
- Obrigada.
- Ah, uma última coisa: os charutos da Primeira Dama também são da Chechênia.
Mario Lopes

quinta-feira, 13 de março de 2008

Hillary por outro ângulo


Que tal pensarmos diferente? Um novo olhar sobre a Hillary. Vamos, a partir de hoje, observá-la como uma mulher e não como a esposa de alguém. Mesmo que este alguém seja o ex-presidente dos Estados Unidos. Ela é um ser humano, antes de ser esposa, mãe, filha, amiga, vizinha etc. Nasceu sozinha e morrerá sozinha. Se algum dia ela foi “ligada” a alguém, esta pessoa foi sua mãe, através do cordão umbilical, mas por muito pouco tempo e já há alguns anos não mais o é.
Prefiro pensar que ela usa a imagem e o poder do marido em benefício próprio. Como em um game. Durante um jogo de bola qualquer, a bola é a principal atração. Todos se esmeram em dominá-la. Todos olham em sua direção, mas após um dos times vencer, ela só é lembrada pela "Turma do Staff" na hora de ser recolhida e colocada de lado, em uma simples cesta. Ou seja, quando Hillary chegar ao topo do país mais poderoso do mundo (e tem grandes chances) poderá escrever a sua história. Em um pequeno pé de página estará escrito que ela foi esposa de Bill Clinton. (ponto) Ora, ora, quem ainda não se tocou que a história é escrita pelos vencedores? Eu até imagino daqui a alguns anos, eu velhinha me deliciando com o que meus colegas historiadores vão escrever sobre este bafão. Hehehe... Vejam esta versão: - O mundo dominado pelas mulheres teve início na presidência de Hillary Diane Rodham, em 2008. Mulher astuta e inteligente, mesmo que digam que ela chegou ao poder no vácuo de seu marido isso não a impediu de mostrar a que veio e blábláblá.
Se esta é sua estratégia original, também deveremos aplaudi-la de pé, já que ela sabe muito bem usar as armas que tem a seu favor.

Verônica Pacheco

Os ensinamentos de Hillary


Posar de feminista, hoje em dia, é fácil. Assumir o papel de moças “más”, daquelas que trabalham duro, são independentes, não precisam de ninguém para pagar as contas da casa, transam com quem bem entendem e não querem casar é fichinha pra qualquer mulher moderna. O difícil hoje é ser boazinha, gente.

Ainda hoje, Hillary carrega o rótulo de “mulherzinha”. Afinal, ela perdoou o marido depois de ele ter comido a estagiária. Em dias que se é normal transar na praia e sair com uma alga pendurada na sunga para disfarçar o ‘membro’ duro, não se pode assumir um corno em rede nacional, isso é sinal de derrota. Perdoar é sinal de franqueza.

Será que a imagem de boa moça que Hillary assumiu não foi pura estratégia? Pra mim, a ex-primeira dama é muito “da esperta”, isso sim. Agüentar a imprensa contando detalhes do boquete da estagiária, depois perdoar o marido publicamente e continuar a apóiá-lo não é pra qualquer uma. Como diria Maquiavel, "os fins justificam os meios".

Em 2001 foi eleita senadora, com o marido servindo de cabo eleitoral. Hoje, candidata democrata a presidencia dos Estados Unidos é acusada de machorrona por causa dos terninhos que usa e, quando chora, dizem que são lágrimas de crocodilo, mas, continua com a imagem fortalecida. É o que mostram as pesquisas.

Pelo que contam, Hillary foi criada em uma família rígida, onde “fraqueza de caráter” era inaceitável. Por causa da criação, desenvolveu uma personalidade forte. Por isso, toma tanta cacetada e não desmorona.

‘Mulherzinha’ somos nós, meras mortais que arrumam a mala e vão embora quando o marido deixa a tampa da privada levantada ou olha para as pernas da faxineira. Saber perdoar um corno e não dar a mínima para a foto em close aparecendo as 802 rugas da cara é só para quem quer chegar a presidência e passa por cima do próprio orgulho para conseguir o que quer.

Palmas para Hillary. Ela é uma mulher que tem culhão.



Mônica Valentina W.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Hillary: ícone pop?


Será que teremos uma mulher no cargo político mais importante do planeta Terra? Ainda não sabemos, mas não é a política que me interessa e sim o ícone Hillary. A ex-primeira dama e "mulher traída" de Bill Clinton está nas capas de revista, em todo o lugar. Mas qual é o fator de atração dessa mulher sisuda e inteligente ? Em 2000, tive uma professora do mestrado que era fanática por ela, gravava até seus discursos. Talvez porque ela se identificasse com a sólida formação de Hill ... ou pelo menos era o que ela dizia. Nunca compreendi muito bem.

Por ser uma mulher de um caráter "masculinizado" (ou pelo menos a partir da imagem midiática que temos dela), mulher fálica diriam os psicanalistas... Hillary nunca agradou muito a uma massa de mulheres, a não ser no fatídico episódio bem maquinado das desculpas esfarrapadas de Bill ("aquele que fumou maconha mas não tragou" hehehe). Nessa campanha ela vem surpreendendo e arriscou até algumas lágrimas (de crocodilo diriam alguns) talvez para amenizar o lado "tough lady". Hillary não tem o apelo fashion e amiga de celebridades de uma Lady Di para se transformar em celebridade cultuada, mas é inegável que tem personalidade e que usa artifícios e estratagemas bastante cerebrais em suas maquinações políticas. Dizem as más línguas que ela já governou os EUA por 8 anos, no entanto acho difícil ela ganhar do politicamente correto e carismático Obama. Especulações à parte, ela é uma figura que gera reações ame ou odeie e isso gera material midiatizável. Contudo, ainda prefiro Hillary à famigerada Tipper Gore (mulher caretésima de Al Gore que inventou os selinhos de Parental Advisor, aqueles que dizem que as letras de música contém letras não-apropriadas)...

Era isso,

Lady A.

terça-feira, 11 de março de 2008

Hillary 2008?

Claro, pra nós mulheres, pretensamente feministas, é o máximo pensar que uma mulher inteligente, culta, interessante e especialmente preparada poderá estar no poder da grande potência mundial. Alguém que, como nós, deverá ter sensibilidade e coragem o suficiente para cuidar de um país desgastado pós era “Bush from Hell”...rsrs
Mas, felizmente e infelizmente, o nome da Hillary está associado necessariamente a Bill Clinton, e ao controvertido caso com a estagiária “fofys” Lewinski. Aliás, fala sério, alguém acredita de verdade que a Hillary não sabia que o tarado do marido tinha casos extra-conjugais? Provavelmente, ela até incentivava esse comportamento, pois assim ele a deixava em paz. Depois de 30 anos, ela estava mais interessada na carreira e em causas mais nobres. Eu posso imaginar a reação dela quando a imprensa noticiou o caso:

Hillary invadindo escritório de Bill.
- Seu idiota, será possível que você não podia escolher uma piranha mais discreta?
- Oh my darling, oh my darling Hillary....Desculpe, é que ela era tão...tão safadinha, humm...você precisava experimentar…
- Cala a boca, imbecil. Deixe-me pensar um pouco... Bom, o melhor é você assumir essa fraqueza, comum à raça masculina. Use sua cara de cachorrinho arrependido em todas as entrevistas e peça pra maquiadora colocar umas boas olheiras. Quanto a mim... Chame todos os nossos assessores. Mande fazer uma pesquisa pra saber a porcentagem de mulheres americanas casadas e donas de casa submissas e de mulheres independentes com alta auto-estima.


Bom, não preciso dizer qual foi o resultado da pesquisa, né?
Por tudo isso e muito mais, estou convencida que ela é A MULHER.


Embora às vezes pareça o Bozo fantasiado ou um alienígena vivendo secretamente nos EUA que os “Men In Black” ainda não descobriram. Dá uma olhadinha nessas fotos .


Mas por outro lado, embora não tão experiente, é impossível não se encantar com o charme de um homem educado, que transpira humanidade, que racialmente pode representar um exemplo de liberdade e, ainda por cima, tem uma mulher que parece se preocupar mais com a saúde dele do que com o poder. Come on, Mr. Obama. Show us your best virtues and all your humanity! Oh, yes, yes, yeeeesssss!!!
By Mazé Portugal

segunda-feira, 10 de março de 2008

O Comportamento de Hillary Clinton


O que aconteceria, cara leitora, se de repente você descobrisse a traição de seu marido? Ou você, caro leitor, se descobrisse a traição de sua mulher?
O fato é que homens e mulheres, não estão preparados para isso. Neste momento, cabe a pergunta: alguém entre nós mortais racionais está?
Quando nos deparamos vivendo a tal situação, muitas vezes somos tomados por vários tipos de sentimentos: a raiva, o ódio, o desejo de vingança, a vontade é de bater, de gritar... e até de matar.
Após a fase da histeria, bate a frustração, e surge o sentimento de incapacidade que, juntamente com a rejeição, nos ocasiona um forte desequilíbrio emocional. É aí que surge a capacidade ou não de superação do ser humano. Ser massacrado por esses sentimentos ou expurgá-los de nossa bagagem emocional e dar a volta por cima?
Poucos de nós conseguem parar e pensar friamente sobre o assunto. Analisar onde estava a falha, onde se perdeu a lealdade, o respeito, onde estava instalado o verme da traição que permitiu com que um terceiro adentrasse numa relação aonde só cabiam duas pessoas...
Enfim, poucos de nós conseguem manter o equilíbrio e conduzir a situação de maneira íntegra e respeitosa, poucos de nós conseguem esperar a hora certa de agir, poucos de nós conseguem manter a elegância, o valor e a classe, poucos de nós conseguem dar um tapa com um par tão perfeito de luvas (as de pelica) como o que a ex- primeira dama dos EUA, Hillary, deu em seu “ respeitoso” esposo, Bill Clinton.
Modelo de mulher elegante, reservada e clássica, daquelas que não deixam seu castelo ser destruído por qualquer chuvinha de verão, Hillary tornou-se um ídolo entre as mulheres (e por que não dizer dos homens também), por sua habilidade de “gerir conflitos”, e dar a volta por cima com cartadas de mestre. Traída sim, mas derrotada nunca!
Hoje, candidata à Presidência dos EUA, (e, diga-se de passagem, forte candidata), Hillary demonstra que soube tirar proveito da situação de extrema exposição familiar a que foi submetida, e transformá-la em algo favorável a sua pessoa... sim, porque pode contar com o respeito das pessoas. O que já não acontece da mesma forma, com o seu digníssimo esposo, que da referência de Presidente dos EUA passou a ser visto como um tiozão tarado e ridículo, ou, só para aliviar um pouco para ele: um simples assessor político da esposa traída.
É ou não é, uma cartada de mestre?
Mediante isso, só posso caro(a) leitor(a), finalizar dizendo que nos tempos onde está em voga pesquisas com células tronco, identidades digitais, descoberta das curas de doenças antes ditas mortais, entre outros avanços da capacidade de evolução e criação humana, entra em voga também a versão atualizada das “Amélias”: as “Hillarys”.
Corajosas, destemidas, equilibradas, sensatas, que sabem a hora certa de agir, de falar e de dar o famoso xeque-mate. Essas, sim, é que são as mulheres de verdade.


Texto:Flávia Kadowaki

domingo, 9 de março de 2008

Hillary e a Moda

Clique na imagem para visualizar melhor as fotos.
Vamos começar com um pouquinho de moda... a senadora precisa de uma personal stylist sem dúvida... tudo bem seu foco é a política, votos, parcerias..., mas imagem é tudo como diz um tal refrigerante.
Loira, alta, poderosa, mas falta estilo.

E a Sra. Hillary sabe muito bem disso, sua estratégia de marketing: é rir de si mesma.

A revista US Weekly de fevereiro mostra uma ótima retrospectiva dos piores looks da senadora. Ela comenta, é simpática e acha a maior graça dos seus “modelitos”.
Entre os looks, leves pecados, como um visual super hippie e um tailleur de bolinha casaco tapete (fotos acima). Ok, Hillary é um ser humano, como todos nós, tem direito a cometer seus “pecadinhos”.

Nunca vai ser um Jackie Kennedy ou então uma Cristina Kirchner, as argentinas já imitam a cor do seu cabelo, e especialistas em moda acham que o seu estilo vai entrar de vez na moda.

Hillary + moda é assunto quente nos EUA. Na edição de fevereiro da Vogue America, Anna Wintour escreve sobre a recusa da senadora de fotografar para a revista. Hillary parece preferir as peças mais sisudas e ultra-clássicas, próximas ao vestuário masculino, "estratégia" para não parecer feminina demais e, com isso, perder a aura de poder e autoridade que constrói para si. Wintour soube da história e dedicou à Hillary sua "carta da editora", questionando a postura ultra-conservadora da esposa de Bill Clinton. Wintour aproveitou a ocasião para dar dicas de moda à democrata, selecionou alguns looks para usar em determinadas situações. Foi seu tapinha com luva de pelica.

Coisas do poder e da moda!
.
Bjks
.
Aletéia (ALE) Ferreira
.
Fonte: Yahoo e RG Vogue

sábado, 8 de março de 2008

Hillary Clinton ama ser atriz


Olá amigos, fãs e apaixonados por Hillary Clinton. Hoje estou escrevendo sobre essa pessoa, que já se tornou um personagem mundial, devido a inúmeros fatos e campanhas a favor ou contra ela. A primeira aparição pública de Hillary foi quando tornou-se primeira dama. Quieta, boazinha e sempre de tailler, a senhora da principal potência mundial – os Estados Unidos – passava a imagem de uma mulher conservadora, tranqüila e de uma exemplar dona de casa, daquelas que não se manifestam para nada. Aqui vale lembrar que é o padrão de mulher exemplar para os homens, na minha opinião elas (este tipo de mulher) são umas tontas. Durante algum tempo a Hillary foi essa mulher... depois de inúmeras notícias (em todo o mundo) sobre o caso do então presidente Bill Clinton com a estagiário Monica Lewinski (aquela que gostava de fazer hora extra na sala do presidente) ela resolveu se pronunciar. Gente e como demorou isso! Foi um escândalo! Ela falou!!! E falou o que? Que iria perdoar o marido.
Daí ela assumiu outro personagem, o de corna nacional. E por que isso? Porque ela é uma boa atriz e com o perdão da mulher a nação também perdoou o traidor, que era nada mais nada menos que o presidente. Depois deste lindo episódio de comoção nacional que me revoltou o estômago ela conquistou o eleitorado e tornou-se senadora, passando a imagem de boa moça e de quase uma santa.
Agora, anos depois, a senadora Hillary Clinton volta as manchetes da mídia mundial como uma forte candidata a assumir a presidência do USA. Sinceramente eu tinha vontade de me identificar com ela. Tinha vontade de dizer que uma mulher forte, inteligente, corajosa e determinada estava prestes a assumir o cargo mais importante de seu país. Mas não tenho como fazer isso. Sou uma pessoa muito apaixonada, que age com a emoção, e NUNCA iria passar pela vergonha nacional de assumir que tinha sido traída (pois acima de tudo eu me amo!). Ok, ok, ela foi traída mas isso não quer dizer que não seja capaz de assumir o poder né? Sim eu concordo, mas vamos analisar:
- Hillary só sabe falar "eu" fiz, "eu" farei, "eu"quero, "eu" preciso, "eu", "eu", "eu" qualquer coisa, e um "nós" de vez em quando, este sempre parecendo ensaiado;
- Hillary acha que estar na Casa Branca é um direito adquirido, apenas pelo que já fez no passado. Ou seja, assumiu que foi a primeira dama que levou um chifre descoberto nacionalmente;
- ela adora fazer teatrinho e fingir choro. Nós mulheres sabemos muito bem fazer isso, mas há muito tempo deixamos de ser o sexo frágil. Sabemos que somos mais amáveis e mais duronas quando queremos. O que ela faz é coisa de criança ou de atriz;
- Será que ela é feliz? Tenho certeza que não! E uma pessoa infeliz não consegue comandar nem a própria casa. Imagine ela de TPM ou brigando com o marido?;
- quero que uma mulher assuma o poder. Fiquei muito feliz com a posse de Cristina Kirchner, na Argentina (também ex-primeira dama) mas a Hillary não me agrada. Ela é a típica personagem, o que a maioria for a favor, ela também é. Quem não acredita em mim veja as imagens que estão na Internet. Amei o quebrador de nozes!!!

Josiany Vieira